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segunda-feira, 9 de julho de 2018

Festa Panda

Como prometido no último post, hoje venho partilhar convosco a festa de aniversário dos miúdos do ano passado. O tema escolhido por ela foi "pandas" e deu-me imenso gozo preparar tudo. Quis uma festa colorida com os pandinhas em destaque. 

Para os convites usei um bloco de cartolinas de várias cores que tinha em casa. Imprimi o nome de cada amiguinho com um panda em frente para colar na parte de fora do convite. Na interior colei o convite em si com toda a informação. Fechei e coloquei uma fita para finalizar. Também usei o que tinha por casa por isso não foi igual para todos. 


Imprimi papeis diferentes para menina e para menino para serem um pouco mais personalizados. 



A festa teve lugar em casa da minha irmã, como sempre, pois ela tem um armazém grande e espaço exterior. A parte mais chata é que o armázem cumpre a sua função e está cheio de tralha que nunca chegamos a tapar. Em anos anteriores  faziamos a festa no exterior mas em pleno Julho, o calor estragava a comida em menos de nada, por isso este ano experimentámos fazer no interior e correu muito bem. 


Coloquei duas mesas, uma para salgados e outra para doces. A primeira estava claramente mais cheia e foi realmente a mais atacada. Na outra tinha os doces e as bebidas. Fiz tudo sozinha, mas até correu bem. Na hora de montar contei com ajuda da família, mas foi tudo confeccionado por mim. Este ano não tive saudades dessa parte e do stress associado embora seja algo que até goste de fazer. 


Inspirada por esta internet, até um pão em forma de panda em experimentei fazer. Não foi grande sucesso na festa pois muita gente achou que o preto era corante e ficou reticente a experimentar, mas não. Só usei corante alimentar para o verde. Nas partes pretas do panda o que usei foram sementes de sésamo pretas trituradas. 


Na mesa dos salgados, tinha os rissóis, croquetes, pasteis, paté, tostinhas, sandes, batatas fritas, quiche, pão panda, queijos, etc. 


Na mesa dos doces coloquei pipocas, oreos, palitos (bolachas), pudins, gelatinas, mousses, pandas marshmellows, tarte de natas. E claro, os sumos variados. No ano anterior fiz uma limonada que coloquei em barril de vidro. Como foi com tema da frozen coloquei umas gotinhas de corante azul e ficava lindo na mesa, podia ter feito o mesmo de novo mas esqueci-me completamente. 


Aqui a ideia dos marshmellows. Usei uma caneta de pastelaria para desenhar algumas carinhas nos doces. A ideia era fazer em todos mas não houve paciência. Fiz só nalguns. 


Para as lembrancinhas fiz cabeças de pandas com eva para colocar em lápis. Comprei vários brancos e juntei logo um e outro. 


Depois, criei caixinhas panda com rolos de papel higiénico que pintei de branco com ajuda da filhota. O preto foi feito com cartolina e as cabeças imprimi na impressora, mesmo em casa. Imprimi também mais pandas em papel autocolante e coloquei no interior das caixinhas. Numa loja do chinês comprei uns saquinhos que trazem vários brindes que também juntei, tal como os lápis e um saquinho de gomas. Na festa ainda tínhamos os frascos de bolhas de sabão para dar aos miúdos. Alguns sairam sem levar. =( 


Tal como o resto, o bolo foi feito por mim. Tinha duas camadas, a primeiro de alfarroba que passou muito bem por chocolate para a maioria, e a segunda era com farinha de coco e não correu tão bem pois partia-se com facilidade, embora o sabor fosse bom. Entre ambas as camadas usei creme custard que deixou o bolo super delicioso. 
Para decorar barrei o bolo com natas como faço sempre, e usei pasta de açúcar preta e branca para os detalhes da cara do urso. Fiz as bochechas com pintarolas rosa. 


Numa loja das redondezas imprimi fotos dos miúdos e carinhas de pandas em papel de arroz comestível. A ideia era ter feito queques e usá-los como toppings mas não deu, por isso usei-os em redor do próprio bolo. 


No exterior tínhamos uma piscina insuflável pequena e uma em forma de castelo com um dragão ao qual ligamos a mangueira e aquilo esguincha os miúdos pela boca. Foi a loucura. Também tínhamos jogos de argolas e balões de água para uma guerra entre meninas vs meninos. Ganharam elas, já agora. 


A miúda ainda teve direito a bolo na escola. Para esse o tema que a pipoca escolheu foram os PJ Masks. A imagem do bolo também foi impressa na tal loja que infelizmente, fechou entretanto. Imprimi também o nome dela que coloquei na frente do bolo (apagado nesta imagem).


Era um bolo arco-iris por dentro. Foi a segunda vez que o fiz e os miúdos (e graúdos também) adoram sempre. Não é dificil, dá é um bocadinho de trabalho fazer. Da primeira vez que o fiz lembro-me de ter levado cerca de 4h, desta penso que foi um pouco mais rápido mas não me recordo quanto tempo ao certo.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

*7* e *4*

Nos últimos dias os meus filhos festejaram os seus sete (ela) e quatro (ele) anos. Normalmente junto a festa de ambos por terem tão poucos dias um do outro, mas este ano não houve festa temática e com todos os amigos presentes como gosto de fazer. 

Pois que o mais novo pediu a festa na escola, com um bolo e os amigos muito antes de fazer os anos e como foi numa segunda feira aproveitei para deixar assim mesmo. Comprámos um bolo do Faísca no supermercado à última hora (vá lá que é fã do Faísca desde sempre) e fiz umas lembranças improvisadas no mesmo dia para levar aos coleguinhas. 

Para ela andávamos a pensar numa festa da Ladybug há algum tempo mas acabou por ficar sem festa. É que a rapariga partiu a televisão da sala (também nem temos outra, só podia ser da sala) e lembrou-se de culpar o irmão. Por isso, mais por essa atitude do que propriamente pela tv partida, o castigo que teve foi ficar sem festa de aniversário. 

Ela não se chateou muito pois a festa de fim de ano da escolinha do mano foi nesse dia, por isso, não tendo uma festa dela, não deixou de estar numa. Além disso, a avó veio passar todo o dia com ela, e ela tem uma adoração enorme pela avó. 

À noite, depois do jantar cantámos-lhe os parabéns com um bolo que fiz depois da festa do irmão, e que decorei com a Ladybug. Telefonei às mães de duas amigas de quem gosta muito e que vivem do outro lado da nossa rua e sem ela saber convidei-as a cantarem os parabéns connosco e comer bolo. Ela adorou a surpresa e ainda brincaram cerca de uma hora juntas antes de ser hora da cama. 

Voltando à festa dele. Pois bem, no próprio dia não tinha nada preparado porque passei o dia anterior de roda da casa nova, chegámos a casa tarde e estava estoirada, já não tive tempo nem de fazer bolo, nem de pensar em lembranças. Só queria dormir e descansar. 

No dia seguinte (dia do aniversário) ainda fui trabalhar pela manhã e quando sai lá comprei o bolo. No mesmo supermercado ainda comprei um saco de balões coloridos e várias caixinhas de pintarolas, vêm em conjuntos de 3 por pouco mais de 1€ cada. Não gosto de dar doces como lembranças, mas às vezes calha e nesta situação não podia escolher/exigir muito porque o tempo não estava do meu lado. 

E o que fiz com as pintarolas? Pois bem, para ficar mais bonitinho, aproveitei duas micas para criar pequenos saquinhos de pintarolas. Usei uma pequena máquina de selar que sela e corta ao mesmo tempo. Comprei-a no Aldi ou no Lild há algum tempo e dá imenso jeito. Despejei um tubo de pintarolas em cada saco antes de o selar. Depois, colei um balão a cada saco com uma washi tape aos quadrados branca e preta que lembra as bandeiras das corridas. No outro lado do saco colei etiquetas com o nome do meu filho e a data do seu aniversário. Fotos no fim deste post. 

E sabem do que é que eu me lembrei? Que tenho as fotos do ano passado guardadas, à espera para vos mostrar e nunca cheguei a fazê-lo. Vou preparar outro post só com isso. Espero que gostem. 


segunda-feira, 25 de junho de 2018

Ela já sabe


A minha filhota teve a primeira bicicleta com cerca de 3 anos. Inicialmente aprendeu rapidamente a andar com as rodinhas, mas a miúda praticamente só andava em casa da tia então deixámos por lá e ao fim de pouco tempo estragou-se e ela nunca mais pedalou. Pouco depois ficou com a bicicleta de uma prima, mas as rodinhas estavam meio mancas, e ela não se sentia segura por isso chorava que tinha medo. O pai que não é nada paciente para estas coisas ainda lhe meteu mais medo e a miúda nunca mais quis sequer experimentar. 
No passado Natal oferecemos-lhe outra, maior, mas ainda com as rodinhas. Deixámos na casa nova porque não dava para a ter aqui no apartamento. Mas, raramente lá íamos com ela, e só mais recentemente é que começou a andar com as ditas rodinhas postas. 
Porém, a catraia tem azar e estas rodas também não ficavam firmes, a rosca passava e volta e meia subiam um pouco fazendo-a ganhar medo. Lá calhou de apanhar o pai bem disposto há uns dias, tirou as rodas e lá a tentou ensinar. E ela conseguiu, ainda que muito toscamente. Assim que teve espaço para pedalar, ela conseguiu ir encontrando o equilibro. 
Num segundo dia em que fomos para a casa e estavamos ambos ocupados com outras coisas, a criança marfou-se e foi-se à bicicleta sozinha. Quando nos chamou já dominava a coisa como gente grande. Que orgulho mais grande da minha menina. É uma criança insegura muitas vezes, mas quando quer consegue enfrentar os seus medos, receios ou limitações, e sempre que o faz, consegue chegar lá. 

sábado, 23 de junho de 2018

um pé dentro e outro fora

Estava para aqui a pensar há quanto tempo nem sequer ligava o computador. O último dia em que aqui publiquei, deve ter sido mesmo o último em que liguei a máquina. 
A sério que não entendo como é que este mês de Junho já está a acabar. É verdade que por aqui tem sido um corre corre, mas ainda assim custa-me acreditar que daqui a nada estamos em Julho. Quando é que o passar do tempo pretende abrandar? Assim ninguém dá conta. 
O mês tem sido produtivo porém e estamos mesmo mesmo com um pé na casa nova e outro na velha. Já está até cheia de móveis. Neste momento ando eu e o marido a dormir em colchões na nossa sala porque já levámos a cama para o outro lado mas ainda não a voltámos a montar. 
As máquinas da loiça e da roupa também já lá estão. As camas dos miúdos ainda não foram alteradas e como tal vamos tentar fazer isso antes de mudar. Outra coisa que também quero colocar antes que ainda não coloquei, é a cabine para o duche. 
Para já, estoirámos o orçamento para o mês, vamos ter que esperar pelo próximo. Juro que perdi a conta das contas que tivemos que pagar este mês... pareciam florescer do nada.


segunda-feira, 28 de maio de 2018

ser adulto

daqui
Há sempre qualquer coisa não há? Ser adulto é na maioria das vezes uma: treta. Quanto não vale sermos crianças, inocentes, ignorantes dos problemas, que já ninguém nos esconde quando crescemos e temos que fazer frente a uma série de situações, onde nos pedem para controlar as nossas emoções, as nossas atitudes. E no entanto qual é a coisa que a maior parte das crianças quer? Crescer. Ser grande. Eles não sabem, e por mais que nós lhes queiramos mostrar que não vale a pena crescer tão depressa, eles não entendem. Só querem crescer, ser grandes e donos de si próprios. Eles não sabem. Não. Nós nunca seremos donos de nós próprios... a não ser que sejamos as pessoas mais egoístas do mundo inteiro, e ainda assim acredito que nunca conseguiremos ser donos de nós próprios. Já dizia a professora de filosofia "a minha liberdade acaba onde começa a tua". 

domingo, 6 de maio de 2018

Vale a Pena Partilhar #6


Há tanto tempo que não fazia um"vale a pena partilhar", não é? Mas cá estamos hoje para tratar disso. Nos últimos tempos tenho passado mais tempo a ver vídeos no youtube do que propriamente a ler blogs, por uma simples razão, é que os vídeos vejo e/ou ouço enquanto faço outra coisa qualquer, como limpar, costurar, cozinhar, etc, enquanto que para ler tenho que estar exclusivamente a fazer isso apenas. Por acaso como tenho estado de férias, até andei a ler alguns dos blogs que acompanho e gosto, mas realmente já não o fazia há muito tempo. 

Isto tudo para vos dizer, que sim, algumas das minhas sugestões de hoje vão levar-vos diretamente a alguns canais do youtube, como é o exemplo do canal ClutterBug. Descobri-o por acaso há uns meses e fiquei fã. Não só pelas dicas maravilhosas que a autora partilha, mas acima de tudo pela sua boa disposição, sinceridade e como no fim de cada video conta sempre alguma história pessoal que nos põe na certa a rir. 

Eu sou fã de lentilhas. Não sei quanto a vocês mas para mim é um alimento essencial na minha alimentação. Sei que muitas pessoas nem sabem muito bem como as cozinhar, por isso, deixo-vos hoje uma sugestão simples e fácil de fazer. 

Há histórias que acompanhamos e que nos fazem sorrir muito e chorar também. Sentimos tudo vivamente com quem escreve do outro lado do ecrã, mesmo que nunca os tenhamos visto na vida. Isso acontece-me com o blog Ideias Debaixo do Telhado, onde houve uma grande ausência da autora, mas que retomou agora com uma história fantástica que já me fez chorar bastante. Ainda por cima, há pouco tempo partilhou este bolo de chocolate que fiquei cheia de vontade de experimentar também. 

Encontrei aqui uma ótima sugestão para férias com os miúdos. A verdade é que por cá, estas duas semanas de férias que tenho estão a ser passadas em casa. O marido vai ter uns dias em Junho e gostavamos de ir a algum lado, mas ainda não temos nada planeado. 

quarta-feira, 21 de março de 2018

A resistente!

Eu não tenho remédio! As plantas na minha casa não duram mais de um mês. Ou é água a mais, ou é água a menos, ou é sol a mais, ou é sol a menos... não tenho mesmo jeito nenhum. No entanto, há uma que tem a idade da minha filha, ou um pouco mais até. Uma vez separei-a em dois vasos, porque a bicha é resistente, e conseguiu brotar mais um pé. Mas isso foi há um par de anos. Um dos vasos secou, mas o inicial lá continua. Para ajudar à festa, tenho uma gatinha nada simpática que gosta de a mastigar, algumas das folhas ficaram em muito mau estado e ainda assim ela mantém-se viva - isto era caso para ser estudado. Qual não foi o meu espanto, quando esta manhã passo por ela, faço-lhe uma festa em plano "ó coitada de ti!" e descubro um novo rebento, anos depois do último. Oh, fiquei tão feliz! Ainda há esperança para esta assassina de plantas! Espero que ela se aguente para mudar de casa comigo, e quem sabe ser mais feliz e vistosa na outra. 




quinta-feira, 8 de março de 2018

Para Março (Felliz dia da Mulher)

daqui

A primeira semana do mês já passou. Não foi uma semana bonita de se ver, Março entrou triste, e cinzento. Normalmente até gosto, mas não assim. 
Fevereiro foi paradinho aqui pelo blog, estive bastante ausente e gostava de melhorar esse aspeto neste novo mês. Visto está que já não comecei bem, sendo esta a primeira entrada de Março, mas vou tentar estar por cá mais vezes. No entanto e como previsto, foi um mês cheia de azafama cá por casa. 

Assim sendo, vamos lá ver como me portei:

- Fazer o fato de Carnaval para a escola do piolho e para os colegas.  - fiz 3

- Confirmar presença no casamento de um amigo.
- Fazer o fato de Carnaval que o piolho pediu. 
- Fazer os arranjos às calças que me pediram. 
- Comprar armário para "lavandaria" da outra casa. 

- Ler um livro. - Não, outra vez! Fiquei bloqueada com o que iniciei em Dezembro e matou todo o meu mood para as leituras =( 


- Escrever uma carta a uma amiga. 
- Costurar duas prendas de aniversário. - só costurei uma

- Costurar uma blusa para o piolho. 
- Costurar um vestido para a piolha. 
- Destralhar meu quarto da costura.  - mas ainda gostava de destralhá-lo muito mais
- Mudar cama da piolha. 

- Uma saída para dançar com as amigas. - nada feito


💫    💫      💫 

E o que é que espero para Março? Para ser muito sincera nem sei bem. Gostava de despachar de vez o que falta na outra casa, mas como já tenho dito, não depende só de mim. Outras coisas que tenho para fazer são:

- costurar ou comprar fatos para nós 4 para um casamento em Abril 
- ler um livro, não desisto
- ser mais assídua aqui no blog 
- destralhar os trabalhos dos miúdos de anos anteriores 
- não comprar tecidos novos
- preparar surpresa para o dia do pai

É pequena a lista, ainda assim, vamos ver como corre quando o mês terminar. 

daqui
Ah, e é verdade! Feliz dia das mulheres! Mas para as mulheres a sério. O marido hoje mostrou-me uma imagem no fb que dizia "Feliz dia das mulheres, para aquelas que o sabem realmente ser. Para as outras, esperem pelo dia da criança!" ou algo assim. Escusado será dizer que adorei! Se por um lado gosto muito do dia da mulher, por outro não tenho pachorra nenhuma para este dia. Não! Não fui jantar fora, nem vou sair com as amigas para ver um strip e fazer figuras tristes a tentar apalpar todo o triste do homem que hoje tiver a infelicidade de se cruzar com um grupo deste espécime. Não preciso de um dia para que juntar com as minhas malucas para rir e me divertir bastante sem faltar ao respeito a ninguém, principalmente a mim mesma. O único que marcou este meu dia de hoje, foi o maridão ter-me oferecido o casaco vermelho pelo qual babei ontem enquanto corríamos loja atrás de loja na esperança de encontrar um vestido ou jumsuit (uma chiquesa, qual macacão, qual quê!) vermelho que me enchesse as medidas (ainda não encontrei!). 

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Então e que tal essas Sombras?


Ao contrário de meio mundo, eu não aderi à histeria '50 Sombras de Grey', por isso nunca pude realmente opinar sobre isso. Acho que logo no início ainda me despertou alguma curiosidade, mas eu sou um bicho estranho, e quando vi toda a gente a 'endoidecer' pelas sombras, acabei por perder qualquer interesse ou vontade de ver o filme ou ler o livro. Assim que, nunca li o livro nem nunca vi o filme. 
Quer dizer, isto até há cerca de uma semana atrás. Não sabia muito bem o que esperar, tenho amigas que me disseram que aquilo não era nada de especial, nada demais que justificasse o falatório e a loucura do mulherio. 
Outra chegou a dizer-me que aquilo era pornográfico, por isso, e a modos de poder fazer o meu próprio juízo, lá aproveitei que passaram o primeiro dos três filmes num dos canais nacionais para me desvirginar disto das '50 Sombras ...'. 
E o que é que eu achei? Que realmente prometiam mais do que podiam cumprir. Não desgostei, não vou falar mal, mas também não achei que fosse isso tudo. O rapaz gosta de dar uns tau-taus... enfim... Isso sim, fiquei curiosa para saber o que acontece a seguir. Srºs da tv, passem lá o #2 faz favorê!

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

E da casa que nunca mais arranca...


Esta situação da casa tem dado cabo dos meus nervos; é que nem isto nem aquilo. 
Nunca mais conseguimos arranjar tempo para ir terminando as merdinhas que ainda estão por acabar na outra casa, e eu vou perdendo o gosto por esta, já que não consigo ter tudo como quero - a iminência da mudança faz-me não investir nesta, tanto monetariamente como em dedicação (leia-se organização, arrumação, limpeza). 
Há muitos anos que sinto falta de móveis de arrumação ideal, mas uma vez que a outra casa tem sido sempre o plano, já há vários anos, achei sempre que era um gasto desnecessário mobilar esta exatamente ao meu gosto e dentro das nossas reais necessidades.
Esta falta de arrumação conveniente tem dado cabo de mim, ainda para mais desde que descobri aos poucos que sou uma pessoa desarrumada por ser demasiado picuinhas na forma como arrumo tudo. O que mais me custa é encontrar um sistema que funcione para mim. Depois de o encontrar, consigo ser consistente. Sempre achei que era pura e simplesmente desarrumada e preguiçosa, mas afinal, eu gosto é de ter tudo tão bem arrumadinho que quando não tenho tempo de o fazer, vou empilhando tudo até encontrar esse momento, e isso traduz-se em muitas pilhas, obviamente. 
Desde que tive os meus filhos, consegui gerir melhor tudo isso, primeiro porque deixei de ter um quarto só para as tralhas, e depois porque tinha mesmo que gerir o espaço para guardar tudo o que uma criança traz com ela. 
Nestes últimos dias, andei a destralhar com fé novamente. A atacar espaços pelos quais passava todos os dias e fingia que não estavam lá para não ter de lidar com eles. Ainda tenho alguns espaços desses, um deles mesmo à minha frente neste momento como a tentar-me, a mostrar-me que ainda estou muito longe de conseguir chegar onde quero. 
E a minha sanidade mental continua a ser posta à prova. Custa-me tanto saber que tenho lá no outro lado uma cozinha novinha em folha por estrear, estantes com arrumação, soluções práticas e simples que tenho procurado encontrar há tanto tempo. Há muito trabalhinho a fazer por lá, mas penso que se conseguir gerir tudo como tenho imagino as coisas podem correr muito bem. 
Queria mesmo mudar antes do meio do ano, mas já desisti de fazer planos quando sou a única a tentar cumpri-los. Há precisamente um ano, eu tinha a mesma esperança, de me mudar antes do meio de 2017, mas está visto que não correu como eu esperava. Começo a ficar saturada desta situação, cansada fisicamente deste 3º andar sem elevador e esgotada psicologicamente por saber que podia estar poupada disto há muito tempo. 

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

é oficial: tenho uma adolescente de 6 anos em casa

A minha miúda achou que era boa ideia pedir-me para cortar o cabelo. sou fã de cabelos compridos e tentei vender-lhe o meu peixe...

queres mesmo cortar?
sim!
mas eu não gosto de cabelos curtos.
mas eu gosto.
mas eu sou a mãe.
e o corpo é meu
mas fui eu que o fiz, por isso é meu
pois fizeste, mas agora é meu e eu é que decido

...

mas cabelo comprido é tão lindo
eu prefiro curto
não gostas de comprido?
não!
olha lá o meu, não gostas?
sim...
então afinal gostas de cabelo comprido!
não, mas disse que sim para não te fazer mal

...

e pronto... ontem levei-a a cortar o cabelo e ficou feliz da vida! aproveitámos e cortámos o do minion mais pequeno também.



ficou assim uma coisa muito semelhante à da foto
vá, eu confesso aqui entre dentes... ficou mesmo muita gira!

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Como fazer a espargata... à minha maneira!


Isto filmado é que era... era, e deve ter sido. Aqui contei-vos que já tinha ido ao Ikea comprar as camas dos miúdos, o que eu me esqueci de contar foi que nesse dia dei um espalho monumental. A sério, monumental, devia ser património da comunidade dos patetas (neste caso eu incluída, claro). 
Eu conto! Estava eu a tentar perceber qual era a cama que queria quando me dei conta que estava no corredor atrás de mim, viro-me para me dirigir a ele, mas senhor marido querido havia estacionado o carrinho com a caixa da nossa kallax em cima, mesmo atrás da minha pessoa. Ora, já se está a ver, não é? 
Dª Magda Maria aqui, não só bateu com a canela na p**a da aresta da caixa, com toda a força imaginária, como ainda conseguiu alçar a outra perna por cima do carrinho das compras numa tentativa de manter o equilíbrio e evitar uma queda maior. Mas o dito carrinho, entretanto foi deslizando, num circulo quase perfeito, obrigando-me a deslizar com ele nessa roda maravilhosa que fez, concluindo assim numa bela d'uma espargata. Já nem sei aos anos que não fazia uma. 
Se cheguei a cair? Bem na verdade não, fiquei ali no meio caminho. O marido pensou que me ia queixar das virilhas ou coisa assim, tal foi o show, mas não. Queixei-me mesmo foi da canela que ainda hoje tem um durão, está negra e dói com o frio. O que me apetecia naquele momento, era só gritar palavrões tal foi a dor. Mas portei-me como uma lady e assim que me recompus da minha espargata improvisada, a primeira coisa que fiz foi olhar à volta... ninguém estava a ver. Ufa! 
Só depois me lembrei, que estes sítios têm cameras e algum segurança lá do outro lado deve-se ter escangalhado a rir da minha figura. Bem, ao menos alegrei o turno de alguém... ou vários! 

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

A controvérsia do Natal


Éramos cinco à mesa. Dois casais e eu. Falámos sobre o Natal, uns gostavam de encher a casa com a família mas lamentavam a trabalheira que dava; os outros juravam que no próximo ano iam passar o Natal num hotel sem terem que se preocupar com fazer comida e blá blá blá... eu estava algures pelo meio. Gosto de cenas em família, mas há certas coisas que me aborrecem... este ano soube-me muito bem passar em casa só com os meus mais que tudo. 
Um deles dizia que cada vez gostava menos desta época... quando tudo soa a falsidade, onde há as chatices de onde e com quem passar e tal e coiso. Concordo! Por mim, passava todos os anos como neste último. 

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

depois do Natal e antes do Ano Novo




Pronto! O Natal veio e passou. Este ano ficámos em casa, eu, ele e os nossos miúdos. Correu tão bem, a calma contrastante com a azafama dos natais passados em casa dos nossos familiares, soube-me pela vida. Foi um Natal em pijama, acolhedor, com tempo e muito carinho (e algumas birrinhas dos mais novos da casa, claro!) entre nós. 

Agora, a loucura do Natal já ficou lá para trás e anda tudo focado no próximo evento: a Passagem d'Ano. Nós vamos passar em casa de uma amiga, nada de por ai além, mas tenho cá para mim que vai correr muito bem. Entretanto ainda temos dois aniversários pelo meio: o da minha irmã (felizmente comprei logo a prenda com antecedência - o último livro de Isabel Allende, que ela é fã), e o da filha dessa amiga onde vamos na passagem de ano, que é 6 meses certinhos, certinhos mais velha que a minha. Adoram-se uma à outra!!

Entretanto tenho pensado muito no ano que está a terminar, e nas coisas que quero muito fazer, começar, ou mudar em 2018. Talvez partilhe algumas delas convosco mais tarde. 

sábado, 18 de novembro de 2017

Agora é tudo a mana.


Sentei o miúdo na sanita, e no azulejo da parede ao lado, vejo uma série de riscos de lápis. Sabendo muito bem qual era a resposta, perguntei-lhe quem tinha feito aquilo. Ele, muito prontamente respondeu logo "Foi a chata!" - a chata é a nossa gata. "A chata não sabe pintar", disse-lhe eu. Mas o rapaz não se fez de rogado, nem me entregou os pontos. Acrescentou logo "Foi a mana!". Chamei a mana, que (óbvio!) disse logo que não tinha sido ela, e não mentia porque ela é l-o-g-o apanhada quando mente. Frente a frente, ele lá deixou escapar um "foi o eu". Admitiu a culpa por uns segundos, e mal a irmã deu costas... "foi a mana!"
...

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

O meu Cabelo

ilustração de victoria francés

Sempre usei cabelo comprido. O mais curto que recordo de o ter em miúda era a bater-me mesmo nos ombros. Na adolescência lembro-me de ter feito esse corte pelo menos uma vez, depois, deixei de saber o que era cabelo curto... até há uns dois anos. Deu-se assim um ar qualquer, e meti (ou mandei meter) tesoura nele. Na altura lembro-me de medir a trança que sobrou... 40 ou 45 cm de cabelo - que friso - estava entrançado. 

Nos primeiros dias - semanas, vá! - até que estava satisfeita com o corte, apesar de saber ainda antes de o cortar que aquilo não era para mim, que tenho um cabelo muito grosso, muito volumoso, tenho mesmo uma vasta gadelha. Nem nestas alturas de queda eu me preocupo com a quantidade disparatada de cabelos que vejo cair todos os dias, porque certamente ficam cá muitos outros. 

Mas voltando ao corte - sou terrível para me dispersar, cabelo curto em mim é tipo juba de leão, abre até não poder mais, e eu sou baixinha sabem? Não gostava nada de ver. Curiosamente toda a gente gostava, salvo raras exceções. 

Isto tudo para dizer que nos últimos dias tenho ouvido elogios maravilhosos ao meu cabelo porque tenho andado com ele solto. E está enorme outra vez!!! Não tanto como quando o cortei, mas mais uns meses e chegamos lá. Já tinha saudades de ouvir toda a gente a gabar-me a melena, se calhar ter-lhe dado uma corzinha ajudou, mas é realmente pelo comprimento e jeitos que as pessoas gostam dele. 

Se há coisa que me deixa mesmo vaidosa é o meu cabelo, causador de invejas e tecedor de comentários quando passo. Quando não o uso comprido não sou eu, faz parte da minha identidade e juro que me sinto quase nua se não o tenho assim compridão. Apesar de na maior parte do tempo até andar com ele em coque - principalmente no trabalho, é que não consigo trabalhar com cabelo a pender-me na cara. 

Pronto era só isto, hoje. 

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Porque não?

daqui

Hoje tive a casa cheia. Quando fui buscar a minha filha à escola, trouxe mais duas comigo, e mais tarde juntou-se ainda o meu pequenino. Passaram toda a tarde na brincadeira, comeram panquecas (pedido feito na véspera por uma delas), vestiram-se de princesas (e uma de vampira!), e houve muitas gargalhadas por aqui. 

Por isso, sim, se posso fazê-los felizes com tão pouco e tão facilmente... porque não?! 

Uma das meninas disse que era a primeira vez que ia a casa de uma amiga, que o pai nunca deixava, mas que desta vez sim porque era a melhor amiga. A outra, já tinha ficado connosco o dia inteiro para poder ir ao aniversário da minha, e tinha também passado cá outra tarde, está mais à vontade. São as três umas miúdas fantásticas, portaram-se lindamente, entenderam-se sem problema algum. 

Na escola porém, a euforia devia ser tanta naquela sala de aulas, que levaram as três uma bolinha amarela no comportamento porque não conseguiam parar de conversar. É tão bom ser-se criança, não é? Pena que nos esquecemos (nós adultos), de como era tantas vezes. 

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Será que sabem o que é um STOP?

Eu devo ter um íman qualquer que faz com que os outros condutores se queiram vir enfaixar em mim. Sorte a minha, sou muito boa a esquivar-me. Oh yeah, ontem um gajito, com um carro nada pequeno, quase que se espeta contra mim, valeu-me fugir para a faixa do lado (graçá-déu não vinha ninguém!). Esquecem-se sempre dos STOPs comigo. Ai há uns meses uma querida senhora não só se atravessou à minha frente (tendo ela stop e eu estando na via principal) como ainda se pôs a refilar comigo, como se tivesse razão. Depois também há as que param sem terem stop, e eu paradinha no meu canto (com stop) faço sinal para que avance e claro, a senhoria refila comigo de braços no ar e tudo. Mmmm a sério?! Poupem-me!!!