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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Socializar


No último fim de semana tivemos um casal amigo mais o filhote de dois anos cá em casa para jantar e correu tudo muito bem. Adoro estes jantares, mas há anos que não recebíamos ninguém em casa, porque não nos sentíamos confortáveis com a casa onde morávamos. É engraçado, esta, sendo tão mais pequena nos deixa tão mais à vontade para estas reuniões. 

Este amigo, eu conheço desde pequenina porque temos familiares em comum e encontrávamos-nos em festas com frequência. No entanto, é do meu marido que ele tem sido grande amigo há imensos anos. Mas os anos, afastaram-nos um do outro. Cada um andou pelo seu lado, a vida corre o seu rumo, não é? E foi preciso eu ter conhecido a mulher dele, termos simpatizado uma com a outra, para sermos nós a combinar o jantar. Já está prometido outro, desta vez em casa deles. 

Pretendo fazer mais disto. Gosto tanto, são momentos mais íntimos e descontraídos que podemos passar com aqueles de quem gostamos e com quem tão raramente estamos. E estas pequenas coisas, tidas como garantidas por outras pessoas, são reviravoltas para nós. Novidades desta nossa nova fase na nova casinha. 

Assim que é para continuar a ter estes momentos tão bons, com estes amigos e com outros. O único senão é o marido só estar livre para estas coisas aos domingos, e os jantares se prolongarem, e os miúdos ficarem birrentos no dia seguinte porque foram para a cama 3 horas mais tarde do que o normal... ;) 

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Quase que o matava


Há umas horas, não esborrachei um camaleão por pouco. A mania que estes bichinhos têm de querer atravessar estradas em altas horas de calor, com aquela velocidade turbo que têm (NOT!). Por acaso há anos que isto não me acontecia, mas já aconteceu antes, várias vezes e quase sempre na mesma zona. Foi por pouco, porque quando o vi já estava quase em cima dele e não ia propriamente dentro do limite de velocidade. O que vale é que ele é tão lentinho que desviei-me uns centímetros e foi o suficiente para que passa-se sem tocar no bicho (ele passou entre as rodas do carro). É oficial, sou perita a desviar-me de bichinhos indefesos a atravessar a estrada. 

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Diz que acabou o verão


Dizem que o verão acabou e que estamos no outono. Ainda estou para acreditar nisso, é que por aqui o calor continua a ser mais que muito, ainda hoje fomos à praia com os miúdos, perto das 19h e estava-se lá que era uma maravilha. Foi a nossa primeira ida à praia deste verão... opppssss... outono. Os miúdos aproveitaram umas idas à praia com os tios e primos, mas nós dois, nadica. Fui uma única vez com os miúdos, mas saímos de lá em poucos minutos, o vento era demais e comíamos areia sempre que abríamos a boca. O meu mais novo nem quis sair do meu colo, debaixo do chapéu de sol.


Praia este ano foi pouca, mas morar no campo tem outras regalias, e apesar da pouca praia, o que não tem faltado a estes miúdos tem sido água. Desde que aqui estamos é piscina praticamente todos os dias depois da escola. Não podia, estar mais felizes. 

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Temos televisão

esta janela precisa desesperadamente de cortinas como deve de ser. Já faltou mais! 

A sério que eu acho que ter ou não ter televisão me é completamente indiferente. Desde que nos mudámos no dia 17 de Agosto que não tínhamos serviço de televisão em casa e muito sinceramente só me chateava não poder continuar a ver a Anatomia de Grey de seguidinha, já que ando a acompanhar a repetição da Foxlife desde o primeiro episódio. 

Os miúdos estiveram este tempo todo sem televisão, excepto a semana de férias que passaram em casa dos avós e correu muito bem. Portaram-se lindamente, melhor até, mas hoje estavam mesmo aflitos para voltar a ver desenhos animados. Como a instalação foi feita bastante tarde e quando os senhores saíram daqui já eles estavam a jantar, deixei-os ver só um bocadinho. 

Amanhã lá os vou deitar tirarem a barriga da miséria, mas gostava de limitar um pouco mais o uso da caixinha mágica pois vi o bem que lhes fez não a ter por casa nestes dias. Isso, e ter menos brinquedos também, pois alguns ainda continuam no apartamento, e outros estão muito melhor arrumados cá. 

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Entretanto... a nossa sala

Fecham-se as portas cá de casa quando se quer algum silêncio e sossego e esperasse que ninguém nos venha bater à porta. Não estou nada satisfeita com o sítio onde temos a nossa casa, é verdade, mas também é verdade que estou muito feliz com a nossa mini casinha. Está a mostrar-se suficiente para nós, e sinto-me bem nela. No que à casa diz respeito, não sinto falta alguma da anterior. 

Cada dia faz-se mais um pouco, dá-se mais um jeitinho e pouco a pouco as coisas vão ficando cada vez mais com ar de "lar", para nos fazer sentir bem com o espaço que habitamos. Hoje, pensei em mostrar-vos os avanços da nossa sala. 

As nossas paredes continuam brancas, e muito despidas, mas o mesmo não se pode dizer dos móveis que já se começam a compor e a aproximar-se do fim que eu tinha em mente. Neste último fim de semana, estive sozinha em casa e pude avançar com mais alguns toques. Por exemplo, montei o móvel para a tv (que nem sequer trouxemos ainda), e coloquei um tapete que já tinhamos no chão da sala para fazer um teste. Há uns dias, na última idea ao Ikea, gostámos imenso de dois, mas visto ficar numa zona de passagem, tenho medo que se estrague em três tempos. Vou ver de quanto em quanto tempo preciso de limpar (a fundo!) este antes de investir num que seja 100% a nossa cara. Se bem que como qero colocar alguns toques em cinzento, gostei muito de ver este também no nosso chão. 


Enquanto não temos a tv nesta casa (que colocaremos na parede), mantenho duas plantinhas (mais sobre elas, para breve, noutro post) em cima do móvel e uma almofada (ou várias) porque não gostei de ver o espaço tão vazio. A prateleira de cima do móvel está destinada à box e leitor de dvd. Em baixo, colocarei cestos ou caixas para arrumação de multimédia. 


Ao lado do móvel estão dois puffes que também têm arrumação no seu interior. Um contém lençóis, o outro está vazio para já. Comprei ambos há vários anos e por serem branquinhos estão encardidos, precisam de umas forras novas que farei (um dia destes...), mesmo porque a gata costumava afiar as unhas neles. Estão ai porque ainda não pensei muito bem onde quero metê-los. Para já, ficam por aqui. 


Na foto abaixo, vê-se uma parte da sala, é estreita mas comprida. Ao fundo, fica a entrada da casa, aquele espelho foi aproveitado de uma mobília de quarto que tive e ainda o quero transformar para se enquadrar mais naquilo que procuro fazer por cá. O sofá cama também veio connosco do apartamento e pretendemos trocar, mas não é uma prioridade, por isso vai esperar. A cor dele é vermelho e até gosto de ver, mas tem alguns anos e está manchado, por isso, coloquei uma colcha preta e sempre fica mais dentro do estilo que procuro. As almofadas (todas as pretas e brancas fui eu que fiz há alguns anos também). 


A estante está a fazer a separação visual entre cozinha e sala, uma vez que é um open-space. Os cubos que ficam escondidos atrás do sofá contêm caixas com coisas que não usamos com frequência. As que estão completas contêm livros e cds, que ainda pretendo reorganizar, já que não estou completamente satisfeita. Também quero comprar alguns cestos para espalhar pelos vários cubos para guardar aquelas coisas que não gostamos de ter em exposição. Por cima, coloquei mais uma planta, mas não ficou nestas fotos. Ao lado do sofá, ainda tenho um  cadeirão que mal se vê na foto, e mais uma estante de 4 cubos igual à que está na entrada por detrás deste. Quando mostrar a parte da cozinha e o outro canto da sala, poderão ver melhor. 


O que não se vê é o canto mais desarrumado da sala, onde neste momento ficam a arca congeladora e a secretária que neste momento tem a minha máquina de costura em cima.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Já começa a cheirar mal!

daqui

Uma das razões pelas quais eu franzia muito o nariz em relação a fazermos a casa aqui (terreno da família dele, perto dos pais e irmãs) era precisamente a proximidade com a família dele (mas poderia ser da minha também, seria igual). 

Outra razão, era as partilhas um dia mais tarde. "Dá sempre confusão", dizia-lhe eu. "Com a minha família não!", respondia-me ele seguro de si. Fosse como fosse, sempre achei que mais tarde ou mais cedo me arrependeria de gastar o meu dinheiro nesta casa. 

Pois bem... a merda já descambou... pois que a família tem um estabelecimento a ser explorado pela neta mais velha (a única que já é adulta), onde trabalha o meu marido também. E a menina agora acha mal ter de pagar renda ao avô, mãe e tios porque embirra com a tia e acha que ela não tem direito a nada, e ela própria sim porque trabalha lá (esquece-se que tira o ordenado dela como qualquer pessoa). Então diz que quer sair e procurar outra coisa, e com isso vai lixar o posto do meu marido, ele que se desenrasque e procure outro trabalho também. Havia necessidade? 

Mas... na família dele não