domingo, 31 de outubro de 2021

Happy Halloween

 Espero que estejam a aproveitar bem este Halloween. Cá por casa somos fãs, e este ano lá voltámos a decorar a casa (mais concretamente, a sala) com pequenos detalhes. 


A festa fizemos na passada sexta feira, que coincidiu com o meu 38º aniversário. Tivemos alguns pratos temáticos, mas no geral foi bastante simples. Durante as últimas semanas também preparei lanches temáticos para os miúdos, e a alegria que isso lhes dá não tem preço. 



Hoje que já é o dia em si, não fizemos nada de especial, para além de aproveitar o domingo de ronha que este tempo acabado de chegar, com vento e chuva pede. E por ai? Como se festeja (ou não?!) o Halloween? 

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Destralhar vs. o que compramos

Há já uns dias que há algo que não me sai da cabeça. Isto, possivelmente veio de algum post no instagram ou coisa do género, onde muito se falava de destralhar, destralhar... Ando com dúvidas persistentes. Eu, apologista do destralho, penso: quanto lixo não mandamos nós para a lixeira sem saber que fim terá? Só porque saí da nossa casa, não quer dizer que deixe de existir, certo?

Cada vez estou mais certa que, pelo menos cá por casa, o futuro passa, cada vez mais, pelo reaproveitamento daquilo que ainda está bom de se usar (transformar, se necessário) e apesar de por vezes ser uma luta interior resistir a comprar novo, a nossa escolha recai geralmente por comprar usado. Não nos faz nenhuma confusão, principalmente quando há coisas tão bem estimadas.

E até os miúdos já estão treinados, adoram ir ao mercado das velharias. Primeiro porque conseguem comprar mais do que nas lojas de produtos novos, e para eles é uma felicidade, porque nunca sabem o que vão encontrar, a própria ida às compras é uma aventura em si.

Se fico com mais tralha em casa (em relação aos miúdos?!), sim, ficamos, mas é uma tralha temporária. Volta e meia reciclamos os brinquedos e doamos os que estão bons. Raramente mandamos este tipo de coisas para o lixo, só quando estão mesmo num estado em que não servem para brincar.

É que sinceramente, destralhar parece ser uma moda, mas destralhar para depois voltar a encher a casa com um monte de coisas, para voltar a destralhar dentro de uns meses porque já não estão na moda - como tenho visto por ai, não me faz lá muito sentido... era isto!

sábado, 7 de agosto de 2021

Destes Dias #28

Como prometido, venho partilhar o resto do mais relevante de Julho, e desta oportunidade de passarmos mais tempo de qualidade juntos. Então, deixem lá ver, levámos os miúdos a passear por Loulé, onde nunca tinham ido. Adoraram o jardim, vimos um grupo a praticar tai chi e ficaram deslumbrados a observar. Foram felizes para o parque infantil, mas a experiência não foi a melhor, uma vez que estavam lá uns miúdos arruaceiros e até cuspiram em cima do meu  miúdo. Estava capaz de pregar um estalo a cada um deles, que nem aos pais tinham respeito. O pior, é que nem falavam português, e pais à vista também não havia. Deviam ter a idade dos meus, nem eram muito grandes nem nada. 



Visitámos lugares onde costumávamos ir quando eram mais pequenos e que já não visitávamos há mesmo muito tempo. Temos fotos com ambos nesses baloiços, eram eles pequeninos e andavam ao meu colo, quando ainda (os baloiços) estavam inteiros. 



E para finalizar, já mais para o fim do mês, fomos um bocadinho mais longe, numa viagem de um dia a Tomar. O objetivo era levar os primos ao acampamento de férias, e aproveitar para passear. Eu só tinha um pedido, ir visitar o Covento de Cristo. E fomos. Só tinha estado em tomar duas vezes, uma quando era miúda e nem me lembro disso, outra, adolescente, numa excursão com a escola. Tomar foi apenas paragem para o almoço, mas nunca mais esqueci o rio, o centro é lindo. 
Almoçámos por lá e descemos até Santarém onde nos encontrámos com um amigo dos tempos de escola e que há um par de anos voltou para a sua terra. Depois, só voltámos a parar em Alcácer do Sal para jantar. Foi um dia cansativo, porque foi muito tempo no carro, para lá e para cá, mas soube-me pela vida. Só a visita ao Convento, com a fascinação que eu tenho pelos Templários, e imaginar que andaram por aquelas mesmas pedras, salas, etc... Só por isso valeu a pena, mas também não posso deixar de mencionar as belas paisagens que apanhámos pelo caminho. Portugal é realmente um país muito rico que merece ser visitado como deve ser. É por isso que está decido, nas próximas férias, queremos explorar mais o centro do país. 




segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Destes Dias #27

Em Julho estivemos todos em casa, o que é algo sem precedentes, todo um mês juntos e eu que estou habituada a passar tanto tempo sozinha - e que preciso de o fazer, na verdade, que eu amo os meus filhos e homem, mas chiça, para o bem da minha sanidade mental, tenho mesmo de ter uns momentos a sós... 

Ai caraças, já estou a divagar. Dizia eu, que um mês com a maltinha toda em casa, o dia inteiro, já está a parecer uma eternidade, mas não faz mal. Aproveitámos para fazer uns passeios, coisas que nem sempre temos essa oportunidade de fazer. 

Julho foi rico em bons momentos e venho partilhar alguns deles. Começámos por acampar mesmo aqui na nossa cidade. A minha irmã teve a autocaravana no parque umas duas ou três semanas e nós fomos passar um sábado lá (o último de Junho ainda), e depois o fim de semana seguinte também. 

Os miúdos adoram estas andanças, o pequeno é louco por água e aproveitou muito bem a piscina. Temos que ter 20 olhos cada um com este miúdo. Não tem medo nenhum, manda-se à água como se não houvesse amanhã e que se lixe se tem pé se não tem. Ele já se vai desenrascando a nadar mas se se cansa, ainda se vê aflito. 




Outro dos sítios que visitámos foi a exposição de dinossauros em Albufeira, no parque do ribeiro. O mais novo não estava lá muito entusiasmado quando chegou, mas depressa ficou, leu as informação de todos os dinossauros com a mana, e acabou por ser um momento muito agradável para todos. Levámos farnel e fizemos um piquenique por lá também, o parque tem mesas e bancos e bastante espaço verde, onde correram, saltaram e rebolaram o quanto lhes apeteceu. 




Fizemos praia, fomos a uma festa de aniversário com mais piscina (e ainda houve a do meu filho no início do mês, e do marido no fim), demos umas voltas de mota... entretanto, mostro mais num próximo post para não carregar este ainda mais. 



quinta-feira, 1 de julho de 2021

As Brumas de Avalon - A Senhora da Magia |Marion Zimmer Bradley|

Há uns dias terminei de ler o volume I d''As Brumas de Avalon, A Senhora da Magia" de Marion Zimmer Bradley. Há anos que tinha o livro em casa, mas como não tinha os quatro volumes nunca peguei nele. Curiosamente, apesar das Brumas (que têm a mesma idade que eu *hehe*), ser das obras mais conhecidas da autora, não foi com ela que a conheci quando era bem novinha, desde então que se tornou uma das minhas autoras preferidas, e havia anos que não lia nada dela. Foi desta e agora ando com uma vontade imensa de ler os outros três volumes, o único problema é que não tem sido fácil encontrar, - se alguém tiver os outros três volumes e se quiser separar deles, faça favor de avisar!


quarta-feira, 30 de junho de 2021

A Gabriela já tem 10 anos!

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Sabem quando vos perguntam a típica questão:

"onde te imaginas daqui a 10 anos?"

Quanto a vocês não sei, mas eu nunca me consegui imaginar daqui a dez anos, em nenhuma fase da vida. Há dez anos, a minha filha mais velha veio conhecer o mundo, e nunca imaginei que os anos passassem assim, tão rápido.

Sabem, é que há dez anos, entrámos juntas nesta aventura. Eu aprendi a ser mãe dela - e vou aprendendo a cada dia - e ela, desde esse dia, que foi aprendendo tudo, e que privilégio poder acompanhar, guiar, vê-la brilhar com luz própria.

Parece que ainda há pouco era uma bebé magrinha e comprida, que fazia caretas e só queria mamar. Cresceu, e tanto que cresceu (está a 18 cm de me igualar em altura, e a 8 kg de me igualar em peso) e muitas vezes tenho medo de me esquecer como eramos. Eu feita mãe dela, e ela tão pequenina.

Passámos muito tempo juntas, as duas. Erámos só nós tantas vezes, e muitas delas foram bem difíceis, mas tudo isso passou, agora tenho ao meu lado uma menina crescida, que conversa comigo, que é minha cúmplice, mesmo sendo a verdadeira menina do papá.


terça-feira, 15 de junho de 2021

Mudar


Oficialmente, hoje seria o último dia no meu local de trabalho, porém o patrão vai passar por uma pequena cirurgia e pediram-me para ficar até ao fim desta semana. Assenti. Há dois meses atrás achei que era altura de cerrar o círculo, mudar, fazer mais daquilo que me faz feliz e deixar para outros aquilo que (estando a passar por uma grande mudança também) já não fazia sentido para mim... e que grande peso me saiu dos ombros quando o fiz. 

Larguei o trabalho para ter novamente mais tempo, cabeça e disposição para os meus filhos, pois onde estava, essas características estavam a esvair-se. Mas não só para os meus filhos, na verdade foi muito por mim também, por alguma paz e sanidade mental, para combater níveis de ansiedade que não tinha conhecimento de ter tido antes. 

Saí, sem um plano ainda definido para os próximos tempos, mas com a certeza de que ainda assim não quero ficar parada. Quero seguir os sonhos que me enchem há tanto tempo. O meu lema, é um dia de cada vez, acreditar que as coisas acontecem quando têm de acontecer. Além disso, hoje mais do que nunca, sei perfeitamente onde quero estar. 


E tu? Estás feliz onde estás? 

Regresso às aulas numa escola nova

Estamos novamente naquela altura do ano em que os miúdos voltam para a escola, o tempo começa a esfriar, e os recomeços tomam lugar.  Por aq...