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sábado, 18 de novembro de 2017

Agora é tudo a mana.


Sentei o miúdo na sanita, e no azulejo da parede ao lado, vejo uma série de riscos de lápis. Sabendo muito bem qual era a resposta, perguntei-lhe quem tinha feito aquilo. Ele, muito prontamente respondeu logo "Foi a chata!" - a chata é a nossa gata. "A chata não sabe pintar", disse-lhe eu. Mas o rapaz não se fez de rogado, nem me entregou os pontos. Acrescentou logo "Foi a mana!". Chamei a mana, que (óbvio!) disse logo que não tinha sido ela, e não mentia porque ela é l-o-g-o apanhada quando mente. Frente a frente, ele lá deixou escapar um "foi o eu". Admitiu a culpa por uns segundos, e mal a irmã deu costas... "foi a mana!"
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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

O meu Cabelo

ilustração de victoria francés

Sempre usei cabelo comprido. O mais curto que recordo de o ter em miúda era a bater-me mesmo nos ombros. Na adolescência lembro-me de ter feito esse corte pelo menos uma vez, depois, deixei de saber o que era cabelo curto... até há uns dois anos. Deu-se assim um ar qualquer, e meti (ou mandei meter) tesoura nele. Na altura lembro-me de medir a trança que sobrou... 40 ou 45 cm de cabelo - que friso - estava entrançado. 

Nos primeiros dias - semanas, vá! - até que estava satisfeita com o corte, apesar de saber ainda antes de o cortar que aquilo não era para mim, que tenho um cabelo muito grosso, muito volumoso, tenho mesmo uma vasta gadelha. Nem nestas alturas de queda eu me preocupo com a quantidade disparatada de cabelos que vejo cair todos os dias, porque certamente ficam cá muitos outros. 

Mas voltando ao corte - sou terrível para me dispersar, cabelo curto em mim é tipo juba de leão, abre até não poder mais, e eu sou baixinha sabem? Não gostava nada de ver. Curiosamente toda a gente gostava, salvo raras exceções. 

Isto tudo para dizer que nos últimos dias tenho ouvido elogios maravilhosos ao meu cabelo porque tenho andado com ele solto. E está enorme outra vez!!! Não tanto como quando o cortei, mas mais uns meses e chegamos lá. Já tinha saudades de ouvir toda a gente a gabar-me a melena, se calhar ter-lhe dado uma corzinha ajudou, mas é realmente pelo comprimento e jeitos que as pessoas gostam dele. 

Se há coisa que me deixa mesmo vaidosa é o meu cabelo, causador de invejas e tecedor de comentários quando passo. Quando não o uso comprido não sou eu, faz parte da minha identidade e juro que me sinto quase nua se não o tenho assim compridão. Apesar de na maior parte do tempo até andar com ele em coque - principalmente no trabalho, é que não consigo trabalhar com cabelo a pender-me na cara. 

Pronto era só isto, hoje. 

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Porque não?

daqui

Hoje tive a casa cheia. Quando fui buscar a minha filha à escola, trouxe mais duas comigo, e mais tarde juntou-se ainda o meu pequenino. Passaram toda a tarde na brincadeira, comeram panquecas (pedido feito na véspera por uma delas), vestiram-se de princesas (e uma de vampira!), e houve muitas gargalhadas por aqui. 

Por isso, sim, se posso fazê-los felizes com tão pouco e tão facilmente... porque não?! 

Uma das meninas disse que era a primeira vez que ia a casa de uma amiga, que o pai nunca deixava, mas que desta vez sim porque era a melhor amiga. A outra, já tinha ficado connosco o dia inteiro para poder ir ao aniversário da minha, e tinha também passado cá outra tarde, está mais à vontade. São as três umas miúdas fantásticas, portaram-se lindamente, entenderam-se sem problema algum. 

Na escola porém, a euforia devia ser tanta naquela sala de aulas, que levaram as três uma bolinha amarela no comportamento porque não conseguiam parar de conversar. É tão bom ser-se criança, não é? Pena que nos esquecemos (nós adultos), de como era tantas vezes. 

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Será que sabem o que é um STOP?

Eu devo ter um íman qualquer que faz com que os outros condutores se queiram vir enfaixar em mim. Sorte a minha, sou muito boa a esquivar-me. Oh yeah, ontem um gajito, com um carro nada pequeno, quase que se espeta contra mim, valeu-me fugir para a faixa do lado (graçá-déu não vinha ninguém!). Esquecem-se sempre dos STOPs comigo. Ai há uns meses uma querida senhora não só se atravessou à minha frente (tendo ela stop e eu estando na via principal) como ainda se pôs a refilar comigo, como se tivesse razão. Depois também há as que param sem terem stop, e eu paradinha no meu canto (com stop) faço sinal para que avance e claro, a senhoria refila comigo de braços no ar e tudo. Mmmm a sério?! Poupem-me!!!