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sábado, 11 de dezembro de 2021

Novo cabeçalho e novo desafio para 2022

Reparei que não mudava o "look" deste espaço desde 2018. Isso não é nada normal em mim, que ando sempre a trocar tudo. Gostava muito do antigo cabeçalho, mas ando a precisar novamente de mudanças. 

Ultimamente, tenho sentido uma grande saudade de quem eu era quando era apenas uma miúda. Uma miúda que podia com tudo neste mundo, que sonhava com tudo e que acreditava que os sonhos são para se realizar. Que se expressava de tanta forma diferente, que respirava tanta forma de arte como se existisse dentro da sua própria pele. 

Porém, sei que já não sou essa menina, que a vida mostrou que nem todos os sonhos são para seguir, aliás, que nem todos os sonhos são bons de manter. Por vezes, evoluem, mudam, transformam-se noutros, ou em alternativas mais palpáveis.

Sinto falta dessa menina, mas não quero ser ela outra vez, quero ser outra versão dela. A minha versão atual. Redescobrir-me a mim mesma, voltar a explorar pedaços de mim, de mim mesma, e não das coisas que me acontecem, ou das pessoas que me rodeiam. 

Uma das coisas que quero recuperar de mim é a escrita. Já não sei escrever. De tempos a tempos deparo-me com coisas que escrevi há mais de vinte anos e fico espantada com a capacidade que tinha de transformar sentimentos em palavras. Creio que perdi o jeito, mas quero muito voltar a encontrá-lo. 

Para 2022, quero propor-me um novo desafio. Quero desafiar-me a escolher um tema diferente a cada dia, e escrever um texto baseado nesse tema. Não faço a mínima ideia se vou conseguir, não faço ideia que tipo de textos vão sair daqui, acredito que a prática, seja para o que for, é precisa, e é isso que pretendo. Praticar. Pode sair daqui uma bela merda, mas e depois? Se não tentar, nunca saberei. 

E tu? Tens saudades de alguma parte do que já foste? O quê? 


domingo, 3 de janeiro de 2021

desafio: 3 meses sem compras (3º e último mês) ... e já agora, bom ano novo!



Então bom ano minha gente! Mais uma virada e toda a gente cheia de esperança neste novo ano. Não estou nem eufórica nem apática em relação a 2021. Estou aqui para ver o que trará. 

E chegado Dezembro ao fim, chegou também o meu desafio dos 3 meses sem comprar roupas ou tecidos. Se a memória não me falha, este é capaz de ter sido o melhor dos três meses, apesar do Natal. 

A verdade, é que este ano não andei feita louca a tratar de prendas de Natal. Há vários anos que queria passar a oferecer só às crianças mas nunca mais arrancava com isso. O ano passado já consegui reduzir e agora neste é que foi mesmo a bombar. Só dei prendas de Natal às crianças mais pequenas, algumas mais velhinhas já ficaram de fora... 

A única pecinha de roupa que comprei, foi uma camisola interior de algodão para o meu miúdo, o tecido era muito bom e estava a um preço simpático, não quis deixar de aproveitar pois ele até precisa. AH! Lembrei-me agora, comprei duas (ou três) leggings para mim com pelinho por dentro porque o frio apertou e eu sou uma moça friorenta. 

Estou livre outra vez para comprar o que me apetecer sem remorsos - diz ela, que na verdade nunca compro assim ao deus dará se não precisar mesmo -  e a minha sobrinha já me cravou para ir com ela aos saldos gastar o dinheiro que recebeu no Natal. Lá terei de ir, vou espreitar uma camisolas para a minha mais velha também. Mais um pulo! Muitos pulos dão estes miúdos, quando uma pessoa acha que está orientada com a roupa deles. Lá vêm os pulos, ora dum ora doutro e lá vamos às comprinhas. 

segunda-feira, 30 de novembro de 2020

desafio: 3 meses sem compras (2º mês)

 


Mais um mês deste meu desafio. Andei aqui a pensar e não me lembro de andar "nas compras" nestas últimas semanas. Porém sei que voltei a quebrar a regra. Fui em busca de umas sapatilhas novas para o miúdo e passei no corredor de roupa interior de senhora... a culpa não foi minha, juro!... o marido quis ver umas t-shirts novas para ele (está fora do meu desafio - ahahaha) e passei por lá, atrás dele... e pronto, tinham um body interior tão, mas tão giro. Tinha de o trazer e ver se me ficava bem, não é? E olha, fica mesmo! 😉 

Fora isso, voltei a pisar a linha duas vezes, mas na verdade nem sei se conta (olha ela a fugir). É que comprei, num dia, um tecido com caveiras natalícias e com ele pretendo fazer umas botas de Natal para todos nós cá em casa. Há uns dias voltei a comprar mais três tecidos, dois com motas para fazer máscaras (com as encomendas que recebi, já recuperei o valor do mesmo), e o último foi do Super Mario, para fazer qualquer coisa para o meu miúdo. Ah, comprei um em algodão branco também, mas mais uma vez, vai para máscaras. Digam lá, isto não conta, pois não? 


De resto andamos quietinhas com poucos gastos. Isto com confinamentos também não motiva nada a essas andanças. A verdade é que não tenho sentido necessidade de sair em busca desta ou daquela peça. Não nos tem feito falta nada além daquilo que já comprei aos miúdos.


terça-feira, 10 de novembro de 2020

desafio: 3 meses sem compras (1º mês)


Pouco mais de um mês depois de me ter lançado a mim mesma o desafio de 3 meses sem compras venho aqui fazer o meu primeiro balanço de como a coisa está a correr. Sem muita enrolação, digo-vos já que não foi um mês a zeros no que toca a compras, ainda assim estou muito satisfeita ao olhar para trás. 
Logo no início de Outubro, o meu sobrinho mais novo fez 3 anos e a mãe "pediu" que as prendas fossem roupa, o que me levou a lojas de roupa. Pronto. Tentação. Comprei as roupinhas para o miúdo e encontrei o robe que procurava para a minha mais velha, e que já tinha dito que ia mesmo comprar. Só que, nesse dia não foi tudo. 

Acabei por trazer também dois tops (tipo soutien) sem costuras também para a miúda que os começou a usar recentemente e eu sabia que queria mais. Ainda cheguei a desenhar um molde para fazer eu mesma, mas aqueles até estavam baratinhos e senti-me "preguiçosa" por isso aproveitei. O maior pecado nesse dia foi mesmo um soutien que comprei para mim, só porque sim. Porque ele estava ali e era bem giro e eu sou louca por roupa interior. 

Só voltei a entrar num shopping para procurar umas botas novas para a miúda também, pois as do ano passado já não serviam. Claro que acabei por entrar numa loja de roupa e saiu de lá com alguns boxers e cuecas para o miúdo. 

Também ponderava fazer mais, mas a quantidade de trabalho que passei a ter fora de casa aumentou (ao ponto de trazer imenso para casa, e ainda fazer uma série de horas extra), para além das horas que dedico também em casa a costurar as encomendas de máscaras que ainda me vão fazendo. O tempo para as outras costuras, as que faço por diversão, encurtou e muito. 

Não tenho tempo, nem motivação para costurar uma série de pequenas peças que a loja me oferece já pronto, em troca de alguns euros. Mesmo reciclando t-shirts, precisava de elásticos, usar a máquina e linha... eu ficava a perder, não só pelo material, mas também, porque neste momento o meu tempo vale mais. 

Se isso me afeta? Não. Se sinto que já dei cabo do desafio? Também não. Fazemos estes desafios com um propósito, no meu caso, ponderar mais antes de comprar. Pensar realmente nos pró e contras de cada peça que compro. Ainda tenho dois meses pela frente, aliás um terço de Novembro já passou e eu não comprei nada. 

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

desafio: 3 meses sem compras


Tenho um novo desafio para mim - e para ti também se estiveres prepradado/a e com vontade para isso. Vou já dizer-te no que consiste e como cheguei lá. Até ao fim deste ano (daí os 3 meses) acabaram-se as compras de roupa e tecidos cá por casa. Temos todos mais do que suficiente, e se faltar alguma coisa, vou ter que a fazer eu - claro que esta parte do desafio só serve para quem sabe costurar! E é só isto, normalmente, as minhas exceções nestes desafios são: roupa interior, e algo que precise mesmo ser trocado (tipo bata do trabalho, ténis para escola, roupa interior (embora tenha feito as últimas dos miúdos)... 

Então e como é que cheguei a esta brilhante ideia? Leiam o testamento que já lá chegaremos. 

Depois de me lamentar da falta de publicações nos blogues de ontem, andei à procura de alguns que me interessassem ainda, que falassem diretamente aos meus interesses e me cativassem. Não é fácil, há sempre demasiada publicidade, os blogues que continuam ativos estão cheios de publicidade a algum produto e/ou serviço que pretendem vender. É tudo negócio e é por isso que fui deixando de seguir muitos dos que seguia. 

Saltitei de um para outro e acabei por passar algum tempo a ler umas publicações sobre destralhar no blog Happy Simple Mom. O que li fez sentido para mim, e fui ficando, abrindo uma atrás de outras. É que passei a sexta e o sábado a destralhar cá por casa também, e fiquei com o bichinho de destralhar mais novamente. Ando quase sempre nisso, bem sei, é uma constante, mas ainda há sítios da casa, onde coisas se vão acumulando. 

Está mais que visto que perdi um bocado o controlo naquilo que compro, e ultimamente andei a comprar mais do que precisava só porque sim, porque podia e me apetecia mimar-me com compras. Não que seja uma compradora compulsiva, mas há uns anos ganhei o hábito de comprar muito pouco, e agora já me estava a esticar comparando comigo mesma. 

Bem, isto para dizer que ao ler este blogue que vos falei acima, tropecei com este artigo que ressoou imenso na minha cabeça, é que em Agosto, desafiei-me a comprar apenas e só o necessário, no geral. A coisa correu bem, mas eu andava era mesmo com vontade de fazer um ano sem comprar roupa como aliás já fiz uma vez (menciono esse desafio aqui, num outro cantinho também meu).

Nestes dias fiz a troca das roupas de estação e fiquei a cismar com isso. A minha roupa está mais controlada - embora tenha comprado muita o ano passado, mas a dos miúdos assoberba-me um pouco. A miúda destralha com facilidade e o miúdo pouco voto tem na matéria, sendo eu quem controla o que fica e o que vai, na dúvida ele dá a opinião dele para ajudar. O problema é que dão-nos muita roupa, da qual gostamos muito e vai tendo uso. Depois, eles partilham aquele mini quarto que já mal dá para um, quanto mais para os dois. Não vejo a hora de se resolver esse problema.

Assim que, faz todo o sentido começar novamente o desafio no que toca a novas roupas. Até ao fim do ano não entra mais nenhuma (vou já dizer que vamos fazer uma exceção: a miúda precisa de um robe novo e não compensa nada fazê-lo eu, assim que em principio isso vamos comprar, mas é isso e ponto). Nesta troca de roupa já destralhámos algumas, e tenho a certeza que conforme as forem experimentando, algumas estarão curtas, ou não vão gostar de ver, enfim, o mesmo de sempre. 

Em relação a tudo o resto, fora do departamento da roupa terá que ser bem pensado e repensado antes de ser feita qualquer compra também, mesmo sem ser o foco do desafio. Não é uma questão de me privar de nada, e sim evitar o acumulo desnecessário de tralha cá por casa. É que depois sou eu que tenho de lidar com toda essa tralha. 

Regresso às aulas numa escola nova

Estamos novamente naquela altura do ano em que os miúdos voltam para a escola, o tempo começa a esfriar, e os recomeços tomam lugar.  Por aq...