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quarta-feira, 10 de setembro de 2025

Regresso às aulas numa escola nova

Estamos novamente naquela altura do ano em que os miúdos voltam para a escola, o tempo começa a esfriar, e os recomeços tomam lugar. 

Por aqui, os treinos de vólei da mais velha já retomaram no início da semana, amanhã têm ambos apresentação com as DT's, ambos numa nova escola, novos colegas... mas curiosamente tanto a DT dela, como a DT dele já foram professoras deles antes o que é bom. 

Mudámos os miúdos de escola porque as coisas não estavam a correr muito bem na anterior, espero que seja diferente nesta, além de que estão mais perto de casa agora. 

Tirei esta semana de férias para estar mais presente neste novo reinicio deles, para preparar o retorno, mas estou como no ano anterior. Temos os livros (falta um, houve uma confusão com um dos vouchers dela e andámos às voltas), mas não estão forrados (sei que tenho um rolo algures e não o encontro!), não temos material nenhum, nem cadernos de fichas (só compro os que os professores pedem, por isso é sempre depois das aulas arrancarem). 

Ainda não me mentalizei que a correria está a começar novamente, e vai ser terapia de choque na segunda feira quando retomarmos todos em casa as rotinas. Hoje já foi o último dia de férias do pai, amanhã será o deles... 


quinta-feira, 12 de junho de 2025

Apresento-vos a Oreo!


Depois do Skully eu estava muito convicta a não ter mais animais. Custou-me muito tomar a decisão que tivemos de tomar no seu fim de vida, e queria mesmo muito proteger-me a mim, aos miúdos e até ao V. de outra situação semelhante. 

Mas já diz o cliché que é melhor ter tido e perdido do que nunca ter tido, não é? E acho que isso se aplica também ao amor e à companhia de um animal de estimação, que forme parte integrante desta família. 

Assim sendo, devido à saudade e falta que via nos miúdos, principalmente na G., fui maturando a ideia de voltarmos a ter um bebé nesta casa... E a oportunidade surgiu quando a S. mostrou no IG dela, os gatinhos recém-nascidos de uma gata de quem ela cuida. A Oreo e os manos nasceram a 15 de Abril, e ela chegou a nossa casa no dia 2 de Junho. 

Uma bolinha de pelo, com uns olhos tão doces. Não demorámos muito a escolher o nome. Tanto eu como a miúda, não gostamos dos nomes típicos que dão aos bichanos, queríamos algo diferente. Entretanto, ela disse que tinha de ter nome de comida (nota-se que a miúda gosta de comer?). alguém sugeriu "Sushi", mas esse já é muito usado. Logo a seguir, ela sugeriu "Oreo" e todos concordámos. 

Desde que chegou, já se nota diferença nela. Come bem, brinca muito (é uma louca destemida!), já reconhece o som do saco da ração e do seu pratinho. Sabe pedir comida quando tem fome e se possível dorme sempre connosco. Já responde quando a chamamos pelo nome e o brinquedo que a S. lhe comprou quando a deixou aqui, é sem dúvida o seu preferido! 

quinta-feira, 3 de abril de 2025

mood: escrever para nada dizer

Como assim já estamos em Abril? E eu que queria tanto ter retornado aqui mais vezes, sei lá, nem que fosse para encher este espaço de palha. 

Escrever o blog é uma forma de forçar a criatividade, meter a cabeça a pensar para além do dia a dia e da mesmice de cada um deles. É trabalho - casa |sabendo que casa também significa trabalho em vários sentidos, neste caso é mesmo trabalho também, daquele que paga as contas|, casa - trabalho,  e daqui não se sai. Planos fazemos muitos, isso sim, mas vamos empurrando cada um deles com a barriga até que das duas uma, ou os atropelamos ou somos atropelados por eles, venha o diabo e escolha. 

Mas, o que é que eu vinha mesmo aqui escrever? Nem sei! Bater com os dedos nas teclas, ver se saia daqui alguma frase bonita, qualquer coisa com sentido que me fizesse pensar no futuro:

- Tão bonito! Fui mesmo eu que escrevi?! 

Como acontece quando leio textos que fiz quando era miúda, e me levam a perguntar, por onde é que ela ficou? Já não escrevo. Já não sei escrever, já não consigo florir palavras de forma a criar uma primavera... estão a ver?! Tudo me parece forçado. 

Olhem, vou mas é costurar... pelo menos isso faço bem, a miúda que eu era deve estar muito frustrada com a escritora que havia nela, mas muito orgulhosa da costureira em que me tornei! É assim, por mais que se queira, não se pode ter ou ser tudo. Pelo menos ainda não desisti. Dizem que o que importa é não desistir, certo? Ou era saber quando desistir? Ai vos deixo, com essa questão!


sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

pensamentos de fim de ano, versão 2024

2024 está por uns dias apenas, agora mesmo é Natal, e com o fim do ano chega-me sempre a necessidade de parar, organizar-me, refletir sobre o meu caminho. Almejar fazer diferente com a perspetiva de um novo ano, um novo recomeço, uma nova oportunidade de fazer melhor. 

Gosto de analisar o que fiz do meu ano, e assentar objetivos para o que ai vem. Se colocar tudo o que aconteceu nestes últimos 12 meses numa balança, com o bom e o mau, acredito que ela pende mais para o primeiro. 

Ora então vejamos... 

- Ofereci a carta de mota ao meu mais que tudo em Janeiro. 

- Fizemos uma viagem a Ronda e arredores. 

- Continuei a trabalhar no Almofariz da Vila, um espaço que tenho como segunda casa, onde somos família. Se bem que uma vai embora em breve, e vou sentir muito, muito, muito a falta dela. 

- Aumentou a procura pelos meus serviços como costureira, aumentando assim também os meus ganhos. 

- Temos finalmente um muro no nossa varanda, e vamos poder usufruir bastante dela em 2025. 

- As obras necessárias para tratar das infiltrações no exterior também já foram feitas. Ficou a faltar dentro de casa, terminar a wc dos miúdos, colocar rodapés e portas nos quartos deles... 

- A miúda entrou numa equipa de vólei e tem imenso jeito para a coisa. Temos tido uma vida social mais agitada graças a ela. 

- Levámos a miúda ao Iberanime, e aproveitámos para visitar um amigo em Santarém. 

- Fizemos passeios de mota, assistimos a concertos, fomos a feiras medievais, jantares com amigos e família. 

- Comprámos um carro novo, porque o dele já estava bem velhinho e a cair aos bocados. Claro que despachei o meu para ele, e fiquei com o novo. 😁

- Fizemos jantares temáticos os quatro, em dias especiais. 

- Pintámos e redecorámos o nosso quarto de casal. 

- Vi muitos arco-irís este ano. 

- Retornei a este cantinho, mesmo que de forma frugal. 

Nem tudo foi borboletas e arco-íris, então:

- Perdemos o nosso gato Skully, o que nos doeu bastante a todos. 

- O miúdo entrou no 2º ciclo e não tem sido fácil para ele. 

- Queríamos ter viajado mais. 

E não me recordo de mais nada que fosse mau ao ponto de marcar o ano, e é por isso que digo que a balança pende (bem) mais para o lado bom. 

Se tivesse que escolher três palavras para 2025, como fiz em anos anteriores, seriam elas:



Focar-me nos meus objetivos, é o maior dos objetivos em si. 
Sou de fácil distração e perco-me em tanto que quero fazer. 


Esta vem de mãos dadas com a anterior, e se me manter focada, sei que posso prosperar no trabalho, no amor, na família, no meu percurso pessoal. 
E obviamente, esta também vem de mãos dadas com a anterior, certo? 


sábado, 28 de setembro de 2024

Skully * 2020 - 2024 *



Fez ontem uma semana que tivemos que nos despedir do Skully. Veio para o nosso lar com cerca de dois meses em Maio de 2020, o mesmo mês que levou o meu pai. E ficou connosco até ao dia 20 de Setembro passado. Viveu quatro anos, metade da sua vida doente, com tratamentos mensais, e ultimamente a qualidade de vida do pobre bichinho estava a diminuir a olhos vistos. Ele, que nunca foi um gato de perder pêlo, estava a perdê-lo às mãos cheias, o seu sistema imunitário estava demasiado fragilizado. Foi uma decisão que tivemos que tomar, que nos custou e que nos partiu o coração. Já não temos um gato na mini casa,  mas ele será sempre O gato da mini casa. Quem mais sentiu esta perda, foi sem dúvida a minha miúda, era muito ligada a ele. 


quarta-feira, 11 de setembro de 2024

Regresso às rotinas

Olá! E um viva aos recomeços. Estamos novamente naquela altura do ano, em que anda tudo em nervoso miudinho, ligeiramente saudável atrevo-me a dizer, do regresso à escola. Não só à escola, mas também às rotinas, aos horários mais controlados, e no fundo mais fáceis de gerir por sabermos com o que contar, pelo menos para mim, é assim. 

E este ano, planeio um regresso aqui, a este cantinho. 

Voltando ao tema regresso à escola, é para mim também regresso à organização doméstica. Ementas precisam ser elaboradas, porque com os treinos de vólei da miúda de volta, os horários do fim de tarde são muitas vezes reduzidos, e quando a organização falha, falham as refeições saudáveis e equilibradas, falham os horários de dormir, tudo falha. 

Amanhã arranca por aqui. Pela manhã a reunião do mais novo, pela tarde a da mais velha, para a qual os pais já não fazem lá falta nenhuma, é assim, muita independência 😁 Na sexta, dizem eles, é dia de arrancar a sério. 

O mais novo vai começar agora o 2º ciclo, e não sei se não estou eu bem mais nervosa do que ele. Com ela foi tranquilo, mas ele é o bebé desta casa, não estamos prontos. No entanto, confio na capacidade dele de se ajustar, e acredito que vai correr tudo bem. 

Se já tenho tudo pronto para este regresso? Claro que não. Temos os livros que chegaram e ainda esperamos alguns que nunca mais chegam. Tenho metade dos livros que já recebemos forrados, e o resto por forrar. Material?! Nenhum! Quando vierem com as listas vamos comprar tudo junto. 


segunda-feira, 9 de setembro de 2024

tenho um bichinho

Tenho sentido dentro de mim um bichinho. um bichinho que vai fazendo cocegas, acho que me quer desafiar, ou fazer-me despertar de um sono profundo. 

Há mais tempo do que aquele que consigo admitir, que não me consigo reconhecer como um todo, sou e vivo em, e de pedaços que não conseguem ser nada de concreto. E que vontade eu tenho, de pegar em mim, virar-me do avesso e voltar a reencontrar-me no espelho!

Tenho sentido um bichinho dentro de mim, que me pede que volte aqui, que explore, nem que seja só para mim, esta parte que era tão minha. 

Estou cansada, sempre cansada, há demasiado tempo cansada, e começo a sentir-me cansada de o estar.

 Preciso de dar retirada às distrações que não me permitem sair desse circulo interminável e tomar as rédeas, mesmo sabendo que já o tentei tantas outras vezes e que as perdi, soltei sem antes chegar ao meu destino, ou pelo menos à estrada certa. 

terça-feira, 29 de novembro de 2022

03-11-1958 ----- 10-11-2022


Aqui já tinha falado sobre a doença súbita da minha mãe, um cancro no rim esquerdo muito agressivo. Foi diagnosticada em Julho, sujeita a uma nefrectomia a 18 de Agosto, teve alta a 24 e veio para minha casa. Entretanto ainda passou uns dias com a minha irmã, mas voltou para cá. A recuperação não estava a ser fácil e nunca deixou de sentir dores. 

Durante o mês de Outubro acompanhei bem de perto como a sua saúde se deteriorava e foram dias e noites complicadas, em que as dores eram paralisantes, desesperantes... e para mim, acompanhadas de uma grande impotência. 

No fim desse mês deu entrada no hospital, tão fraca e tão mal que a vi que acreditei quando me vim embora, que essa era a última vez que a via com vida. Estava com uma infeção séptica. No entanto reagiu aos antibióticos numa primeira fase. Uma semana depois, deixaram de fazer efeito e a infeção alastrou. 

Um dia antes do seu 64º aniversário, a médica ligou-me para me dar essa notícia. Para me preparar para o pior. No dia do aniversário dela voltou a falar com a minha irmã, reforçou a ideia de que a partida da minha mãe estaria para breve, que naquele ponto, era algo garantido, à espera de aconteceu. 

Passou-se mais uma semana até ao último dia, e de repente vi-me órfã de mãe e de pai. Já não tenho quem me chame de filha, e no entanto parece tudo surreal. Apesar de já termos vazado a casa onde morava (porque era alugada, ainda nos falta a dela mesmo na Espanha), parece que é mentira, e que a qualquer momento pode voltar. Bem sei que não acontecerá... 

sexta-feira, 14 de outubro de 2022

Destes Dias #24

este post ficou perdido nos primórdios de morarmos nesta casa... não quis deixar de o publicar! 


 a minha miúda na abertura do benfica x sporting 

 a grinalda de luzes nova (do lidl) no meu quarto

miúdos de férias. primos. casa desarrumada e feliz 

mesa e cadeiras finalmente a uso. uma planta que tento que recupere

quarto em processo de destralhe

quinta-feira, 15 de setembro de 2022

Das férias de verão

Tinha aqui um rascunho de uma publicação sobre o início das férias dos miúdos. 😅 Ah Ah Ah 😁 As férias estão por um fio já e eu nunca mais cá voltei. A verdade é que hoje já fui à reunião com a professora do mais novo, e segunda feira arrancam as aulas para ambos. 

Não foi um verão fácil. Para começar com o mais leve, o pai está a trabalhar há relativamente pouco tempo num novo trabalho e como tal não teve férias, passamos todo o verão em casa. Depois, a casa da minha irmã ardeu num incêndio e para arrematar a minha mãe ficou doente e assim de uma semana para a outra foi sujeita a uma cirurgia de urgência, e cuja recuperação não está a ser propriamente pêra doce. A cirurgia foi no dia 18 de Agosto, está cá em casa desde o dia 24 pois não podia ficar sozinha. 

vidros partidos, tudo preto... lá fora, parecia neve, mas era cinza... 

Fizemos muito pouco com os miúdos... 😔 ... não fizemos praia nem um só dia, o que valeu aos miúdos é que eles até são mais de piscina e este ano voltámos a comprar uma insuflável para o quintal (que o cão do vizinho rompeu porque decidiu vir para aqui morder nos nossos - e teve que pagar outra, obviamente). A festa de aniversário do miúdo não correu como esperado, embora tenha acabado por se divertir ainda assim... aprendemos sempre algo, desta vez a convidar só quem realmente importa porque de 6 convidados da turma, 5 cancelaram na véspera. Esta turma que calhou ao meu miúdo é mesmo top! (olhá ironia, claro!). 

... mesa das comidas ... 

o bolo que ele escolheu era todo ele feito em fruta e preparei-o mesmo antes de cantar os parabéns para que estivesse fresquinho. foi um sucesso. 


Ainda fizemos algumas coisas engraçadas com eles, mas pouco. Acampámos com os tios e os primos dois dias...



Fomos à concentração de motos de Faro e mais um par delas locais... 

Fomos a alguns aniversários e um deles teve lugar num espaço com quinta, e mesmo depois de termos dado a voltinha para ver os animais, alguém veio dizer que a cabra tinha parido, claro que foi tudo a correr ver a bebé. Que coisa mais fofa, mal acabada de parir e já se colocava de pé. 


A miúda lá festejou o aniversário, várias semanas depois, pois queria juntar as três melhores amigas na festa, mas faltava sempre alguma que ou iam de férias, ou isto, ou aquilo. Lá fez a sua festa do pijama como queria, e divertiu-se bastante.
 
digam lá que não montei uma boa esplanada para jantarem na rua?

Demos um ou outro passeio noturno com eles que adoram passear quando o sol se põe, comemos churros, waffles... brincaram em parques e passearam à beira mar. Há lá coisa melhor numa noite quente de verão? 


Passeios por shoppings quase não existiram, então num ou dois que fizemos deliraram, como se fosse uma grande coisa... 😆


alte

alte

Boas ou más, acabaram-se as férias e é tempo de retomar rotinas mais ou menos iguais. Confesso que já me fazia falta, embora não tenha a certeza se será melhor assim ou não. De certa forma, e como estive sempre a trabalhar desde casa, ter os miúdos em casa é um descanso, não ter que andar no leva um, leva outro, vai buscar um, vai buscar o outro... 

E por ai? Já arrancou o regresso à escola? Como foi o vosso verão? 

quinta-feira, 30 de junho de 2022

...mais covid...


São cada vez mais raras as vezes que passo por aqui para escrever sobre o que quer que seja. O mundo está louco lá fora, e nós vivemos cada dia devagar, um depois do outro, sem saber que loucura virá a seguir. 

No meu mundo pessoal, também têm sido muitas as mudanças, muitas as incertezas... Muitos projetos parados a meio, em standby porque nem sempre as coisas correm como esperamos, ou pretendemos. 

Hoje por exemplo, já me sinto bem e capaz novamente, mas o raio do bicho (i.e. covid) apanhou-me outra vez e andei aqui no baixa e sobe com a febre, nada a ver como estive da primeira vez. O raio do bicho veio mesmo na pior semana, em que tinha as festas de aniversário dos miúdos para preparar, a festa de fim de ano onde os miúdos atuaram os dois, e o vestido para o baile de finalistas da sobrinha por terminar. Hoje, vai ser dar corda aos sapatos para o vestido. A festa da miúda, que teria sido ontem/hoje (festa do pijama como tem feito nos últimos anos) foi adiada para daqui a um par de semanas porque uma das amigas não vai estar cá antes e ela prefere esperar por ela. E a festa do miúdo que seria sábado, lá teremos de alterar também. O pobre já ficou sem festa o ano passado, também por culpa do covid, quando mandaram os miúdos todos de quarentena apenas uns dias antes, para nós que somos adultos, é fácil de entender, mas ele?! Que faz oito (e sete no ano passado)... Até mesmo ela que é mais velhinha, ficou desconsolada por eu estar com covid e incapaz de lhe dar a festa pela qual tanto esperou e tão ansiosa estava. 

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Destes Dias #29


Acabo de perceber que ainda não inaugurei o ano aqui no blogue. Como vos está a correr 2022, brincando, brincando, mais de mês e meio já foi. Se calhamos a distrair-nos a olhar para o lado, daqui a nada estamos no verão. Oh, o verão não digo, que nunca fomos grandes amigos, mas já calhava bem uns dias de primavera quentinhos =) 

O ano vai indo, tenho separado algum tempo para estudar (modelagem), é o meu calcanhar de Aquiles quando falamos de costura. Na realidade, são coisas distintas complementares, e apesar de me desenrascar bem a modificar moldes pré feitos, há muito que quero ser capaz de criar qualquer peça que imagine do zero. No entanto, nunca me dispus realmente a aprender, aprofundar conhecimentos até agora. Dei os primeiros passinhos o ano passado, mas agora lancei-me. 

Tenho lido, vou no segundo livro, portanto dentro do planeado. O primeiro devorei-o num par de dias, o segundo está a ser interessante, mas fiz uma pausa nas leituras durante uns dias e agora mais recentemente peguei nele com mais vontade. Mas sobre livros falarei mais tarde. 

Tivemos todos Covid cá em casa, os miúdos passaram mais ou menos, nada para além de uma gripe, febre, com um dor de cabeça latejante. O pai teve igual, eu tive um rol interminável de sintomas e fui também a que levou muito mais tempo a recuperar. Nunca antes na vida senti dores tão fortes nas ancas, dor de cabeça, ocular, cansaço extremo, mas extremo mesmo, diarreia, perda de memória, tosse, expetoração, febre que não baixava facilmente, enfim... uma festa. 

No dia de São Valentim, fomos jantar os quatro ao McDonalds. O marido até me convidou para jantar, só nós os dois, mas numa segunda não quis deixar os miúdos na casa da avó, para mim, não é o dia dos namorados, é o dia do amor, e faz-me muito mais sentido passá-lo com eles os três. Eu e o pai, temos outros tantos dias no ano para festejar o amor, o nosso amor. Nesse dia, escondi bilhetes em forma de coração na lancheira de cada um. Adoraram a surpresa! À tarde, preparei-lhes um prato flor temático, cheio de corações com alguns dos snacks que mais gostam e por fim, deixei-os escolher o jantar, quiseram ir ao Mc, e fomos. 

Desde o início do ano fizemos algumas cainhadas, mesmo aqui por perto, passeios à praia... basicamente, sair para apanhar um pouco deste sol de inverno tão bom deste meu Algarve, que é a melhor coisa que temos.

domingo, 31 de outubro de 2021

Happy Halloween

 Espero que estejam a aproveitar bem este Halloween. Cá por casa somos fãs, e este ano lá voltámos a decorar a casa (mais concretamente, a sala) com pequenos detalhes. 


A festa fizemos na passada sexta feira, que coincidiu com o meu 38º aniversário. Tivemos alguns pratos temáticos, mas no geral foi bastante simples. Durante as últimas semanas também preparei lanches temáticos para os miúdos, e a alegria que isso lhes dá não tem preço. 



Hoje que já é o dia em si, não fizemos nada de especial, para além de aproveitar o domingo de ronha que este tempo acabado de chegar, com vento e chuva pede. E por ai? Como se festeja (ou não?!) o Halloween? 

sábado, 7 de agosto de 2021

Destes Dias #28

Como prometido, venho partilhar o resto do mais relevante de Julho, e desta oportunidade de passarmos mais tempo de qualidade juntos. Então, deixem lá ver, levámos os miúdos a passear por Loulé, onde nunca tinham ido. Adoraram o jardim, vimos um grupo a praticar tai chi e ficaram deslumbrados a observar. Foram felizes para o parque infantil, mas a experiência não foi a melhor, uma vez que estavam lá uns miúdos arruaceiros e até cuspiram em cima do meu  miúdo. Estava capaz de pregar um estalo a cada um deles, que nem aos pais tinham respeito. O pior, é que nem falavam português, e pais à vista também não havia. Deviam ter a idade dos meus, nem eram muito grandes nem nada. 



Visitámos lugares onde costumávamos ir quando eram mais pequenos e que já não visitávamos há mesmo muito tempo. Temos fotos com ambos nesses baloiços, eram eles pequeninos e andavam ao meu colo, quando ainda (os baloiços) estavam inteiros. 



E para finalizar, já mais para o fim do mês, fomos um bocadinho mais longe, numa viagem de um dia a Tomar. O objetivo era levar os primos ao acampamento de férias, e aproveitar para passear. Eu só tinha um pedido, ir visitar o Covento de Cristo. E fomos. Só tinha estado em tomar duas vezes, uma quando era miúda e nem me lembro disso, outra, adolescente, numa excursão com a escola. Tomar foi apenas paragem para o almoço, mas nunca mais esqueci o rio, o centro é lindo. 
Almoçámos por lá e descemos até Santarém onde nos encontrámos com um amigo dos tempos de escola e que há um par de anos voltou para a sua terra. Depois, só voltámos a parar em Alcácer do Sal para jantar. Foi um dia cansativo, porque foi muito tempo no carro, para lá e para cá, mas soube-me pela vida. Só a visita ao Convento, com a fascinação que eu tenho pelos Templários, e imaginar que andaram por aquelas mesmas pedras, salas, etc... Só por isso valeu a pena, mas também não posso deixar de mencionar as belas paisagens que apanhámos pelo caminho. Portugal é realmente um país muito rico que merece ser visitado como deve ser. É por isso que está decido, nas próximas férias, queremos explorar mais o centro do país. 




segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Destes Dias #27

Em Julho estivemos todos em casa, o que é algo sem precedentes, todo um mês juntos e eu que estou habituada a passar tanto tempo sozinha - e que preciso de o fazer, na verdade, que eu amo os meus filhos e homem, mas chiça, para o bem da minha sanidade mental, tenho mesmo de ter uns momentos a sós... 

Ai caraças, já estou a divagar. Dizia eu, que um mês com a maltinha toda em casa, o dia inteiro, já está a parecer uma eternidade, mas não faz mal. Aproveitámos para fazer uns passeios, coisas que nem sempre temos essa oportunidade de fazer. 

Julho foi rico em bons momentos e venho partilhar alguns deles. Começámos por acampar mesmo aqui na nossa cidade. A minha irmã teve a autocaravana no parque umas duas ou três semanas e nós fomos passar um sábado lá (o último de Junho ainda), e depois o fim de semana seguinte também. 

Os miúdos adoram estas andanças, o pequeno é louco por água e aproveitou muito bem a piscina. Temos que ter 20 olhos cada um com este miúdo. Não tem medo nenhum, manda-se à água como se não houvesse amanhã e que se lixe se tem pé se não tem. Ele já se vai desenrascando a nadar mas se se cansa, ainda se vê aflito. 




Outro dos sítios que visitámos foi a exposição de dinossauros em Albufeira, no parque do ribeiro. O mais novo não estava lá muito entusiasmado quando chegou, mas depressa ficou, leu as informação de todos os dinossauros com a mana, e acabou por ser um momento muito agradável para todos. Levámos farnel e fizemos um piquenique por lá também, o parque tem mesas e bancos e bastante espaço verde, onde correram, saltaram e rebolaram o quanto lhes apeteceu. 




Fizemos praia, fomos a uma festa de aniversário com mais piscina (e ainda houve a do meu filho no início do mês, e do marido no fim), demos umas voltas de mota... entretanto, mostro mais num próximo post para não carregar este ainda mais. 



Regresso às aulas numa escola nova

Estamos novamente naquela altura do ano em que os miúdos voltam para a escola, o tempo começa a esfriar, e os recomeços tomam lugar.  Por aq...