quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Destes Dias #29


Acabo de perceber que ainda não inaugurei o ano aqui no blogue. Como vos está a correr 2022, brincando, brincando, mais de mês e meio já foi. Se calhamos a distrair-nos a olhar para o lado, daqui a nada estamos no verão. Oh, o verão não digo, que nunca fomos grandes amigos, mas já calhava bem uns dias de primavera quentinhos =) 

O ano vai indo, tenho separado algum tempo para estudar (modelagem), é o meu calcanhar de Aquiles quando falamos de costura. Na realidade, são coisas distintas complementares, e apesar de me desenrascar bem a modificar moldes pré feitos, há muito que quero ser capaz de criar qualquer peça que imagine do zero. No entanto, nunca me dispus realmente a aprender, aprofundar conhecimentos até agora. Dei os primeiros passinhos o ano passado, mas agora lancei-me. 

Tenho lido, vou no segundo livro, portanto dentro do planeado. O primeiro devorei-o num par de dias, o segundo está a ser interessante, mas fiz uma pausa nas leituras durante uns dias e agora mais recentemente peguei nele com mais vontade. Mas sobre livros falarei mais tarde. 

Tivemos todos Covid cá em casa, os miúdos passaram mais ou menos, nada para além de uma gripe, febre, com um dor de cabeça latejante. O pai teve igual, eu tive um rol interminável de sintomas e fui também a que levou muito mais tempo a recuperar. Nunca antes na vida senti dores tão fortes nas ancas, dor de cabeça, ocular, cansaço extremo, mas extremo mesmo, diarreia, perda de memória, tosse, expetoração, febre que não baixava facilmente, enfim... uma festa. 

No dia de São Valentim, fomos jantar os quatro ao McDonalds. O marido até me convidou para jantar, só nós os dois, mas numa segunda não quis deixar os miúdos na casa da avó, para mim, não é o dia dos namorados, é o dia do amor, e faz-me muito mais sentido passá-lo com eles os três. Eu e o pai, temos outros tantos dias no ano para festejar o amor, o nosso amor. Nesse dia, escondi bilhetes em forma de coração na lancheira de cada um. Adoraram a surpresa! À tarde, preparei-lhes um prato flor temático, cheio de corações com alguns dos snacks que mais gostam e por fim, deixei-os escolher o jantar, quiseram ir ao Mc, e fomos. 

Desde o início do ano fizemos algumas cainhadas, mesmo aqui por perto, passeios à praia... basicamente, sair para apanhar um pouco deste sol de inverno tão bom deste meu Algarve, que é a melhor coisa que temos.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2021

Feliz Natal a todos!


Da nossa família para a vossa, um muito Feliz Natal 
e que 2022 seja melhor que os últimos dois anos que ficam agora para trás!! 
 

sábado, 11 de dezembro de 2021

Novo cabeçalho e novo desafio para 2022

Reparei que não mudava o "look" deste espaço desde 2018. Isso não é nada normal em mim, que ando sempre a trocar tudo. Gostava muito do antigo cabeçalho, mas ando a precisar novamente de mudanças. 

Ultimamente, tenho sentido uma grande saudade de quem eu era quando era apenas uma miúda. Uma miúda que podia com tudo neste mundo, que sonhava com tudo e que acreditava que os sonhos são para se realizar. Que se expressava de tanta forma diferente, que respirava tanta forma de arte como se existisse dentro da sua própria pele. 

Porém, sei que já não sou essa menina, que a vida mostrou que nem todos os sonhos são para seguir, aliás, que nem todos os sonhos são bons de manter. Por vezes, evoluem, mudam, transformam-se noutros, ou em alternativas mais palpáveis.

Sinto falta dessa menina, mas não quero ser ela outra vez, quero ser outra versão dela. A minha versão atual. Redescobrir-me a mim mesma, voltar a explorar pedaços de mim, de mim mesma, e não das coisas que me acontecem, ou das pessoas que me rodeiam. 

Uma das coisas que quero recuperar de mim é a escrita. Já não sei escrever. De tempos a tempos deparo-me com coisas que escrevi há mais de vinte anos e fico espantada com a capacidade que tinha de transformar sentimentos em palavras. Creio que perdi o jeito, mas quero muito voltar a encontrá-lo. 

Para 2022, quero propor-me um novo desafio. Quero desafiar-me a escolher um tema diferente a cada dia, e escrever um texto baseado nesse tema. Não faço a mínima ideia se vou conseguir, não faço ideia que tipo de textos vão sair daqui, acredito que a prática, seja para o que for, é precisa, e é isso que pretendo. Praticar. Pode sair daqui uma bela merda, mas e depois? Se não tentar, nunca saberei. 

E tu? Tens saudades de alguma parte do que já foste? O quê? 


domingo, 31 de outubro de 2021

Happy Halloween

 Espero que estejam a aproveitar bem este Halloween. Cá por casa somos fãs, e este ano lá voltámos a decorar a casa (mais concretamente, a sala) com pequenos detalhes. 


A festa fizemos na passada sexta feira, que coincidiu com o meu 38º aniversário. Tivemos alguns pratos temáticos, mas no geral foi bastante simples. Durante as últimas semanas também preparei lanches temáticos para os miúdos, e a alegria que isso lhes dá não tem preço. 



Hoje que já é o dia em si, não fizemos nada de especial, para além de aproveitar o domingo de ronha que este tempo acabado de chegar, com vento e chuva pede. E por ai? Como se festeja (ou não?!) o Halloween? 

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Destralhar vs. o que compramos

Há já uns dias que há algo que não me sai da cabeça. Isto, possivelmente veio de algum post no instagram ou coisa do género, onde muito se falava de destralhar, destralhar... Ando com dúvidas persistentes. Eu, apologista do destralho, penso: quanto lixo não mandamos nós para a lixeira sem saber que fim terá? Só porque saí da nossa casa, não quer dizer que deixe de existir, certo?

Cada vez estou mais certa que, pelo menos cá por casa, o futuro passa, cada vez mais, pelo reaproveitamento daquilo que ainda está bom de se usar (transformar, se necessário) e apesar de por vezes ser uma luta interior resistir a comprar novo, a nossa escolha recai geralmente por comprar usado. Não nos faz nenhuma confusão, principalmente quando há coisas tão bem estimadas.

E até os miúdos já estão treinados, adoram ir ao mercado das velharias. Primeiro porque conseguem comprar mais do que nas lojas de produtos novos, e para eles é uma felicidade, porque nunca sabem o que vão encontrar, a própria ida às compras é uma aventura em si.

Se fico com mais tralha em casa (em relação aos miúdos?!), sim, ficamos, mas é uma tralha temporária. Volta e meia reciclamos os brinquedos e doamos os que estão bons. Raramente mandamos este tipo de coisas para o lixo, só quando estão mesmo num estado em que não servem para brincar.

É que sinceramente, destralhar parece ser uma moda, mas destralhar para depois voltar a encher a casa com um monte de coisas, para voltar a destralhar dentro de uns meses porque já não estão na moda - como tenho visto por ai, não me faz lá muito sentido... era isto!

sábado, 7 de agosto de 2021

Destes Dias #28

Como prometido, venho partilhar o resto do mais relevante de Julho, e desta oportunidade de passarmos mais tempo de qualidade juntos. Então, deixem lá ver, levámos os miúdos a passear por Loulé, onde nunca tinham ido. Adoraram o jardim, vimos um grupo a praticar tai chi e ficaram deslumbrados a observar. Foram felizes para o parque infantil, mas a experiência não foi a melhor, uma vez que estavam lá uns miúdos arruaceiros e até cuspiram em cima do meu  miúdo. Estava capaz de pregar um estalo a cada um deles, que nem aos pais tinham respeito. O pior, é que nem falavam português, e pais à vista também não havia. Deviam ter a idade dos meus, nem eram muito grandes nem nada. 



Visitámos lugares onde costumávamos ir quando eram mais pequenos e que já não visitávamos há mesmo muito tempo. Temos fotos com ambos nesses baloiços, eram eles pequeninos e andavam ao meu colo, quando ainda (os baloiços) estavam inteiros. 



E para finalizar, já mais para o fim do mês, fomos um bocadinho mais longe, numa viagem de um dia a Tomar. O objetivo era levar os primos ao acampamento de férias, e aproveitar para passear. Eu só tinha um pedido, ir visitar o Covento de Cristo. E fomos. Só tinha estado em tomar duas vezes, uma quando era miúda e nem me lembro disso, outra, adolescente, numa excursão com a escola. Tomar foi apenas paragem para o almoço, mas nunca mais esqueci o rio, o centro é lindo. 
Almoçámos por lá e descemos até Santarém onde nos encontrámos com um amigo dos tempos de escola e que há um par de anos voltou para a sua terra. Depois, só voltámos a parar em Alcácer do Sal para jantar. Foi um dia cansativo, porque foi muito tempo no carro, para lá e para cá, mas soube-me pela vida. Só a visita ao Convento, com a fascinação que eu tenho pelos Templários, e imaginar que andaram por aquelas mesmas pedras, salas, etc... Só por isso valeu a pena, mas também não posso deixar de mencionar as belas paisagens que apanhámos pelo caminho. Portugal é realmente um país muito rico que merece ser visitado como deve ser. É por isso que está decido, nas próximas férias, queremos explorar mais o centro do país. 




segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Destes Dias #27

Em Julho estivemos todos em casa, o que é algo sem precedentes, todo um mês juntos e eu que estou habituada a passar tanto tempo sozinha - e que preciso de o fazer, na verdade, que eu amo os meus filhos e homem, mas chiça, para o bem da minha sanidade mental, tenho mesmo de ter uns momentos a sós... 

Ai caraças, já estou a divagar. Dizia eu, que um mês com a maltinha toda em casa, o dia inteiro, já está a parecer uma eternidade, mas não faz mal. Aproveitámos para fazer uns passeios, coisas que nem sempre temos essa oportunidade de fazer. 

Julho foi rico em bons momentos e venho partilhar alguns deles. Começámos por acampar mesmo aqui na nossa cidade. A minha irmã teve a autocaravana no parque umas duas ou três semanas e nós fomos passar um sábado lá (o último de Junho ainda), e depois o fim de semana seguinte também. 

Os miúdos adoram estas andanças, o pequeno é louco por água e aproveitou muito bem a piscina. Temos que ter 20 olhos cada um com este miúdo. Não tem medo nenhum, manda-se à água como se não houvesse amanhã e que se lixe se tem pé se não tem. Ele já se vai desenrascando a nadar mas se se cansa, ainda se vê aflito. 




Outro dos sítios que visitámos foi a exposição de dinossauros em Albufeira, no parque do ribeiro. O mais novo não estava lá muito entusiasmado quando chegou, mas depressa ficou, leu as informação de todos os dinossauros com a mana, e acabou por ser um momento muito agradável para todos. Levámos farnel e fizemos um piquenique por lá também, o parque tem mesas e bancos e bastante espaço verde, onde correram, saltaram e rebolaram o quanto lhes apeteceu. 




Fizemos praia, fomos a uma festa de aniversário com mais piscina (e ainda houve a do meu filho no início do mês, e do marido no fim), demos umas voltas de mota... entretanto, mostro mais num próximo post para não carregar este ainda mais. 



Regresso às aulas numa escola nova

Estamos novamente naquela altura do ano em que os miúdos voltam para a escola, o tempo começa a esfriar, e os recomeços tomam lugar.  Por aq...