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sábado, 6 de junho de 2020

13-01-1955 ---- 22-05-2020

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Há coisas que custam a sair para fora, que ficam presas na garganta. Dizer "o meu pai morreu" é algo que me vi forçada a dizer frequentemente ultimamente. Custa a sair, parece tão irreal. Depois de três semanas internado, a sentir-se abandonado, porque por culpa deste covid desgraçado não se podiam fazer visitas ao hospital, lá voltou uma semaninha para casa. Serviu essa semana para uma despedida que sabíamos que viria mais tarde ou mais cedo, só nunca pensámos que seria tão cedo. Passada essa semana, voltou para as urgências, onde umas horas depois, já na madrugada, o seu corpo ter sucumbiu à doença. Mais um que nos foi arrancado pelo cancro. 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

As primeiras férias de 2020

Ainda mal o ano começou e já fomos passear. De um a cinco deste mês, estivemos a passear por Espanha. Ficámos duas noites em Granada e outras duas em Córdoba. O primeiro dia foi passado na estrada e pouco mais, já que quando chegámos deparamos-nos com o nosso hostel, que estava marcado e pago, fechado. Depois de várias chamadas e algum desespero, lá resolvemos as coisas. Foi marcado pelo booking e nunca nos tinha acontecido antes. 

Resolvido esse problema, lá nos instalámos. No dia seguinte subimos à Serra Nevada, havia pouquíssima neve, mas lá nos fartámos de andar para chegar a um pequeno espaço onde havia alguma, para os miúdos poderem brincar um pouco. O mais novo não é lá muito fã de neve. Há dois anos não apreciou a visita à Serra da Estrela e pensámos que seria por ser muito pequeno, mas este ano confirmamos que é mesmo ele que não vai muito com aquilo. 

No dia seguimos, fizemos caminho a Córdoba por onde passeámos bastante, correndo tudo a pé. É uma cidade linda com imensa para ver, vimos muito, mas muito ficou por ver também. A mais velha adora estas andanças, caminhar, descobrir coisas novas, visitar museus, etc. Já o pequenino, só queria voltar para o quarto. 

Tudo teria corrido muito melhor se não tivéssemos ficado todos doentes, com uma grande gripe. Andámos sempre de termómetro e medicação atrás. Os miúdos já iam daqui afetados, e a nós apanhou-nos logo de inicio. A mais velha ficou boa ainda antes do regresso, mas o pequeno ficou bem mais apanhado. 

Ainda assim, aproveitámos o que pudemos. Ficam aqui algumas fotos desses dias. Todas tiradas pelo marido, porque eu, apesar de ter levado a máquina, nem tive vontade de pegar nela. Ah, e no último dia, ainda festejámos 18 anos de namoro. Parabéns a nós e a esta relação que já é maior de idade. 











sábado, 4 de maio de 2019

Tarefas domésticas dos pequenos


Ora bem, os meus filhos estão a dois meses de fazer respetivamente 8 e 5 anos e há muito tempo que gostava que começassem a ajudar um pouco mais por casa. Se por um lado, ela até faz as coisas mais ou menos sempre que lhe peço, por outro ele queixa-se sempre de não saber, não conseguir e blá blá blá... 

Até para arrumar os próprios brinquedos é um castigo com este miúdo. Já ela, que até arruma quando eu mando, é bastante desarrumada - sai à mãe, mete-se nas criações dela e deixa-se levar... Gosto que seja criativa, e geralmente até fecho os olhos a alguma confusão, mas outras vezes acaba por ser demais, até para mim. 

Assim que andei a pesquisar algumas tabelas de tarefas para os miúdos e esta abaixo apareceu-me imensas vezes. Não serve cá para casa, o meu filho não faria nem metade das coisas que indicam como adequadas à sua idade. Assim, que depois de pensar bem, adaptei uma tabela que encontrei online, à nossa própria rotina e ao que, para já pretendo que façam. 

daqui

Sou a favor de lhes dar uma compensação se mantiverem o hábito de cumprir as suas tarefas. Há quem não concordo com a prática, mas vejamos, qual a diferença entre dar-lhes uma compensação porque cumpriram as suas tarefas, ou dar-lhes seja o que for só porque sim, como acontece muitas vezes?! Assim ao menos têm um objetivo, se querem algo, têm que fazer por isso. 

As tarefas que lhes atribui a cada um foram (ela):
- fazer a cama
- colocar a roupa suja no cesto
- separar roupas para lavar 
- despejar o lixo
- arrumar os brinquedos, livros, etc
- Fazer os tpc's
- guardar os sapatos no sítio (hábito que ambos já têm, mal entram em casa, tiram os sapatos e arrumam-nos no sítio)
- Pôr (e levantar) a mesa

(ele):
- fazer a cama
- colocar a roupa suja no cesto
- arrumar os brinquedos, livros, etc
- guardar os sapatos no sítio
- Pôr (e levantar) a mesa

Aos poucos, e vendo como correm estas, que a meu ver são acessíveis a ambos, iremos implementando outras novas. A tabela que fiz é semanal, com 8 colunas. Uma para as tarefas e uma para cada dia da semana. Se as cumprirem ou não, preenchemos no fim do dia com uma carinha sorridente, ou uma carinha séria. No alto tem uma fotografia de cada um para que o meu mini, que ainda não sabe ler, posso identificar qual é a dele e a da irmã. Além disso, em cada tarefa, tem também uma imagem associada à mesma para que ele possa identificá-la também. 

A minha ideia era começar a tabela no dia 1 do mês, mas como calhou num feriado, e como seria preferível começar no inicio de uma semana, só vou "exigir" deles que a completem a partir da próxima segunda feira. Depois direi como correu. 

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Vale a Pena Partilhar #6



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Andava aqui a ver umas coisas giras e deparei-me com esta ideia para fazer com os miúdos para o dia de São Valentim. O que acham? Quando só tinha a mais velha, fazia imensas atividades com ela. Depois nasceu o acelerado, e tentei fazer o mesmo com ele, mas veio a provar-se uma tarefa quase impossível. Será que agora o convenço? Ela acabou por ficar prejudicada e eu morro de culpa todos os dias em que me sinto demasiado cansada para fazer seja o que for. Quero tanto melhor esse lado menos bom da nossa rotina familiar. 

sábado, 5 de janeiro de 2019

5.janeiro.2019

Hoje é o nosso aniversário. 17 anos de nós amor. E o tanto que vivemos juntos até aqui. Que venham muitos mais porque quando olho para ti, amo-te um bocadinho mais. 

E no dia em que eu e o mais que tudo completamos 17 anos de amor deixo-vos um bocadinho do que foi a nossa entrada neste ano. 










sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Feira de Sta. Iria - Faro


No fim de semana passado fomos à feira, este ano deixámos passar todas as outras e só conseguimos ir à de Faro, mas fomos dois dias seguidos para compensar os miúdos.

No primeiro dia levámos a sobrinha também e só as meninas andaram nos carroceis, o mais novo por algum motivo que desconheço não quis andar em nenhum, chorava até se lhe perguntássemos se queria ir com elas.


Já as meninas deram 3 voltas no carrossel da bruxa (uma foi grátis já que o senhor não lhes pediu os bilhetes) e uma no Cangurito. A minha tem um pouco de medo das alturas, e com os seus sete anitos tinha algum receio e recusou-se a ir, mas depois de sair do outro, e porque a prima estava tão aborrecida de não irem para o Cangurito, lá me disse que ia experimentar.


Depois dos bilhetes comprados, olhou para mim e disse-me "Agora já não posso desistir, mãe!", e vi como ela estava a fazer o que sempre lhe digo, "temos que enfrentar os nossos medos". E lá foram as duas. Enquanto a outra levantava os braços enquanto aquilo subia e descia, a minha não largava a mão da cancela de segurança. Mas enfrentou o medo, via-se o nervoso miudinha nela, e no fim até gostou.


No segundo dia fomos só nós os quatro e o pequenino já quis andar num dos carroceis, mas só com a mana ao lado. Ela é um amor e lá foi com ele que ficou louco e dava gritinhos de alegria. Ela ria-se e só nos gritava quando passava por nós "Tá louco mãe, o mano tá louco!".


Já eu fiquei muito feliz por ver um stand de tecidos, e mais ainda por saber que irá abrir (porém só em Maio, aunfff!) uma nova loja de tecidos em Faro. Trouxe comigo dois pedacinhos de tecido. O marido perguntou-me logo "o que vais fazer com isso?". Pfff até parece que eu sei o que vou fazer com o tecido quando o compro. É giro, por isso comprei-o, o que farei logo se vê. ahahah.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Diz que acabou o verão


Dizem que o verão acabou e que estamos no outono. Ainda estou para acreditar nisso, é que por aqui o calor continua a ser mais que muito, ainda hoje fomos à praia com os miúdos, perto das 19h e estava-se lá que era uma maravilha. Foi a nossa primeira ida à praia deste verão... opppssss... outono. Os miúdos aproveitaram umas idas à praia com os tios e primos, mas nós dois, nadica. Fui uma única vez com os miúdos, mas saímos de lá em poucos minutos, o vento era demais e comíamos areia sempre que abríamos a boca. O meu mais novo nem quis sair do meu colo, debaixo do chapéu de sol.


Praia este ano foi pouca, mas morar no campo tem outras regalias, e apesar da pouca praia, o que não tem faltado a estes miúdos tem sido água. Desde que aqui estamos é piscina praticamente todos os dias depois da escola. Não podia, estar mais felizes. 

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Temos televisão

esta janela precisa desesperadamente de cortinas como deve de ser. Já faltou mais! 

A sério que eu acho que ter ou não ter televisão me é completamente indiferente. Desde que nos mudámos no dia 17 de Agosto que não tínhamos serviço de televisão em casa e muito sinceramente só me chateava não poder continuar a ver a Anatomia de Grey de seguidinha, já que ando a acompanhar a repetição da Foxlife desde o primeiro episódio. 

Os miúdos estiveram este tempo todo sem televisão, excepto a semana de férias que passaram em casa dos avós e correu muito bem. Portaram-se lindamente, melhor até, mas hoje estavam mesmo aflitos para voltar a ver desenhos animados. Como a instalação foi feita bastante tarde e quando os senhores saíram daqui já eles estavam a jantar, deixei-os ver só um bocadinho. 

Amanhã lá os vou deitar tirarem a barriga da miséria, mas gostava de limitar um pouco mais o uso da caixinha mágica pois vi o bem que lhes fez não a ter por casa nestes dias. Isso, e ter menos brinquedos também, pois alguns ainda continuam no apartamento, e outros estão muito melhor arrumados cá. 

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Já começa a cheirar mal!

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Uma das razões pelas quais eu franzia muito o nariz em relação a fazermos a casa aqui (terreno da família dele, perto dos pais e irmãs) era precisamente a proximidade com a família dele (mas poderia ser da minha também, seria igual). 

Outra razão, era as partilhas um dia mais tarde. "Dá sempre confusão", dizia-lhe eu. "Com a minha família não!", respondia-me ele seguro de si. Fosse como fosse, sempre achei que mais tarde ou mais cedo me arrependeria de gastar o meu dinheiro nesta casa. 

Pois bem... a merda já descambou... pois que a família tem um estabelecimento a ser explorado pela neta mais velha (a única que já é adulta), onde trabalha o meu marido também. E a menina agora acha mal ter de pagar renda ao avô, mãe e tios porque embirra com a tia e acha que ela não tem direito a nada, e ela própria sim porque trabalha lá (esquece-se que tira o ordenado dela como qualquer pessoa). Então diz que quer sair e procurar outra coisa, e com isso vai lixar o posto do meu marido, ele que se desenrasque e procure outro trabalho também. Havia necessidade? 

Mas... na família dele não

sábado, 25 de agosto de 2018

E que tal a primeira semana?

A primeira semana na casa nova correu bem. Morar mesmo ao lado da família tem as suas vantagens e as suas desvantagens como se sabe, mas a primeira semana coincidiu com uma semana de férias e pude aproveitar bem a casinha nova. 

Frutinha da horta do sogro que eu mesmo vou apanhar!

É pequena mas não a sentimos como tal. A rua é tudo e tem-nos feito muito bem, principalmente aos miúdos que podem brincar lá fora, correr, piscinar muito. A nós sabe-nos pela vida os fins de dia, rua, o fresco da noite e copito na mão. 

A única divisão que acho mesmo demasiado pequena é o quarto dos miúdos, mas eles também só vão para lá na hora de dormir. Ter uma sala aberta à cozinha tem sido magnifico. Na nossa família sempre gostámos de estar juntos e esta disposição facilita imenso. 

Vista da minha porta da cozinha. 

Estamos há uma semana sem televisão e os miúdos nem se queixam um bocadinho por assim ser. Têm brincado mais com jogos didácticos, e como já disse têm aproveitado muito mais a rua. Ainda para mais porque têm aqui uma priminha um ano mais nova que a minha mais velha. 

A nossa casinha, está-nos a saber melhor do que imaginámos e mudámos numa boa altura. Ao que parece a minha presença aqui tem ajudado imenso a minha cunhada mais velha nesta fase tão difícil para eles, que eram todos tão, mas tão ligados à mãe. 

Também se tem trabalhado muito por aqui.  

Ainda não está decorada, nem estará assim num estalar de dedos... acredito que isso são detalhes e que se podem ir fazendo aos poucos. Neste momento estou mais chateada por não ter umas cortinas na sala - detesto a exposição ao exterior, e faltam-me varões para pendurar a roupa no meu closet e no quarto dos miúdos. 

De resto as coisas vão-se orientando. Pouco a pouco que dá mais gosto. E vamos aproveitando esta vista a cada dia que passa. 

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Destes Dias #19 |luto|

daqui


Têm sido dias cheios de emoções.
Muitas emoções.
Algumas boas, outras más.
Umas felizes, outras muito tristes.

Já estamos na nova casinha. A nossa primeira noite cá foi na passada sexta-feira, dia 17 de Agosto e em jeito de comemoração, fiquei eu, ele e a minha cunhada a conversar e a beber licor até bastante tarde. Foi também ela que nos acordou cedo na manhã seguinte. Tinham ligado do hospital onde a mãe de ambos esteve internada por cerca de quinze dias. As noticias eram de que o seu estado se tinha agravado, por não dizerem ao telefone que tinha falecido. 
Tanto eu como ele, não conseguimos evitar pensar o mesmo: parecia que ela estava mesmo à esperas que nos mudássemos para cá. O maior desejo dela era ter os três filhos perto. E o facto de estarmos todos por aqui ajudou bastante pois os miúdos brincam e divertem-se apesar de tudo e uns apoiam os outros. 


sexta-feira, 27 de julho de 2018

Destes Dias #18

Neste momento só espero que 2018 acabe pois já vamos a mais de meio e não tem sido nada meigo connosco.

Este mês já fui de urgências para o hospital por conta de uma cistite que me pregou um dos maiores sustos da minha vida, pois devido às fortes dores que tinha comecei a hiperventilar e isso levou-me a uma paralisia dos membros superiores e inferiores. Apanhou-me a voz também e mal consegui chamar por alguém que me ajudasse - já em pleno hospital. Cistite curada com antibióticos e muita aguinha e dessa safei-me.

Fomos comprar a cabine para o duche ao Leroy e surpresa, ainda antes de a tirarmos do carro vimos que estava partida. Voltámos para a trocar e recusaram-se a fazê-lo. Tive de lá voltar e fazer barulho, pedir livro de reclamação, etc etc etc. Lá acederam a trocar, e ainda exigi que o transporte fosse a cargo deles de tão fula que estava. Não me ia sujeitar a acontecer de novo. Isso foi há quase duas semanas e só chegou hoje.

E ontem? Ontem foi o aniversário do meu marido... e perdemos a nossa gatinha. Já a tínhamos desde que nasceu, há quase 13 anos. Morreu-me nos braços. Chegar a casa e não a ver a miar-me aos pés, chatinha como era, custa tanto. A minha filha está fora e ainda não sabe, e o meu filho (4 anos) continua a dizer que a gatinha que viu morta não era a nossa.

Mas não acaba aqui. Temos visto a minha sogra a definhar dia após dia. Já nem se consegue levantar sozinha, está a perder as forças até para comer sozinha.

Não. Este ano não está a ser fácil. Nada fácil.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Festa Panda

Como prometido no último post, hoje venho partilhar convosco a festa de aniversário dos miúdos do ano passado. O tema escolhido por ela foi "pandas" e deu-me imenso gozo preparar tudo. Quis uma festa colorida com os pandinhas em destaque. 

Para os convites usei um bloco de cartolinas de várias cores que tinha em casa. Imprimi o nome de cada amiguinho com um panda em frente para colar na parte de fora do convite. Na interior colei o convite em si com toda a informação. Fechei e coloquei uma fita para finalizar. Também usei o que tinha por casa por isso não foi igual para todos. 


Imprimi papeis diferentes para menina e para menino para serem um pouco mais personalizados. 



A festa teve lugar em casa da minha irmã, como sempre, pois ela tem um armazém grande e espaço exterior. A parte mais chata é que o armázem cumpre a sua função e está cheio de tralha que nunca chegamos a tapar. Em anos anteriores  faziamos a festa no exterior mas em pleno Julho, o calor estragava a comida em menos de nada, por isso este ano experimentámos fazer no interior e correu muito bem. 


Coloquei duas mesas, uma para salgados e outra para doces. A primeira estava claramente mais cheia e foi realmente a mais atacada. Na outra tinha os doces e as bebidas. Fiz tudo sozinha, mas até correu bem. Na hora de montar contei com ajuda da família, mas foi tudo confeccionado por mim. Este ano não tive saudades dessa parte e do stress associado embora seja algo que até goste de fazer. 


Inspirada por esta internet, até um pão em forma de panda em experimentei fazer. Não foi grande sucesso na festa pois muita gente achou que o preto era corante e ficou reticente a experimentar, mas não. Só usei corante alimentar para o verde. Nas partes pretas do panda o que usei foram sementes de sésamo pretas trituradas. 


Na mesa dos salgados, tinha os rissóis, croquetes, pasteis, paté, tostinhas, sandes, batatas fritas, quiche, pão panda, queijos, etc. 


Na mesa dos doces coloquei pipocas, oreos, palitos (bolachas), pudins, gelatinas, mousses, pandas marshmellows, tarte de natas. E claro, os sumos variados. No ano anterior fiz uma limonada que coloquei em barril de vidro. Como foi com tema da frozen coloquei umas gotinhas de corante azul e ficava lindo na mesa, podia ter feito o mesmo de novo mas esqueci-me completamente. 


Aqui a ideia dos marshmellows. Usei uma caneta de pastelaria para desenhar algumas carinhas nos doces. A ideia era fazer em todos mas não houve paciência. Fiz só nalguns. 


Para as lembrancinhas fiz cabeças de pandas com eva para colocar em lápis. Comprei vários brancos e juntei logo um e outro. 


Depois, criei caixinhas panda com rolos de papel higiénico que pintei de branco com ajuda da filhota. O preto foi feito com cartolina e as cabeças imprimi na impressora, mesmo em casa. Imprimi também mais pandas em papel autocolante e coloquei no interior das caixinhas. Numa loja do chinês comprei uns saquinhos que trazem vários brindes que também juntei, tal como os lápis e um saquinho de gomas. Na festa ainda tínhamos os frascos de bolhas de sabão para dar aos miúdos. Alguns sairam sem levar. =( 


Tal como o resto, o bolo foi feito por mim. Tinha duas camadas, a primeiro de alfarroba que passou muito bem por chocolate para a maioria, e a segunda era com farinha de coco e não correu tão bem pois partia-se com facilidade, embora o sabor fosse bom. Entre ambas as camadas usei creme custard que deixou o bolo super delicioso. 
Para decorar barrei o bolo com natas como faço sempre, e usei pasta de açúcar preta e branca para os detalhes da cara do urso. Fiz as bochechas com pintarolas rosa. 


Numa loja das redondezas imprimi fotos dos miúdos e carinhas de pandas em papel de arroz comestível. A ideia era ter feito queques e usá-los como toppings mas não deu, por isso usei-os em redor do próprio bolo. 


No exterior tínhamos uma piscina insuflável pequena e uma em forma de castelo com um dragão ao qual ligamos a mangueira e aquilo esguincha os miúdos pela boca. Foi a loucura. Também tínhamos jogos de argolas e balões de água para uma guerra entre meninas vs meninos. Ganharam elas, já agora. 


A miúda ainda teve direito a bolo na escola. Para esse o tema que a pipoca escolheu foram os PJ Masks. A imagem do bolo também foi impressa na tal loja que infelizmente, fechou entretanto. Imprimi também o nome dela que coloquei na frente do bolo (apagado nesta imagem).


Era um bolo arco-iris por dentro. Foi a segunda vez que o fiz e os miúdos (e graúdos também) adoram sempre. Não é dificil, dá é um bocadinho de trabalho fazer. Da primeira vez que o fiz lembro-me de ter levado cerca de 4h, desta penso que foi um pouco mais rápido mas não me recordo quanto tempo ao certo.