Pesquisar neste blogue

domingo, 26 de março de 2017

Vale a pena partilhar #3


A Anabela será sempre presença assídua nestas minhas partilhas pelo simples facto de partlhar ela própria, frequentemente, imensas coisas de interesse. Desta vez foram 10 simples passos para se manter organizado. Neste caso, eu até diria que são mais para manter arrumado mais do que organizado, já que são coisas diferentes. Acho que vou colocar a lista num sítio bem visível para todos cá em casa. 

Eu não me consigo organizar sem papel e caneta. Gosto de escrever à mão, fazer as minhas listas para tudo e mais alguma coisa, mas para quem procurar algo mais prático podem espreitar este post do Simplifica. 

Ando com umas ideias para o quarto dos miúdos, e quando fiz uma pesquisa pelo google deparei-me com este canal do youtube. Ficou super impressionada com a habilidade desta rapariga, que por sinal, é portuguesa. Mesmo que não pensem fazer nada do que ela vos mostra, só de a ver fazer vale a pena. 

Fiquei cheia de vontade de experimentar esta receita de brownies feitos com tofu. Alias aproveitem e espreitem todo o blog, descobri-o há pouquíssimo tempo. 


quinta-feira, 23 de março de 2017

Livros III


Ter colocado todos os livros que ainda tenho em casa por ler em pilha na minha mesa de cabeceira surtiu efeito imediato. Logo após - e por após digo no dia seguinte - a ter terminado o Décimo Terceiro Conto de Diana Setterfield, olhei para a pilha de livros e meditei por dois segundos. No dia seguinte ia passar o dia todo longe, e agarrei o que me pareceu mais leve de ler: O Homem que Sabe Pensar de James Allen. 

Desconhecia-o, foi oferta de uma querida amiga e li-o de uma ponta à outra durante a sesta do meu pequenino. Não me tivessem distraído tanto com perguntas e conversas que claramente não me apetecia ter naquele momento, e mais rápido ainda teria sido. 

É um livro sobre o auto conhecimento e o verdadeiro poder do nosso pensamento e vontade. Vai de encontro ao que penso, mas por diversas vezes o senti um bocadinho repetitivo. No entanto, é repleto de bons conselhos e trechos que realmente me inspiraram. Uma leitura leve portanto, mas que dá aquela forcinha para nos sentirmos melhores ou para pelo menos, sabermos que podemos sempre fazer melhor. 

No dia a seguir a ter lido este livro que vos falo, comecei logo outro. Não tenho lido diariamente, mas na maior parte dos dias sim, e isso tem sido motivação que baste para continuar a cultivar de novo esse hábito que tanto bem me faz. 

E por ai? Lê-se? 

terça-feira, 21 de março de 2017

A maior dificuldade!

daqui

A minha maior dúvida quando penso em mudar de casa é: Onde vou guardar as minhas coisas? E por minhas coisas estou a falar de todo o material referente aos meus hobbies. Eu sou fã incondicional do DIY desde que me lembro de ser gente, por isso, tenho uma série de ferramentas que não lembram a ninguém. 

Para além disso, a costura é parte considerável na minha vidinha, e eu tenho todo um quarto dedicado só a ela, com mesa de corte, mesa para as máquinas, manequins (sim, plural) roupeiro cheio de tecidos, linhas, fitas, fechos, e tanto, tanto mais! 

Muitas vezes, penso em dar tudo, livrar-me sem dó nem piedade de tudo isto, ficar só mesmo com aquilo que me toca mesmo muito, mas depois, na hora de executar tal tarefa, sinto-me completamente incapaz de o fazer. Não consigo, simplesmente. Neste aspecto sou um bocadinho mais "Marie Kondo" e menos "minimalista". Essas coisas dão-me alegria, por isso quero-as na minha vida.

Sei que jamais vou usar todo o material que tenho, e talvez um dia até consiga desfazer-me de tudo, mas ainda não é a altura de o fazer. Entretanto, parto a cabeça a pensar, e estudar soluções para guardar estas coisas todas quando me mudar. 

sábado, 18 de março de 2017

Vale a pena partilhar #2


Desde que deixei de ver televisão - quer dizer, os canais normais - que deixei de estar em cima dos acontecimentos, últimas notícias, etc. É através das redes sociais e dos vossos blogs que me atualizo quando algo acontece. E foi assim que vi esta notícia. Realmente, há quem não tenha escrúpulos nenhuns e se aproveite da boa vontade dos outros. Vale a pena deixar aqui o alerta para quem ainda não tenha visto. 

Conhecem o novo blog Simplifica? Já sigo os blogs pessoais de duas das suas fundadoras há algum tempo, e esta nova colaboração promete. 

Adoro cestos, caixas, e toda a parafernália que pode ser usada na organização das nossas casas. Assim sendo, é óbvio que não podia ficar indiferente a este video. Ela usa piso emborrachado, mas acho que me safo bem com EVA. O que acham?

Eu que gosto tanto de comprar em segunda mão, fiquei muito contente por ter descoberto esta semana, este site, onde nada se compra ou vende: troca-se. Cada vez mais consciente do lixo que produzimos e quantas mais formas existirem para evitar comprar novo e contribuir para a produção em massa, melhor. 

quinta-feira, 16 de março de 2017

Hoje: zangada com o clima


Depois de uns dias jeitosos e bem quentinhos, apanhar com o frio que veio a seguir e toda esta chuva veio dar cabo dos meus planos e do meu bom humor. Ok, de certa forma só. 

Pfff... se não estivesse o vento que esteve no fim de semana passado, nem tivesse vindo a chuva a seguir, já teria o isolamento do telhado feito e este fim de semana dedicava-me às pinturas da minha casa. 

Assim, fico a chuchar no dedo e frustrada de não poder avançar com tal tarefa. O que é certo é que tem de ser feito antes do dia em que a cozinha chega. É que parecendo que não, um mês passa muito depressa. 

domingo, 12 de março de 2017

Livros II

Já aqui vos tinha dito como gosto de ler. Da leitora ávida que fui em tempos, e de quem guardo grande saudade. Em 2016 quis voltar a ganhar o hábito de ler com frequência, e no geral a coisa nem correu tão mal assim. Ficou muito aquém daquilo que eu lia por exemplo há uma década atrás, mas nessa altura não existiam filhos e o meu tempo livre, pertencia-me de facto todo a mim e só a mim. 

As minhas escolhas e o que faço com ele (o tempo) hoje em dia estão mais condicionadas, mas em tudo e para tudo na vida, sempre achei que quando se quer muito fazer/ser/ter, consegue-se sempre. Sei que muitas vezes temos que sacrificar umas coisas em prol de outras, mas se prestarmos atenção, se conseguirmos ver bem, a vida tem espaço para tudo, não tem de ser tudo vivido e sentido ao mesmo tempo, como tanto cremos hoje em dia que tem de ser. 

Anyways... 

Para este ano quis ainda mais leituras, mas até aqui ainda não ganhei o ritmo que procurava. Ora vejamos, li 4 livros o ano passado, e comecei um quinto em Novembro que nunca cheguei a terminar. Não teve aquela chispa em mim e foi ficando de lado meio esquecido à espera de uma oportunidade ou de ser esquecido de vez. Toquei-lhe umas duas vezes na verdade, talvez todos aqueles erros me tenham demovido mesmo antes de entrar no enredo. 

Não interessa. Pelo meio andei a ler "Alegria" de Marie Kondo. Tanto se fala e se escreve desta guru da organização que tive de o comprar quando o vi. Infelizmente não cheguei a encontrar o 1º dela antes e comecei mesmo por este. Ainda não irei partilhar a minha opinião sobre ele porque ainda não o terminei, mas tenho umas coisas a dizer. 

No passado 25 de Fevereiro, sabendo que iria passar umas boas horas num comboio, peguei num livro que adquiri o ano passado. Deixei de comprar livros compulsivamente há vários anos, quando fiquei em casa com a minha filha e decidi cortar drasticamente em gastos desnecessários. Livros, infelizmente eram um deles porque ainda tinha uma boa quantidade deles que nunca tinha lido. Lembro-me que este foi um dos primeiros que comprei quando voltei a trabalhar. Um mimo que eu merecia. 


O livro em questão é "O décimo terceiro conto" de Diane Setterfield, quem eu desconhecia por completo. Mas peguei nele, no meio de tantos outros e chamou-me à atenção...

O Décimo Terceiro Conto narra o encontro de duas mulheres: Margaret, jovem, filha de um alfarrabista, biógrafa amadora, e Vida Winter, escritora famosa, que, sentindo aproximar-se o final dos seus dias, convida a primeira para escrever a sua biografia. Na sua casa de campo, a escritora decide contar a verdadeira história da sua vida, revelando um passado misterioso e cheio de segredos. As duas vão partilhar vivências profundas, resgatando velhas memórias e confrontando-se com fantasmas há muito adormecidos. Sem que pudessem inicialmente prever, acabam por entrelaçar as suas vidas de forma tão intensa, que o resultado não poderia ser outro que não uma inesquecível história de amor, amizade e solidão.

Trouxe-o comigo, em Agosto de 2016 - tenho sempre a mania de escrever o ano em que adquiro os meus livros - e só agora o li, ou já o li, depende da perspectiva. É que também tenho por cá alguns que esperam a vez há (se não) quase uma década. Não interessa! Acabei de o ler hoje, e há muito que não lia um livro tão bom. Prendeu-me do inicio ao fim. Bem escrito, cativante, cheio de surpresas. Fiquei presa às vidas dos seus personagens, e foi-me muito difícil, muito mesmo, ter de o pousar para me dedicar a coisas enfadonhas como comer, esvaziar a bexiga, ou dormir...

tal qual!

Quando terminei de o ler, fiquei satisfeita. Que fim! Enquanto o lia só pensava, que belo livro para se fazer um filme e quando terminei e pesquisei, plim, lá está ele. Existe mesmo um filme baseado nele que eu quero ver. Já está na lista!

Além de me ter dado imensa vontade de ler mais... mais... mais... Tanto que percorri a casa, e juntei todos (creio!) os livros que me restam que ainda não li. São 12. Se conseguir ler um por mês dá para um ano. mas eu não quero ler só um por mês. Quero ler mais do que isso. Tenho-os a todos na minha mesa de cabeceira, empilhados de forma aleatória, para me motivar a ir baixando a pilha. 

Esta semana consegui ler todas as noites e gostava de manter o hábito. Ajudou ter mudado de técnica na hora de adormecer os miúdos (correção: o miúdo mais chato e resistente ao sono, que fica com urticaria quando está na cama dele e só faz saltitar para fora). Pretendo carregar o livro que estiver a ler comigo sempre, como fazia antigamente, e aproveitar todo e qualquer tempo morto para ler. Até ponderei arranjar uma mochila... ah ah ah... a pergunta que se faz é: faço-a* ou compro-a? 

E vocês, que andam a ler?! 

*a costura tem andado paradinha paradinha... aqui um bom exemplo de que não dá para se fazer tudo ao mesmo tempo, mas que, quando se quer muito, vai-se fazendo!

quarta-feira, 8 de março de 2017

Afinal, o que é isso da felicidade estar nas pequenas coisas?



Muito se ouve dizer por ai que a felicidade está nas pequenas coisas, nos detalhes. Mas poucas são as vezes em que conseguimos reconhecer esses momentos até eles terem passado. Hoje foi um dia bom. Se foi por ter sido o dia da mulher? Não. Se não fosse o vizinho do lado (no trabalho) a nos desejar um feliz dia, ou a rosa craft que a minha filha me ofereceu, e que fizeram na sala dela, eu nem teria dado por ter sido dia da mulher. 

Não. A felicidade hoje esteve mascarada de pequenos apontamentos no meu dia. Saí da cama mais cedo que o normal, enviei o e-mail que me esqueci de enviar na noite anterior e que martelava na minha cabeça. Despachei-me a mim e aos miúdos a tempo e horas, com calma, ajudou terem acordado, eles também, muito bem dispostos. Cheguei ao trabalho a horas. Preguei um susto à minha colega e fartamos-nos de rir as duas. Logo ali de manhã. 

A manhã correu bem no trabalho. Tenho a felicidade de ter uma colega com quem me dou bem, com quem posso conversar descontraidamente, que trabalhamos em conjunto, e nunca uma contra a outra. Gosto de lá estar, é um facto. 

Fui buscar a princesa mais cedo. Fomos lanchar com as primas (mãe - grávida - e filha pouco mais velha que a minha). O pai juntou-se a nós numa saída adiantada do trabalho que não esperávamos. Antes de ir buscar o mais novo, deu tempo de passearmos um bocadinho com a mana, comeu um gelado enquanto nos sentámos os três num banco de jardim, conversou connosco, só ela, como antes dele nascer. 

Fomos buscá-lo, estava bem disposto, não tivemos grandes birras. Visitámos os avós no campo e a casa em construção. O srº da cozinha foi lá tirar as medidas. As coisas vão avançando... pasito a pasito como diz a letra da canção que a minha filha trauteia nos últimos dias. 

O pai voltou ao trabalho, eu fiquei em casa com os miúdos. Sempre bem dispostos, sem birras, sem traumas e dramas. Limpei o fogão a fundo, andei a ignorá-lo nos últimos dias. Coloquei as poucas peças por lavar na máquina da loiça. Enchi a máquina da roupa com lençóis. E enquanto executava estas tarefas, pensava no bem que me sentia neste dia. 

Tive noção que os últimos dias têm corrido melhor, porque me tenho esforçado um pouco mais para isso. Os últimos eventos dos meus dias, têm-me feito bem, e assim tudo se torna mais fácil. Agora vou estender os lençóis e deitar os miúdos, vou-lhes ler uma estória, enchê-los de beijos e agradecer pelos pequenos gestos, pela simplicidade e grandeza dos nossos dias. 

sábado, 4 de março de 2017

Destes Dias #5

As minhas semanas não costumam ter grandes eventos. Os dias passam-se invariavelmente na mesma linha, no entanto, os últimos dias, semana, foram um tanto ou quanto remexidos. 

🙆
Para começar, fui até Lisboa (fui e vim no mesmo dia), e estive com amigas com quem há muito queria estar. Foi cansativo sim, mas soube tão bem... a fuga à rotina, estar com elas, falar de assuntos que temos em comum - eu que falo tanto, na verdade ouvi mais do que falei, nesta fase em que me sinto tão pouco produtiva, ouvi-las falar sobre os seus planos e ideias soube-me pela vida, acreditem!

🙆 💃
Na véspera de Carnaval, voltei a sair com as miúdas do costume, todas mascaradas, e mais uma vez foi até ao bar fechar. Temos fotos deliciosas onde estamos sempre a gargalhar. Desde a primeira vez que fomos a este bar, decidi sair todos os meses nem que fosse uma noite só com elas. Faz maravilhas pelo meu humor, e bem preciso. Isso foi em Janeiro, e com o extra do Carnaval, já lá vão 3 noites sempre de muita diversão. 

🙆
No domingo de Carnaval não fomos a nenhum desfile, como é costume, mas ainda assim vestimos os dois miúdos, que estavam aflitos, e fomos com eles até ao parque onde tirei fotos para captar o momento. Ao desfile fomos na terça à tarde. 

🙆 
Encomendámos a cozinha. Nem acredito. Ainda têm de lá ir tirar medidas, e depois chegará dentro de 4 a 6 semanas. Até lá, tenho que me dedicar a pintar a casa por dentro, esperemos que a chuva não seja para durar. 

🙆 
Finalmente contratámos uma empresa de condomínio para o prédio, e toda a gente se entendeu. Claro que a ovelha negra tinha que se opor a certas coisas, mas acabou tudo bem. Só faltaram duas ou três pessoas e a maioria estava de acordo com tudo, o que é raro neste edifício. Finalmente temos alguém a fazer a limpeza, e acabaram-se as discussões do "ah, mas agora não limpo porque sou sempre eu e o da frente está-se nas tintas"... 

🙆 👧
Fui às compras. Não sou rapariga de me perder em lojas. Geralmente nem tenho muita paciência, mas tenho andado com vontade de me mimar um bocadinho. Num dia, entrámos (família toda) numa loja só porque era nova, e eu já a conhecia de um outro sítio há anos, mas que pelas redondezas não havia. Entrei à procura de blusas quentes para mim, saí de lá com uma de verão e uma mais primaveril, umas calças para o pai, mais umas para o filho e umas leggings para a filha. Todos quiseram qualquer coisa. Noutro dia, entrei em duas lojas. Comprei um soutien para mim, e na outra, apesar de procurar roupa para mim, comprei 4 peças (que descobri em casa mais tarde, que na verdade eram 6, já que duas eram um conjunto de peças sobrepostas) todas para a miúda. 

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Destralhando - roupa

Começo este post por vos mostrar o trabalhinho final do fim de semana. Todos estes sacos saem de casa ainda hoje ou no máximo amanhã! Que sensação boa ver espaços vazios onde em tempos não cabia mais nada. 

Aqui
já tinha dito como a roupa é das coisas que mais dores de cabeça me dá cá em casa, talvez por isso, há vários anos que ganhei o hábito de volta e meia destralhar a roupa da malta (minha e dos miúdos - a do namorido só mesmo quando muda a estação e o "obrigo" a livrar-se do que já não está capaz). 

Não há muito tempo, dei uma geral na minha roupa e tirei muita coisa, até contei as peças que ficaram e tudo, para ter noção. No entanto, pouco tempo depois ainda consegui livrar-me de mais algumas peças que não combinavam com nada, e calças de ganga porque tinha-as em excesso. 

Mas, é como vos digo, eu ando mesmo sempre a tirar coisas, e cada vez mais. Assim que me apercebo que não visto algo há muito tempo (nem é preciso seguir a regra de um ano inteiro), vai logo para o saco das doações. E este fim de semana, sem estar a contar com isso, comecei por ir guardar a roupa dobrada que tinha lavado e quando dei por mim, já tinha mudado uma série de coisas de sítio e já tinha mais umas peças de lado para dar. 

Collants, todos numa caixa de sapatos, enrolados e à vista. 

Consegui organizar melhor o meu guarda fatos, poupando espaço e deixando as coisas mais visíveis. Não tirei fotos a tudo, apenas aos meus collants, que tirei da gaveta da minha mesa de cabeceira e que consegui enfiar numa caixa bem mais pequena, só por ter arrumado os mesmos em rolinhos, além de que ficaram todos visíveis. Adorei! Como a caixa é fechada, escrevi o que continha lá dentro na frente, e aproveito o espaço na prateleira com a caixa dos pijamas e camisolas interiores por cima. 


Como os tirei de uma das duas gavetas que tinha, fiquei com uma livre e pude arrumar também, de forma mais eficaz, o resto da minha roupa interior, que estava toda desorganizada e "ao molhe" numa só gaveta. Numa coloquei os soutiens de um lado e para as cuecas arranjei uma caixinha e arrumei-as em rolinhos também (o que eu já faço com as da minha filha há muito tempo - poupa imenso espaço e mais uma vez, ficam todas à vista). Atrás da caixa coloquei a touca da piscina e as minhas ligas, e em frente à caixa, coloquei luvas e outros sem par. 


Na gaveta mais baixa, coloquei as minhas meias que agora respiram muito melhor. Costumavam estar todas apertadinhas. Gostei tanto de ter feito isto, e agora ter tudo à vista. Fácil de escolher e de arrumar também. 


Estive mesmo inspirada este fim de semana. É que não me bastou ter atacado a minha própria roupa, ainda dei conta da quantidade monstruosa de roupa dos miúdos. Comecei por dar uma espreitadela na roupa que têm neste momento a uso (faço-o quase que semanalmente), e quando algo está estragado ou a ficar pequeno, sai logo, ainda assim, acho que têm mais do que precisam, mas se mantenho a maior parte delas é porque gosto mesmo e custa-me a dar antes de deixarem de servir. No entanto, tento dar uso a tudo, para não ser só tralha acumulada. Quando vestem determinada peça tiro da pilha #1, na hora de voltar ao sítio coloco na pilha #2, assim, vou usando tudo. 


Os dois sacos da foto de cima - assim não parecem - são enormes, e no fim, ficaram cheios com roupa que não servirá tão cedo ao meu filho. Felizmente temos a sorte de ter uma vizinha com um filho da idade da minha mais velha, por isso dá-me a roupa do miúdo para o meu mais novo. Mas é tanta, tanta, tanta, que cada vez que ela me dá (sempre sacos XXL e mais do que um de cada vez), eu faço uma grande seleção e muita dou mesmo que sirva ao meu filhote. É que é mesmo muita. Ainda assim, sobra sempre mais do que ele precisa, e só na altura em que tiro novamente para ver se lhe serve, é que faço outra seleção. Por vezes existem peças que quando guardei achei piada, mas que agora olho para elas e não gosto mesmo nada. Ou quando me apercebo por exemplo, ao tirar tudo o que serve para a próxima estação, que tem peças semelhantes que não fazem falta. Por exemplo, casacos acolchoados quentes, de 2/3 anos encontrei só desta vez uns 6 ou 7. Claro que doei alguns deles, mantendo apenas um vermelho, um castanho e um azul. 


Na primeira foto, ficaram as caixas/saco com as roupas que separei: Verão 2017 e Inverno 2017/2018. O saco tem as roupas para o Verão dela. Algumas que vêm do ano passado e que não estou certa que ainda lhe sirvam, e outras que vieram da prima. A primeira caixa da foto, tem as roupas para o próximo inverno dela, é a mais pequena. Mais perto da data, terei de fazer um inventário com as que sobrarem deste ano, e essas para ver se preciso e o que precisamos adquirir (ou não!). As caixas do meio são as dele. Verão em cima, e inverno em baixo. Na segunda foto, mostro sacos e caixas de arrumação que ficaram livres depois da purga. 

Antes de começar a destralhar, tinhamos o saco transparente cheio acima, e este vazio da última foto, arrumados na parte de baixo do roupeiro deles. As caixas das fraldas em cima de uma estante, uma das caixas de arrumação debaixo da cama dela. O saco grande com padrão e os de supermercado, estavam na arrecadação (que ficou praticamente vazia!!! Yay!), já a outra caixa, estava no meu quarto. Agora, cabe tudo no quarto deles, na parte de baixo do roupeiro e em cima da estante. 

E mais, consegui ainda tirar uma manta que já estava a ficar velha e que nunca usamos, umas cortinas laranja que não acho particularmente piada e que também estavam guardadas há imenso tempo, uma bolsa minha e um sobretudo do maridão com o qual ele já não se identifica (com o consentimento dele, claro!). 

Sinto-me bem mais leve. 
✌ 😉 ✌

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Cozinha: O projecto



Dizem que não há amor como o primeiro e eu tenho de concordar. 

Aproveitando a tarde em que o marido saiu mais cedo, pedi-lhe para irmos "namorar" outra vez, algumas das cozinhas que tínhamos visto anteriormente. Quanto mais olhava para elas, mais tinha a certeza que aquela, a tal, a primeira que olhei e disse "gosto mesmo desta" era mesmo  a q u i l o  que eu queria. 

Ainda andámos balançados entre essa e uma outra, mas os dois pendíamos mais para a mesma. A tal. Não foi tarde, nem foi cedo, a rapariga estava livre, não precisámos esperar para marcar e saímos da loja com o projecto e orçamento para a nossa cozinha. 

Até dói só de olhar, e nem sequer tem electrodomésticos incluídos. Mas é aquilo que queremos, ou que eu quero vá, que apesar de eu lhe ir pedindo opinião e ele dar, a escolha esteve sempre na minha mão. o único que ainda levámos ali a "discutir" um bocadinho foi a cor. 

Ele gostou mais da que está em exposição, que a rapariga chamou de "visão", e eu fiquei toda empolgada quando vi que também havia em branco. Claro, que fomos pela minha escolha, porque coisas de casa e decoração e tal e coiso, é comigo, segundo ele. Ele, diz, só olha ao valor para concordar ou discordar dos meus gostos...ahahahaha

Podem ver o projecto em cima. As únicas coisas que serão diferentes são, a cuba, que eu quero redonda e sem escorredor, e os dois últimos modelos altos do desenho, que será apenas um com a mesma largura. 

No fim a rapariga deu-me os parabéns por ter levado um rascunho tão detalhado das medidas não só das paredes, mas de todos os pontos chave, como saída para exaustor, canalização, essas tretas todinhas. Acreditam porém, que não tinha comigo o meu bloquinho onde aponto tudo, e onde tinha as medidas reais das paredes. Sei que uma tem quase 4m, e a outra deve ter uns 2,50m e por ai fizemos o orçamento, mas não é preciso. 

Disse-me também que tinha feito boas escolhas na disposição e que a cozinha que tinha ficava bastante funcional até. Não lhe disse que levo a estudar cozinhas e disposições há anos. Acham que devia? Sei o que quero, mas coloquei e tirei muitas outras opções da mesa no longo percurso que levámos até aqui. 

E agora, só para quem tal como eu, adora estas coisas... 

Estou encantada com a cozinha. Apetece-me mesmo ir já lá amanhã encomendar a coisa. Mas não! Tenho de me conter. Apesar do orçamento incluir a pedra para a bancada, ainda gostava de pedir orçamento para a mesma noutro sítio. E depois de ver qual me agrada mais, estou pronta para dar o passo seguinte na casinha.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Perspectiva

daqui

Não tenho por hábito entrar em casa alheia para bisbilhotar o que têm. Nem sequer ligo muito ao facto da casa estar arrumada ou não. Não me interessa, na verdade, já que não sou eu que lá moro, não é a minha realidade a que se encerra dentro de outras quatro paredes que não as minhas. 

Mas hoje, entrei em casa dos meus vizinhos de baixo e fiquei um bocadinho perplexa. Ou seja, a casa em si é igual à minha (ou quase vá, que ambos temos obras/alterações feitas), então fiz imediatamente uma comparação não intencional. 

Juro que troquei os olhos umas quantas vezes e me senti um bocadinho zonza. É que se eu acho que tenho tralha a mais em casa, e ando sempre com vontade de tirar mais e mais para fora, aquela casa não sei. Móveis até mais não, onde todas as superfícies estavam carregadas de biblos, molduras com fotografias, pequenas coisas perdidas aqui e ali, mas muitas... muitas!

E no fundo, isto ainda me deu mais vontade de reduzir ainda mais o que temos cá em casa, é que dei-me conta que tanta coisa, tanto acumulo me deixou um pouco claustrofóbica. A pouco tempo (espero!) de me mudar para uma casa mais pequena, quero levar connosco o essencial dos essenciais, e destralhar tudo o resto que me seja possível. 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Um botão!


Ainda sobre o último post, vejam bem como uma coisinha insignificante como este belo botão, pode dar origem a uma bela fatura. O barulho que vinha da máquina, e o que a levava a mostrar o tal do erro, era nada mais, nada menos que o botão que vos mostro acima, que deve ter caído de alguma peça - ou até mesmo algum que encontrei pela casa e meti no bolso, não era a primeira vez - e que se enfiou no motor da máquina e impedia aquilo de girar. 
Ao que parece, as garantias não cobrem estes problemas/avarias, mas nisso até tivemos sorte. O técnico que cá veio era um senhor conhecido e lá correu tudo bem. 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Ai sorte macaca

Ela já se andava a queixar há umas semanas, mas dada a sua tenra idade, achei que o pior cenário era coisa da minha cabeça e que ia correr tudo bem. Mas não correu. Há uns dias que dava um erro qualquer, um E-21 ou coisa assim. Se a desligasse e voltasse a ligar, aquilo lá desencanava e seguia em frente com o trabalhinho. Até ontem à noite. Que a bicha decidiu que era ali, morria com uma porrada de roupa lá dentro, por centrifugar, dentro daquela água nojenta. À noite, ainda por cima, por isso lá ficou a desgraçada da roupa por passar por água limpa, encharcada até mais não à espera que hoje eu pudesse tratar dela. Já está limpinha, torcida e estendida. Foi hoje que fiquei forte que nem o Hulk com tanto torcer e espremer roupa. Ainda por cima, a cabra da bicha tinha que morrer mesmo antes do fim de semana, é que com um aninho de comprada está na garantia, mas os senhores técnicos lá do estaminé não trabalham aos fins de semana, e a minha roupa suja, vai-se acumular até sabe-se lá quando. Lá terei de me estrear numa desses self-service e tal e coiso...