quarta-feira, 30 de novembro de 2016

E de repente o ano acaba


E assim, de repente, mais um Novembro que chega ao fim. 
Que venha Dezembro e a sua correria, que venham dias ainda mais frios, doces, abraços.
Que venha daí o Natal, os balanços e retrospetivas. Mais resoluções que ficaram sempre aquém porque nunca mais nos lembramos delas até esta altura chegar. 
Também eu começo a olhar para trás, para este ano que num piscar de olhos acaba. 

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Lentilhas (receita vegetariana)

Cozinhar. Eu até gosto de o fazer. O único que me aborrece é ter de o fazer por obrigação, e ter que pensar em refeições equilibradas e que não levem muito tempo a preparar. Geralmente pensar no que preparar para almoço/jantar é coisa para me dar uma bela dor de cabeça se não andar inspirada. 

Há uns dias, apetecia-me lentilhas. Atribuo-o à minha costela espanhola este gosto que tenho por lentilhas. Para quem - como o meu marido - diz que as lentilhas lhes provocam gases, fica a dica: têm de as demolhar para que isso não aconteça, sim? 

Eu costumo demolhar o pacote todo, ou meio pacote, e depois congelo. Ao contrário de outras leguminosas, as lentilhas são relativamente rápidas de cozinhar, por isso, só preciso de as tirar do congelador para o tacho/panela. 

Mas dizia eu que me apetecia lentilhas, mas não sabia muito bem como as preparar (não gosto de comer os alimentos sempre da mesma maneira), assim que andei a espreitar o que tinha em casa, inventei e agora partilho convosco, pois por aqui a malta gosta de lentilhas com fartura, e foi aprovada.



Ingredientes:
1 cebola média 
1 cabeça de alho
1 batata doce grande 
1/2 pimento vermelho
1 pedaço de frade (mais ou menos igual à batata)
1 cenoura grande
lentilhas
água q.b.
azeite 
1 folha de louro

Cortar a cebola aos pedaços e refogar no azeite. Juntar os alhos com a pele, a folha de louro e os pimentos também. Quando amaciar, juntar as lentilhas e um pouco de água, deixar cozinhar alguns minutos. Se necessário verter mais água para não deixar secar. Cortar o frade e a batata doce e juntar ao tacho/panela. Temperar com sal, pimenta preta e açafrão das índias (foi uma experiência!). Cozinhar até estar tudo macio e apetitoso. 

sábado, 26 de novembro de 2016

Livros

Adoro ler.

 Desde que me lembro que sempre adorei livros. Já houve um tempo em que lia diariamente, a toda a hora. Perdi a conta dos livros que li. Há dois dias acabei de ler mais um, e fiquei bastante satisfeita comigo própria, porque de há uns anos para cá, ler, passou de hábito a coisa que fazia esporadicamente e durante muitos meses quase inexistente. 

Quando 2016 começou, achei que devia mudar isso (já tinha tentado no ano anterior). Dedicar-me mais a isso, mesmo que tivesse que marcar "ler!", na minha agenda. Agora que o ano está a acabar, pensei nisso e ao fazer um balanço das minhas leituras, acho-o satisfatório quando comparado com os dois últimos anos anteriores. 

Em Março foi o meu grande retorno à leituras. Li "Desistir não é opção" de Paulo Sousa Costa, um pai que perdeu o filho, um relato emotivo, forte que me deixou de lágrimas gordas nos olhos mesmo muitas vezes. Logo a seguir, em Abril li "Galveias" de José Luís Peixoto, que como sempre não me desiludiu. Gostei particularmente como fui descobrindo aos poucos a ligação que existia entre todos (os muito) personagens. 

O melhor de tudo foi ter conseguido manter um bom ritmo de leitura (sim, um livro por mês que seja, é para mim hoje em dia, um bom ritmo de leitura). Li assiduamente em: Maio, Junho, Julho e praticamente diariamente em Agosto. Os escolhidos foram estes:


Depois de "Galveias", li "Em Teu Ventre" também de José Luis Peixoto. Gostei, como sempre está muito bem escrito, mas de todos os que li do mesmo autor, posso afirmar que este foi o que menos interesse despertou, a certa altura achei mesmo que me aborrecia dele. Mas não sou de desistir de uma leitura, e afinal era Peixoto. 


Quando acabei "Em Teu Ventre" fiquei muito confusa em relação à escolha do próximo. Tenho alguns livros que ainda não li na minha estante e não tinha ideia de qual ler. Depois de muito ponderar, a escolha recaiu sobre um livro de Fátima Lopes, a apresentadora. O livro foi "Um Pequeno Grande Amor" e tocou-me bastante. 

Não que o tema da separação me toque pessoalmente - não sou filha de pais separados, nem os os meus filhos têm pais separados. Mas mentiria se dissesse que não passei já por fases na minha relação em que me coloquei essa hipótese na mesa. 

A forma como a autora aborda o tema é bastante realista, e eu enquanto leitora, senti-me angustiada com o sofrimento ao qual as duas personagens, crianças, eram expostas por motivos tão diferentes.

 Estava bastante curiosa em relação ao seu trabalho como escritora, já que o de apresentadora é bem conhecido, e apesar de não assistir televisão há anos (a pública pelo menos, e que não sejam bonecos animados), lembro-me de ver algumas vezes os programas que apresentava e sempre simpatizei com ela. Sempre me pareceu genuína e sincera. 

Quando lançou o primeiro livro com grande sucesso, fiquei curiosa para o ler, mas nunca o cheguei a comprar. Este de que aqui falo agora, que se não me engano é o segundo, comprei-o em segunda mão, juntamente com dois livros de Inês Pedrosa que aguardam ainda a sua vez. Não fiquei desiludida e com certeza, quando me surgir a oportunidade, gostava de ler também o primeiro livro. 


O livro que terminei há dois dias atrás foi "Merrick" de Anne Rice, em castelhano. A minha colecção de livros de Anne Rice tem um número considerável de obras, curiosamente a autora que mais tenho lido em diferentes idiomas. 

 Este e outro livro também dela, que comprei no mesmo dia, lá para 2006, permaneceram à espera da sua oportunidade porque a minha inclinação para a leitura andava tão apagadinha ultimamente que até parece que tinha medo destas obras com quase 500 páginas. 

No meu inconsciente devia acreditar piamente que com o ritmo de leitura que levava, acabaria de o ler lá para 2020 ou coisa do género. Felizmente, ter retomado não o meu ritmo anterior, mas um bom ritmo de leitura novamente, o medo ficou para trás e joguei-me a ele. 

Comecei-o em Agosto e só terminei em Novembro. Três meses para o mesmo livro. Quebrei o bom ritmo que levava, mas ainda assim acho que não me posso queixar. Não lia Anne Rice há anos, e que bem que me soube voltar a penetrar no seu mundo vampiresco, mas ao mesmo tempo cheio de classe, glamour e magia. Não há como não gostar. 


Hoje, tive que ir trabalhar também. Os miúdos ficaram em casa com o pai e aproveitei para sair de casa meia hora mais cedo, com um novo livro debaixo do braço. Escolhi Cisne Negro de Luís Viegas, acabei de começar e já me ando a passar com os erros ortográficos... mas não se fazem revisões aos livros antes de publicar? Depois conto mais. 

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

A um mês do Natal

Precisamente daqui a um mês é Natal! 
Já avancei com alguns preparativos, mas ainda há muito a fazer. 
E por ai? 
Está tudo encaminhado? 

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Vale a pena partilhar #1


Há um par de semanas que ando com vontade de começar esta série de posts aqui no blog, e desde que pensei nisso que ando a guardar links para partilhar convosco. Alguns destes já têm algumas semanas pois são do tempo em que comecei realmente a planear disto, mas vale mesmo a pena partilhar, por isso espero que gostem e que vos seja útil, talvez. 

Já sigo a Anabela há muito tempo, tem dicas super úteis, a última tem a ver com amaciador para a roupa caseiro, que eu quero experimentar.

Sigo a Carla há muito menos tempo, mas nem por isso gosto menos do seu blog. Encontro muito em comum com ela nas coisas que partilha, além de ser super engraçada e verdadeira na sua forma de escrever. De tantos posts que li no seu blog, ficou-me a vontade de experimentar o chili vegetariano.

Encontrei este video para lá de interessante, no blog No Mundo da Lua e realmente faz muito sentido partilhá-lo aqui. Como comentei por lá, é algo que não me surpreende, e gosto de pensar que sou uma mulher inteligente, que não se deixa levar, nem nunca se iludiu com os padrões da moda.

As crianças de hoje em dia mal t~em tempo para brincar a sério, e como mãe que sou, não podia deixar passar ao lado este texto sobre crianças e brincadeira livre

Se acham que estão a ficar velhas/os podem ler aqui, se quiserem dar uma bela gargalhada. Eu dei, é que me identifiquei tanto!!!

Adoro a decoração montessori nos quartos de crianças, encontrei estes e fiquei cheia de vontade de experimentar algumas das ideias!

Achei particularmente interesse neste texto sobre quem é mais minimalista. Para mim as coisas têm que ter sempre um equilibrio, e há pessoas que parece que fazem as coisas para provar que são melhores que os outros, nem sempre fazendo o que é melhor para elas próprias. Ser-se minimalista não quer dizer que não se possa possuir nada, não é? Temos que ter o que é suficiente para nós, e estar na vida de forma leve. 

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Mais do mesmo


O fim de semana veio e foi, e quase nem dei por ele porque andei novamente em formação. Na segunda não trabalhei, mas não foi para descansar, distrair ou algo do género. não! A criancinha adoeceu outra vez. Desta saiu uma gastroentrite e uma conjuntivite como acompanhamento.
O pai hoje pôde ficar com ele, mas amanhã se não estiver já bom, lá terei de faltar novamente, o que me vale é que reponho as horas mais tarde, e não as vejo a voar do ordenado. 

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Estamos a poucos dias de Dezembro



E quando se fala em Dezembro, fala-se em Natal, claro! Ao contrário de muita gente, gosto do Natal. Não sou religiosa e não é por ai que gosto desta altura. Se há hipocrisia e somos todos muito bonzinhos e solidários e troca o passo nesta altura? Sim, somos, e todos queremos contribuir para uma causa - embora seja só nesta altura. Não me excluo dessa lista. Mas que seja. Que seja pelo menos uma vez por ano - que no meu caso até não é, e quando encontro uma causa que posso ajudar dentro das minhas possibilidades, eu ajudo. Sempre me senti melhor a dar e a fazer por quem precisa do que a receber. 

Gosto do Natal porque aproxima as pessoas. Gosto das luzes nas ruas - embora cada vez sejam menos, que a eletricidade custa caro e não se pode esbanjar. Gosto de ter desculpa para mimar as pessoas de quem gosto. Gosto de dar presentes, mas não gosto nada das corridas às lojas e do dar só por se dar. Do exagero do dar. Gosto de escolher cada prenda de acordo com o seu recetor, cada prenda pensada e sempre que possível feita por nós. 

Desde que fui mãe, há quase 5 anos e meio, que o Natal ainda se tornou mais bonito, e mais interessante. Natal com crianças é muito mais especial. No entanto, apesar de manter alguma magia detesto que se ensine às criancinhas que é o Pai Natal que lhes dá as prendas. Cá em casa, até pode ser o Pai Natal que faz as entregas, mas faço questão que os miúdos saibam que foi pessoas X ou pessoa Y a dar-lhe aquela prenda. E ela já o sabe muito bem. 

Gosto de criar tradições com os meus miúdos. Em 2011, no primeiro Natal da minha filha, decidi começar a fazer um enfeito novo todos os anos, para a nossa árvore. Em 2013, começámos a fazer o calendário do advento cá em casa. Em 2014 fiz um outro calendário com caixas de fósforos que ficou super giro e que voltamos a usar em 2015 e usaremos mais uma vez, agora em 2016. Lá dentro costumo encher cada dia com uma atividade - exceto no ano passado que colocámos pequenos mimos ou docinhos nas caixas. Este ano pretendo encher novamente com atividades para fazermos todos os dias, e para quem estiver interessado em fazer um também, fica aqui a nossa lista, talvez vos sirva de inspiração. 

1. Montar a nossa árvore de Natal 
2. Dizer 3 coisas que gostamos do Natal
3. Desenhar o Pai Natal
4. Escrever ao Pai Natal
5. Dançar músicas de Natal
6. Tirar fotos de Natal
7. Enviar postais de Natal
8. Escolher brinquedos para doar
9. Fazer decorações de Natal
10. Visitar o Pai Natal (tenho que ver se vai dar para este dia ou se terei de trocar)
11. Ler uma história de Natal 
12. Escrever cartões a agradecer as prendas recebidas para dar depois do Natal
13. Visitar um presépio 
14. Fazer miminhos para as educadoras 
15. Fazer uma árvore de natal em feltro para decorarem à vontade
16. Pintar pinhas 
17. Ver filme de Natal e comer pipocas 
18. Fazer biscoitos de Natal 
19. Desenho alusivo ao Natal
20. Ver as luzes de Natal
21. Distribuir as nossas prendas pela família e amigos 
22. Jogos em família
23. Levar biscoitos aos bombeiros
24. Festejar com a família 
25. Abrir as prendas

Ainda não estou bem certa se vou seguir bem esta ordem, mas serão estas as atividades a fazer, especialmente pensadas para a minha família. 

E por ai? Que tradições têm ou gostariam de ter no vosso lar? 

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Coisa estranha


Não é a primeira vez que me acontece. Na verdade, esta já é a 3º (muito provavelmente será a 4ª, mas a primeira, era demasiado pequenina para ter a certeza) e felizmente correu de forma muito tranquila. 
E do que é que estou para aqui a falar? Eu conto-vos. Ontem tive uma experiência que eu penso ter sido, uma experiência de projeção astral, ou alma fora do corpo, como queiram chamar. 

A primeira (e aqui só vou contar 3, excluindo a tal primeira) aconteceu há mais de dez anos. Adormeci na minha cama durante a tarde, e quando dei por mim, estava a observar-me de fora. Serena calma, uma calma que nunca antes senti. Vi o meu corpo imóvel e de repente senti como que um grande abraço e voltei a mim, ao mesmo tempo tocou o despertador. 

A segunda não foi nada prazerosa. Aconteceu pouco depois, durante a noite. "Despertei" e quis chamar pelo meu marido. Eu gritava e tentava alcançá-lo mas em vão. Sentia-me paralisada mas completamente consciente. Assim mesmo também, senti-me a sufocar, como se algo me quisesse puxar. Foi horrível, apesar de ter durado muito pouco foi das piores experiências que já tive. Quando voltei a mim e me senti, finalmente livre e solta. 

E ontem. Adormeci no sofá ao lado do meu marido. De repente ouvi o meu telemóvel a tocar e quis dizer-lhe a ele para o atender. Mas ele não me ouviu. Nem a mim nem ao telemóvel. Tentei gritar, aumentar o volume até que percebi que estava presa naquele limbo. Percebi o que estava a acontecer e tentei por tudo chegar a ele. A principio tentava chegar-lhe a mão mas sentia-me paralisada. Gritava, mas só eu me ouvi. Tentei esticar a mão e consegui tocar-lhe, eu senti tocar-lhe, mas ele não reagiu e olhei para as minha mãos - estavam ainda juntas e presas entre as pernas conforme estavam quando adormeci. Estive sempre "de olhos" abertos a olhar para ele, a tentar chamá-lo. E foi quando ele olhou que eu finalmente me consegui mexer realmente. Diz ele que abri os olhos quando ele olhou para mim, mas a minha perceção é a de já estar acordada antes de ter aberto os olhos. Lembro-me de vê-lo a olhar para a televisão antes de virar a cabeça para mim. Quando me recompus desperta e a conversar com ele, senti as extremidades do meu corpo (mãos e pés) em formigueiro, e precisamente antes de acordar, também senti as bochechas quentes. 

Coisa estranha, não é? 

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Destes Dias #2


Desde o meu último post...

👍 Fomos à festa d'anos do meu sobrinho.

👎 O meu pequenino esteve doente, com uma amigdalite. Conseguimos evitar o antibiótico, substituindo-o por homeopatia.

👎 A sobrinha mais velha (da parte do love) também fez anos, mas falhei com os miúdos de ir à festa por ter sido marcada para as 22h, numa segunda feira.

👍 Voltei a costurar qualquer coisinha.

👍 Destralhei finalmente o balcão da cozinha. Era um daqueles espaços onde vamos acumulando tudo e mais alguma coisa e vai ficando.

👍 Tenho lido mais um pouco.

👍 Passámos quase um dia inteiro na Espanha, onde aproveitei para repor algumas peças que estavam em falta tanto no meu roupeiro como no dos miúdos (principalmente para ela - é dose ter meninas!)

👎 Uma senhora ia-se espetando contra mim por não ter parado num stop.

👎 Tive que atacar uns piolhitos que decidiram morar na cabeça da minha miúda. Já andávamos muito bem!

👍 Comemos castanhas assadas.

👍 Andei maravilhada com a super lua! Pena tenho eu de só ter tirado a foto que mostro acima, nem usei o meu zoom maravilha ao máximo nem nada. Tinha sido uma oportunidade maravilhosa para dar uso ao tri-pé, mas não. Essa acima, foi tirada no modo manual, com pouquíssimo zoom e no meio da rua.

E por ai?!

sábado, 5 de novembro de 2016

Destes dias


Há precisamente uma semana que fiz 33 anos. Não sou do tipo que detesta fazer anos, e ai o drama que estou cada vez mais velha e as rugas, senhores, as rugas. Nada disso! Quando era miúda, dizia que ia gostar sempre de fazer anos. E sempre gostei, ao contrário daquilo que me diziam os mais velhos, na altura talvez com a idade que eu tenho agora. "Quando chegares lá logo vês!" - diziam-me. B a l e l a s ! Já cá estou e ainda gosto de fazer anos. É o meu dia! E ninguém me pode tirar essa alegria. 

No entanto, este ano passei-o com a neura. Não neura por ficar mais velha, mas sim por ter sido um dia tão indiferente dos demais. Nem o jantarito com a mana avançou porque o meu mini ficou com diarreia e lá se foi o jantar e a saída com as migas. O marido a trabalhar o dia todo, eu com a TPM, os miúdos e eu por casa. 

Isto. 

A conta do facebook carregada com mensagens de parabéns, algumas delas de pessoas que passam por mim na rua e fingem que não me conhecem (chapada na cara a todos!). O telemóvel com chamadas o tempo inteiro, nem me deixaram dormir a sesta. Eu que raramente durmo sestas, quis dormir uma sesta e não me deixaram. Mas lembraram-se de mim, e muitos não só deixaram a bela da mensagem no facebook, como me mandaram mensagem para o telemóvel e outros tantos me telefonaram. 

No meio da neura, senti-me acarinhada por muita gente - e perdoem-me a malta que mandou pelo fb, mas se têm o meu número e mandaram por fb só porque ele vos avisa, ficam já a saber que para mim não tem valor nenhum! Atenuaram um bocadinho a minha neura (às amiga que me lêem, um beijinho especial à Ana, gostei tanto de voltar a falar contigo querida! E também à Susana, sempre, sempre presente!!!). 

A semana passou-se assim, não muito diferente... meio com a neura, meio entusiasmada com nada.

 No feriado fomos passear em família, por sorte coincidiu com a folga do homem da casa. Fizemos a vontade à princesa e fomos almoçar a uma pizzaria. No dia seguinte, fiz mais 100 km para uma conferência num hotel 5's com uma vista para o mar, magnifica. A conferência também correu muito bem, foi muito interessante e aprendi umas coisinhas novas. 

Andei nas lojas. Eu raramente vou a lojas de roupa, mas preciso de blusas e de três shoppings que percorri esta semana, sabem quantas comprei? Zero! Niente! Não gostei de nada, e a única que gostei e experimentei (nunca experimento, mas é uma nova estratégia para ter a certeza que quero comprar) não achei que me favorecesse d'um todo. Conclusão: tenho que dar uso a alguns tecidos que cá tenho, mas a vontade de costurar continua em maré baixa. Tristemente! 

Comecei a fazer a casinha de bonecas para a minha princesa. Shiuuuu! É segredo, não lhe contem. Depois vou mostrando os progressos. 

Hoje também fui fazer umas horas no trabalho, e para isso os meus amores tiveram que dormir em casa da tia. O pequenino ficou com febre antes de eu me vir embora, mas parece que até passou bem a noite e tem estado bem. Mais tarde, vou buscá-los, mas antes vamos festejar o 11º aniversário do meu único sobrinho menino! Vamos lá comprar uns legos e juntar uma notinha!!!