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segunda-feira, 4 de maio de 2020

Destes Dias #25

Como passa o tempo. A última vez que publiquei foi logo nos primeiros dias da quarentena, quando ainda havia alguma esperança de isto não demorar tanto tempo. Passou tão rápido e ao mesmo tempo parece que levou uma eternidade até chegarmos aqui. 

Neste momento estou a pouco mais de meio de mais 15 dias de férias, mas o sítio onde trabalho nunca chegou a fechar, embora tenha alterado o seu horário de funcionamento) e claro, para a semana já volto ao trabalho. 

Estes dias têm sido uma montanha russa de emoções, e não tem sido só porque estamos de quarentena. Há uns posts atrás já tinha comentado que o meu pai não estava muito bem, e acabou por ser internado há quase duas semanas. Por conta do covid não são permitidas visitas no hospital, aliás, os dois primeiros dias foram desesperantes porque não o autorizaram a ficar com o telemóvel, e não conseguíamos contatar o hospital. Ou melhor, só nos atendiam a horas em que os médicos já não estavam e não nos podiam dar informações concretas do que ele tinha. Andávamos num desespero só, porque entrou com uma coisa nas urgências e quando tentávamos saber de alguma coisa, diziam-nos que tinha dado entrada com outra. Enfim, neste momento está estável, e aguardando o resultado dos exames. 

Sinto-me cansada. Mais do que o normal. O marido teve que fechar o café ainda em Março e desde então que está em casa. A minha carga doméstica aliviou muito porque estando em casa, ele ajuda imenso, até aprendeu a cozinhar para além de massa com atum... a sopa dele é melhor que a minha! Mas sinto-me cansada ainda assim. 

Quando estou a trabalhar, é o não-pára-nem-para-respirar, não dá, temos uma pessoa (de três) a menos, um horário reduzido e uma maior procura. Entretanto, como costuro, tenho recebido imensos pedidos de máscaras (ainda antes de se achar que se calhar até devíamos usar todos) e dias houve em que eu chegava do trabalho, almoçava e passava o resto do dia a tratar desses pedidos, literalmente o resto do dia, fazia uma pausa para jantar e voltava ao trabalho. Agora cortei com isso, aprendi a dizer não, caso contrário rebentava. Continuo a fazer algumas, mas acima de tudo, quis voltar a costurar as coisas que me entusiasmam mais, principalmente agora que o uso se tornou obrigatório e supostamente é fácil de encontrar no mercado. 

Juntou-se entretanto a escola em casa para a mais velha e o entreter o mais novo para deixar a irmã estudar. Os meus, gostam de estar em casa, aqui, não estão completamente fechados em casa, têm rua, têm campo para brincar... e têm-se um ao outro, noto-os mais amigos. Por eles, e nas palavras deles, a escola seria sempre assim, em casa. 

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Destes Dias #24

Tínhamos planeado para este domingo, fazer um piquenique com os miúdos e passar o dia fora. O dia até esteve maravilhoso, mas os nossos planos foram furados. O meu pai tem estado com umas dores terríveis e ninguém ainda conseguiu descobrir o que as provocam. Hoje, os meus pais precisaram de mim e os planos foram colocados de parte. Estou preocupada com ele, principalmente, porque não sabemos o que tem. 


Ainda assim o dia não foi mau d'um todo. Os miúdos gostam muito de ir a casa da minha irmã (onde os meus pais estão de momento). As miúdas fizeram um bolo (quase) sozinhas, e ainda dêmos um saltinho ao IKEA com a mais velha, para comprarmos umas cadeiras novas para a cozinha, e mais uma planta que tinha debaixo de olho há muito tempo. Mais cedo, já tinha trazido mais uma pequena do Aldi comigo. 


Sim, comprar plantas novas para a minha mini casa, está a tornar-se um vício e adoro ver como elas têm resistido na sua maioria. Neste momento tenho umas 15 plantas minhas em casa e a minha filhota que apanhou o bichinho também tem outras 3. Vamos ver se não temos baixas. 


Tivemos um senhor a pintar-nos a casa por fora. Foi uma coisa não planeada, mas ele andava por aqui a fazer umas pinturas em casa do meu sogro, e como até já tinhamos tinta que sobrou das últimas pinturas, perguntámos se não se importava de pintar a nossa também. Quando terminou o serviço com o meu sogro, dedicou-se ao nosso e agora a casa já tem outro ar por fora também. 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

As primeiras férias de 2020

Ainda mal o ano começou e já fomos passear. De um a cinco deste mês, estivemos a passear por Espanha. Ficámos duas noites em Granada e outras duas em Córdoba. O primeiro dia foi passado na estrada e pouco mais, já que quando chegámos deparamos-nos com o nosso hostel, que estava marcado e pago, fechado. Depois de várias chamadas e algum desespero, lá resolvemos as coisas. Foi marcado pelo booking e nunca nos tinha acontecido antes. 

Resolvido esse problema, lá nos instalámos. No dia seguinte subimos à Serra Nevada, havia pouquíssima neve, mas lá nos fartámos de andar para chegar a um pequeno espaço onde havia alguma, para os miúdos poderem brincar um pouco. O mais novo não é lá muito fã de neve. Há dois anos não apreciou a visita à Serra da Estrela e pensámos que seria por ser muito pequeno, mas este ano confirmamos que é mesmo ele que não vai muito com aquilo. 

No dia seguimos, fizemos caminho a Córdoba por onde passeámos bastante, correndo tudo a pé. É uma cidade linda com imensa para ver, vimos muito, mas muito ficou por ver também. A mais velha adora estas andanças, caminhar, descobrir coisas novas, visitar museus, etc. Já o pequenino, só queria voltar para o quarto. 

Tudo teria corrido muito melhor se não tivéssemos ficado todos doentes, com uma grande gripe. Andámos sempre de termómetro e medicação atrás. Os miúdos já iam daqui afetados, e a nós apanhou-nos logo de inicio. A mais velha ficou boa ainda antes do regresso, mas o pequeno ficou bem mais apanhado. 

Ainda assim, aproveitámos o que pudemos. Ficam aqui algumas fotos desses dias. Todas tiradas pelo marido, porque eu, apesar de ter levado a máquina, nem tive vontade de pegar nela. Ah, e no último dia, ainda festejámos 18 anos de namoro. Parabéns a nós e a esta relação que já é maior de idade. 











quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Destes Dias #23 (Julho em fotos)

Julho não ficou atrás do mês anterior e foi cheio de festa e animação. Foram aniversários novamente, almoços e jantares com amigos, muita diversão... 

aniversário do mais novo. 

aniversário do marido e da sobrinha. 

muita praia com filhotes e amiga da filha. 

encontrámos uma borboleta no meio da rua da avó e colcámos a pobre criatura num vaso para "voltar à terra"

mais um ano na concentração de faro

within temptation na concentração de faro. 

amor electro na concentração de faro

arranjámos um brinquedo "novo" por uns tempos 

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Destes Dias #22 (Junho em fotos)

Junho foi um mês muito cheio. Cheio de tudo. Trabalho. Férias. Aniversários. 

o nosso apartamento ficou pronto a alugar.

a nossa primeira concentração motar do ano

casa mimosa. onde passámos uns dias de férias.

a piscina, sempre só por nossa conta. 

o aniversário da mais velha.

fiz mais alterações cá por casa. 

o marido a fazer buracos para a cortina do closet. 

luna. a gatinha que apareceu por aqui uns dias e voltou a desaparecer. 

almoço no vegetariano com as colegas de trabalho. 

o peixe (corvina) que media mais de 1 metro. 

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Destes Dias #21 (Maio em fotos)

Não sei muito como passou Maio. Acho que foi o mês de começar a passar mais tempo na rua. Mais ar livre, mais brincadeira, mais praia... mais passeios. Fica aqui um pequeno registo fotográfico.

 uma salada de fruta e flores aqui do nosso campo.

 o mês em que coloquei os quadros na parede do meu quarto.

 um pneu com 3-4 parafusos nele

 quando os miúdos (tal como os pais) são fãs de American Ninja Warrior



desenho da festa da família na escola da mais velha 

 as flores foram oferta da colega de trabalho, o bebé aloe dos meus pais e a grande já cá estava (uma das plantas da minha sogra que resgatei)

o elefante prateado que comprei na feira das velharias

quarta-feira, 6 de março de 2019

Destes dias #20

Há muito tempo que não faço uma publicação do género. Hoje apetece-me. Férias de Carnaval a acabar. Como foi por ai? Por aqui correu melhor que a encomenda. Fiz os fatos que os miúdos pediram e não podiam estar mais felizes. Na sexta fomos (eu e o pai) vê-los a desfilar com as respetivas escolas e na terça fomos ver o desfile lá da terrinha onde trabalho. 

Tenho costurado muito ultimamente e isso deixa-me sempre super feliz e muito mais calma. Para mim, tem efeito terapêutico, não há volta a dar. Há uns dias ofereceram-me uma lata cheia de botões e eu parecia uma criança no natal, de tão satisfeita que fiquei. 

Tenho saído mais com os miúdos, assim que espreita o sol. Na folga do pai passámos a manha no campo, num local com parque para os miúdos, circuito para correr ou caminhar, aparelhos para exercício físico e mesas para piqueniques. Estamos a planear fazer o mesmo mais vezes e passar até o dia inteiro por lá. 




quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Destes Dias #19 |luto|

daqui


Têm sido dias cheios de emoções.
Muitas emoções.
Algumas boas, outras más.
Umas felizes, outras muito tristes.

Já estamos na nova casinha. A nossa primeira noite cá foi na passada sexta-feira, dia 17 de Agosto e em jeito de comemoração, fiquei eu, ele e a minha cunhada a conversar e a beber licor até bastante tarde. Foi também ela que nos acordou cedo na manhã seguinte. Tinham ligado do hospital onde a mãe de ambos esteve internada por cerca de quinze dias. As noticias eram de que o seu estado se tinha agravado, por não dizerem ao telefone que tinha falecido. 
Tanto eu como ele, não conseguimos evitar pensar o mesmo: parecia que ela estava mesmo à esperas que nos mudássemos para cá. O maior desejo dela era ter os três filhos perto. E o facto de estarmos todos por aqui ajudou bastante pois os miúdos brincam e divertem-se apesar de tudo e uns apoiam os outros. 


sexta-feira, 27 de julho de 2018

Destes Dias #18

Neste momento só espero que 2018 acabe pois já vamos a mais de meio e não tem sido nada meigo connosco.

Este mês já fui de urgências para o hospital por conta de uma cistite que me pregou um dos maiores sustos da minha vida, pois devido às fortes dores que tinha comecei a hiperventilar e isso levou-me a uma paralisia dos membros superiores e inferiores. Apanhou-me a voz também e mal consegui chamar por alguém que me ajudasse - já em pleno hospital. Cistite curada com antibióticos e muita aguinha e dessa safei-me.

Fomos comprar a cabine para o duche ao Leroy e surpresa, ainda antes de a tirarmos do carro vimos que estava partida. Voltámos para a trocar e recusaram-se a fazê-lo. Tive de lá voltar e fazer barulho, pedir livro de reclamação, etc etc etc. Lá acederam a trocar, e ainda exigi que o transporte fosse a cargo deles de tão fula que estava. Não me ia sujeitar a acontecer de novo. Isso foi há quase duas semanas e só chegou hoje.

E ontem? Ontem foi o aniversário do meu marido... e perdemos a nossa gatinha. Já a tínhamos desde que nasceu, há quase 13 anos. Morreu-me nos braços. Chegar a casa e não a ver a miar-me aos pés, chatinha como era, custa tanto. A minha filha está fora e ainda não sabe, e o meu filho (4 anos) continua a dizer que a gatinha que viu morta não era a nossa.

Mas não acaba aqui. Temos visto a minha sogra a definhar dia após dia. Já nem se consegue levantar sozinha, está a perder as forças até para comer sozinha.

Não. Este ano não está a ser fácil. Nada fácil.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Destes Dias #17

Não sei como são vocês ai desse lado que me lêem neste momento, já eu sinto mais vontade de escrever quando estou nalguma fase menos boa. Mas depois penso que se só escrevo nessas fases posso passar a imagem de que sou uma melodramática do caraças a quem a vida nunca corre bem e blá blá e tal, e muitas vezes deixo escapar dias e dias sem escrever. 
Mas sabem que mais? Que se lixe! Que assim seja... eu sei que não sou só esse lado, e sei que quem me conhece, conhece o meu riso alto, as caretas que faço a rir, a boa disposição, as "saídas" bem metidas... 
Por isso, sim, escrevo quando tenho coisas menos boas para dizer porque me faz sentir melhor quando não estou tão bem, ou tão feliz. E é isto. Estas últimas semanas têm sido d a q u e l a s. Senão vejam... 
* Temos uma infestação de baratas, não só na nossa casa mas pelo bairro todo ao que consta. E não é coisa d'agora. Ah não, não! Esta pouca vergonha já vem do ano passado, O verão passado foi um stress total e este ano já se avizinha muito pior. Ao que parece os senhores da câmara não fizeram nenhuma desbaratização o ano passado e por mais coisas que coloquemos por cá para desaparecer com as bichinhas essas, elas não deixam de aparecer. O meu marido já enviou para o município, fotos, uma queixa e uma "ameaça" de chamar os media para expor a situação caso nada seja feito a respeito novamente; a ver vamos se sim ou sopas. Ontem à noite estavam demais, juro-vos, eu que tinha pavor de ver uma e de ter que a matar, despachei no espaço de uma hora quase 30, estou profissional a dar chineladas em baratas. Isto é nojento, eu sei, mas tem sido a minha realidade e estou prestes a dar em doidinha com esta casa. Entre as infiltrações do inverno e as baratas, imaginem!
* O meu carro, que teve um arranjo que me custou cerca de 1300€ o mês passado, já ficou parado duas vezes depois disso. Parece que agora é qualquer coisa ou do ponteiro do combustível que não está a marcar bem ou do depósito. Para a semana lá vai outra vez para o spa!
* Tenho a outra casa mesmo quase pronta mas por alguma razão que desconheço, o meu marido arranja mil e uma desculpas para retardar a saída desta casa. E isso tem-me deixado muito, mas muito frustrada e azeda. 
* No passado domingo deu-me um fanico e surtei um pouco. Não ao nível da minha cunhada - claro, essa é pró, mas o suficiente para achar que eu já não estava a ter controlo nenhum dos meus nervos e decidi procurar ajuda. Recorri à Bioressonância pela primeira vez. Fiz um tratamento até agora e notei logo melhoras. Descobri que tenho um bloqueio geopático (mais uma razão para me querer mudar desta casa) e mais uma série de coisas que me andavam a deixar de rastos. 
* O meu filho que até aqui era o bebé da sala, tem um coleguinha novo que já é mais do tamanho dele e acho que isso o anda a afetar. Parece que regrediu novamente na fala e no comportamento. Está super carente, e só me quer a mim sempre. E depois, chora e faz birras como não fazia há muito tempo. 
* A minha sogra está muito em baixo. Não vos cheguei a dizer que foi diagnosticada com cancro de mamã, em estado avançado e inoperável a meados de Novembro, pois não? Foi apenas uns dias antes de a minha cunhada ter tido o piripaque dela. Só aqui que ninguém nos ouve, não tenho muita esperança que viva durante muito mais tempo. Andou a portar-se mal, a não seguir à risca a dieta, a não tomar a medicação como deveria de ser e agora que se sente pior e a enfraquecer já quer tomar tudo. 
* As despesas têm sido mais que muitas... depois do carro parece que apareceu tudo e mais alguma coisa. Logo agora que estávamos a apostar em finalizar a casa. Isso implica reutilizar os móveis que cá temos ao invés de comprar novos como tínhamos pensado. Para já, pelo menos. 
E pronto, basicamente é isto, e já é muito. Quando é que 2018 acalma um pouco e nos deixa respirar calmamente? Por aqui precisa-se, e muito!

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Destes Dias #16

O miúdo deu mais um passo em direcção à independência e largou a chupa de vez.

A mana tropeçou nele, caiu em cima do braço e magoou-se. Ainda chegámos a fazer uma visita às urgências porque ~apesar de termos confirmado se tinha movimentos no pulso e mão, se não estava demasiado inchado, gelo, muito gelo, etc,etc,etc - acordou umas duas horas depois de se deitar a chorar desconsoladamente, com o pulso/mão no ar e a dizer que doía muito. Raio-x com ele, mas não era partido. Meteram-lhe uma tala nos dedos (o mindinho estava mais inchado que o resto) para ele dormir melhor. Mandaram tirar só no fim do dia seguinte e foi um pranto, que não queria, que ainda doía (nope!)... enfim... o meu dramaqueen 2 cá de casa. 

Tenho passado demasiado tempo em casa, e pouquíssimo na rua. Deveu-se muito ao facto de só termos andado com um só carro e uma rotina de pés para o ar. Felizmente o carro lá voltou na terça feira passada. Que saudades que eu tinha do meu carrinho, depois de andar tanto tempo com o do marido que é rasteirinho, ao pegar no meu parecia que andava nas nuvens *hehe* 

Não tenho costurado nada. Fiz uns arranjos numas calças e numa blusa a pedido de outrem, mas não foi nada de extraordinário. Para além de não me sentir com vontade para o fazer, hoje mesmo comecei a empacotar alguns tecidos para começar a levar para a outra casa. Na verdade enchi 5 caixas com tecidos, e mais uma com livros. Quero ver se amanhã consigo levar uma ou duas estantes que quero levar desta casa para ir começando a arrumar essas coisas que não são de uso diário já pela outra. 

Eu sou fã da Anatomia de Grey. Desde que comecei a ver há já nem sei quantos anos atrás que nunca mais deixei de o fazer. Tenho acompanhado toda a história atentamente e achei piada a Foxlife lembrar-se de passar todos os episódios desde o 1º, claro que ando a rever todos, não perco nem um. Eu e a minha colega, mas como ela nem sempre consegue ver lá a vou pondo a par de tudo. 

Trabalhei uma das folgas mas tudo bem. Desde que arranje quem me fique com os miúdos nesses dias, sinceramente não me custa trabalhar nas folgas já que regra geral depois troco essas horas por horas livres, geralmente quando me dá jeito e não quando dá jeito aos patrões, nesse aspecto temos sorte, são super acessíveis a facilitarem-nos a vida (e nós retribuímos, ou vice versa). 

Tenho tido dias em que me tenho sentido um completo fracasso nisto de ser mãe. Espero estar a fazer pelo menos alguma coisa certa. Este domingo fomos ao Ikea, ver mais algumas coisas para a casa (desta vez só mesmo em passeio, para juntar ideias, ver as coisas ao vivo), mas os miúdos estavam completamente impossíveis os dois, sempre a implicarem um com o outro, ela a desafiar-nos, ele a fazer birras porque só me quer a mim. 

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Destes Dias #15


Março e Abril não foram meses bonitos. As chuvas foram mais que muitas, e tivemos problemas por conta delas. Temos repassos no quarto e na casa de banho. Já tínhamos reparado o prédio no ano passado por conta disso mas de nada adiantou, basta chover um pouco mais para ter as duas divisões com água a pingar em vários pontos. Estou tão cansada disto! Felizmente a chuva deu tréguas e o calorzinho que se faz sentir lá vai secando as paredes, devagar, devagarinho. Entretanto fomos visitando a outra casa para ver se não tínhamos problemas com a outra também e está tudo bem. 

Sempre que o sol saiu e nós tívemos oportunidade tirámos os miúdos de casa, parques, praias, jardins... é que estar de férias com os miúdos e não sair de casa (tive uma semana na Páscoa) ia dando comigo em maluca. Felizmente tenho mais duas semanas agora (uma já quase foi, snif*snif) e talvez consiga fazer algo de útil. 


Tivemos um casamento pelo meio, de um amigo de ambos de longa data, daquelas pessoas que podemos estar sem ver durante anos e anos, mas que continuamos a gostar imenso deles e que não se esquecem de nós nas coisas mais importantes das suas vidas, nem nós deles. Para terem noção, eu nem conhecia a noiva pessoalmente e já namoravam há 10 anos. Mas aquele camelo! Fez-me chorar assim que entrou na cerimónia! Já tinha chorado ao ver uma noiva entrar (sobrinha e afilhada!) mas nunca um noivo!!! A verdade é que foi muito emotivo e nunca ninguém chorou tanto como neste casamento. Mas foi bonito, divertido, e memorável. 


Continuo sem o meu carro! Até já o trocámos de oficina porque sentimos-nos enganados na primeira, e apesar de estarem a levar também muito tempo nesta outra, ao menos vão-nos colocando ao corrente das voltas que têm dado e as dificuldades que têm encontrado pelo caminho. Mal posso ver a hora de ter o carro de volta, é que o dele desenrasca, mas não é solução ad aeternum para nós.

A minha filhota já só fala do aniversário dela (ainda faltam um par de meses, mas irra, a miúda sai à mãe). Este ano o dela calha a uma sexta e o do irmão na segunda seguinte. Como ele é mais pequeno, creio que vamos fazer a festa dela em casa no domingo, e depois para ele só na escolinha, uma coisa mais simples. Até aqui temos juntado as duas festas num dia só.

Já andei a reorganizar as roupas. Guardei a maior parte das malhas e peças mais quentes e tirei as peças mais frescas de verão. Como sempre consegui destralhar mais umas quantas que já não me agradavam tanto (só falta fazer isso com as do marido, mas convém ser com ele por perto). A roupa, é sem dúvida dos maiores monstros nesta casa. Parece que cresce de todos os cantos por si, que tem vida própria. Também vos acontece? O que é que vos chateia mais?