quinta-feira, 30 de março de 2017

Alerta: Homens, isto não vos interessa para nada


Já ouviram falar do copo menstrual? Eu já, há uns bons longos anos para dizer a verdade. Na altura sabia que existiam e mais ou menos como funcionavam, mas também sabia que não eram fáceis de encontrar nem muito baratos. 

Uns anos para a frente, e quando volto a trabalhar o ano passado, descubro que temos disponíveis na nossa loja. Voltei a "lembrar-me" dele e a vontade de o experimentar foi crescendo, crescendo, crescendo... 

Há uns 2-3 meses comprei finalmente o meu. Na verdade, custou-me 0€, por isso nem posso dizer que o tenha comprado. Na verdade, o nosso fornecedor teve uma promoção de um dos seus sabonetes líquidos íntimos, e vinha com a oferta do copo. Na loja temos apenas o copo por cerca de 20€ ou então o sabonete liquido + o copo por cerca de 7-8€. 

Claro que fui pela segunda opção, mesmo porque o sabonete é um produto que já tinha experimentado e que até gosto, e fiquei assim com o copo como oferta. Ainda deixei passar um período com falta de "coragem" de o usar. 


Só depois de o adquirir é que pensei na minha uretra descaída e se o seu uso seria confortável para mim. Nada como experimentar, e há sensivelmente um mês quando tive o meu último periodo, lá o esterilizei e experimentei. 

A primeira vez foi estranha e de certeza que ficou mal posto porque o sentia e tive perdas de sangue. Na segunda a coisa correu melhor e nem uma gota de sangue escapou. Acho que com o tempo me vou adaptar perfeitamente a este novo método. 

Curiosamente na mesma altura que pensei em contar-vos sobre a minha experiência (bem curta por enquanto) com o copo, surgiu o blog Simplifica, onde precisamente um dos seus primeiros posts foi dedicado ao copo menstrual. Elas explicam tudo muito bem por lá, e a experiência no seu uso é maior que a minha, por isso, se têm também alguma curiosidade, aconselho-vos vivamente a passarem aqui para lerem mais. 

Eu só vejo vantagens na utilização do copo. Sem cheiros, sem medo de estar a perder e a sujar, sem trocas constantes, muito mais económico, mais ecológico, sem riscos para a mulher, enfim... Vão lá ler mais e digam-me de vossa justiça!

terça-feira, 28 de março de 2017

... esse maldito cancro ...


Neste fim de semana fui ver o filme a Bela e o Monstro com a minha filha e os primos. E era sobre isso que vinha escrever aqui hoje. Mas não será sobre isso. Soube ontem que faleceu o marido de uma amiga, penso que nem 40 anos tinha ainda. A porra do cancro! E ela que está à espera do segundo filho. Sinto-me tão revoltada com estas injustiças da vida. Ele era um tatuador, um grande artista! Um pai dedicado a quem lhe foi retirada a oportunidade de viver o tempo suficiente para conhecer o segundo filho, ainda por nascer. O filho nunca vai saber o que é ter um pai, e o mais velho, com quase 6 anos... será que se vai lembrar verdadeiramente do pai daqui a alguns anos? Será que só o recordará pelas memórias que serão partilhadas com ele? E quando o pequenino nascer? Será que ela será forte? Ela é forte! Mas, será nesse momento? Entre a alegria de ver o filho nascer e a tristeza de saber que o pai não estará ao seu lado? É que... não falta muito, será tudo tão recente, tudo tão ao mesmo tempo, sem tempo de digerir. 
Gostava de estar por perto, poder ajudar de alguma forma, mas separam-nos quase um país inteiro, o único que posso fazer é pensar nela, e desejar fortemente que se consiga erguer, que se agarre aos filhos, que eles a mantenham sã e tenha muita gente à volta dela, sempre, porque tenho a certeza que vai precisar!!!

segunda-feira, 27 de março de 2017

Coisas que eu adoro #1


Ninguém me paga para isto, que fique claro! Este blog não está à venda (não critico quem o faça, tá?, só quero deixar claro que o que partilho aqui, é porque gosto mesmo!). 

Enfim...

Isto tudo para vos falar de uma das lojas que desperta em força o meu lado consumista. Já sei que dei a minha opinião há algum tempo sobre o consumismo e eu, a minha opinião mantêm-se. Mas confesso que quando entro na Tiger, se torna quase impossível conter a vontade de trazer isto, e aquilo e mais aquela coisinha e olha isto que giro, e que ideia espetacular. 

É verdade. Gosto de coisinhas, gosto do estilo da loja, gosto da sua oferta, gosto mesmo muito, e fico como uma criança em euforia. O único problema é que a Tiger mais perto de mim fica a cerca de 50km daqui e para umas bandas às quais não vou com frequência... and that sucks! Depois tenho mais três, todas a cerca de 100 km daqui. Isso resulta em muitas poucas visitas a essa loja que tanto adoro. 

Não consigo entrar lá e sair de mãos a abanar. Não consigo! Trago sempre qualquer coisinha... ou várias! É que ainda por cima, para além da fofice toda junta, os preços são muito convidativos. Fiquei louca há poucos dias quando soube que está para abrir uma a uns meros 25 kms daqui. 

domingo, 26 de março de 2017

Vale a pena partilhar #3


A Anabela será sempre presença assídua nestas minhas partilhas pelo simples facto de partlhar ela própria, frequentemente, imensas coisas de interesse. Desta vez foram 10 simples passos para se manter organizado. Neste caso, eu até diria que são mais para manter arrumado mais do que organizado, já que são coisas diferentes. Acho que vou colocar a lista num sítio bem visível para todos cá em casa. 

Eu não me consigo organizar sem papel e caneta. Gosto de escrever à mão, fazer as minhas listas para tudo e mais alguma coisa, mas para quem procurar algo mais prático podem espreitar este post do Simplifica. 

Ando com umas ideias para o quarto dos miúdos, e quando fiz uma pesquisa pelo google deparei-me com este canal do youtube. Ficou super impressionada com a habilidade desta rapariga, que por sinal, é portuguesa. Mesmo que não pensem fazer nada do que ela vos mostra, só de a ver fazer vale a pena. 

Fiquei cheia de vontade de experimentar esta receita de brownies feitos com tofu. Alias aproveitem e espreitem todo o blog, descobri-o há pouquíssimo tempo. 


quinta-feira, 23 de março de 2017

Livros III


Ter colocado todos os livros que ainda tenho em casa por ler em pilha na minha mesa de cabeceira surtiu efeito imediato. Logo após - e por após digo no dia seguinte - a ter terminado o Décimo Terceiro Conto de Diana Setterfield, olhei para a pilha de livros e meditei por dois segundos. No dia seguinte ia passar o dia todo longe, e agarrei o que me pareceu mais leve de ler: O Homem que Sabe Pensar de James Allen. 

Desconhecia-o, foi oferta de uma querida amiga e li-o de uma ponta à outra durante a sesta do meu pequenino. Não me tivessem distraído tanto com perguntas e conversas que claramente não me apetecia ter naquele momento, e mais rápido ainda teria sido. 

É um livro sobre o auto conhecimento e o verdadeiro poder do nosso pensamento e vontade. Vai de encontro ao que penso, mas por diversas vezes o senti um bocadinho repetitivo. No entanto, é repleto de bons conselhos e trechos que realmente me inspiraram. Uma leitura leve portanto, mas que dá aquela forcinha para nos sentirmos melhores ou para pelo menos, sabermos que podemos sempre fazer melhor. 

No dia a seguir a ter lido este livro que vos falo, comecei logo outro. Não tenho lido diariamente, mas na maior parte dos dias sim, e isso tem sido motivação que baste para continuar a cultivar de novo esse hábito que tanto bem me faz. 

E por ai? Lê-se? 

terça-feira, 21 de março de 2017

A maior dificuldade!

daqui

A minha maior dúvida quando penso em mudar de casa é: Onde vou guardar as minhas coisas? E por minhas coisas estou a falar de todo o material referente aos meus hobbies. Eu sou fã incondicional do DIY desde que me lembro de ser gente, por isso, tenho uma série de ferramentas que não lembram a ninguém. 

Para além disso, a costura é parte considerável na minha vidinha, e eu tenho todo um quarto dedicado só a ela, com mesa de corte, mesa para as máquinas, manequins (sim, plural) roupeiro cheio de tecidos, linhas, fitas, fechos, e tanto, tanto mais! 

Muitas vezes, penso em dar tudo, livrar-me sem dó nem piedade de tudo isto, ficar só mesmo com aquilo que me toca mesmo muito, mas depois, na hora de executar tal tarefa, sinto-me completamente incapaz de o fazer. Não consigo, simplesmente. Neste aspecto sou um bocadinho mais "Marie Kondo" e menos "minimalista". Essas coisas dão-me alegria, por isso quero-as na minha vida.

Sei que jamais vou usar todo o material que tenho, e talvez um dia até consiga desfazer-me de tudo, mas ainda não é a altura de o fazer. Entretanto, parto a cabeça a pensar, e estudar soluções para guardar estas coisas todas quando me mudar. 

sábado, 18 de março de 2017

Vale a pena partilhar #2


Desde que deixei de ver televisão - quer dizer, os canais normais - que deixei de estar em cima dos acontecimentos, últimas notícias, etc. É através das redes sociais e dos vossos blogs que me atualizo quando algo acontece. E foi assim que vi esta notícia. Realmente, há quem não tenha escrúpulos nenhuns e se aproveite da boa vontade dos outros. Vale a pena deixar aqui o alerta para quem ainda não tenha visto. 

Conhecem o novo blog Simplifica? Já sigo os blogs pessoais de duas das suas fundadoras há algum tempo, e esta nova colaboração promete. 

Adoro cestos, caixas, e toda a parafernália que pode ser usada na organização das nossas casas. Assim sendo, é óbvio que não podia ficar indiferente a este video. Ela usa piso emborrachado, mas acho que me safo bem com EVA. O que acham?

Eu que gosto tanto de comprar em segunda mão, fiquei muito contente por ter descoberto esta semana, este site, onde nada se compra ou vende: troca-se. Cada vez mais consciente do lixo que produzimos e quantas mais formas existirem para evitar comprar novo e contribuir para a produção em massa, melhor. 

quinta-feira, 16 de março de 2017

Hoje: zangada com o clima


Depois de uns dias jeitosos e bem quentinhos, apanhar com o frio que veio a seguir e toda esta chuva veio dar cabo dos meus planos e do meu bom humor. Ok, de certa forma só. 

Pfff... se não estivesse o vento que esteve no fim de semana passado, nem tivesse vindo a chuva a seguir, já teria o isolamento do telhado feito e este fim de semana dedicava-me às pinturas da minha casa. 

Assim, fico a chuchar no dedo e frustrada de não poder avançar com tal tarefa. O que é certo é que tem de ser feito antes do dia em que a cozinha chega. É que parecendo que não, um mês passa muito depressa. 

domingo, 12 de março de 2017

Livros II

Já aqui vos tinha dito como gosto de ler. Da leitora ávida que fui em tempos, e de quem guardo grande saudade. Em 2016 quis voltar a ganhar o hábito de ler com frequência, e no geral a coisa nem correu tão mal assim. Ficou muito aquém daquilo que eu lia por exemplo há uma década atrás, mas nessa altura não existiam filhos e o meu tempo livre, pertencia-me de facto todo a mim e só a mim. 

As minhas escolhas e o que faço com ele (o tempo) hoje em dia estão mais condicionadas, mas em tudo e para tudo na vida, sempre achei que quando se quer muito fazer/ser/ter, consegue-se sempre. Sei que muitas vezes temos que sacrificar umas coisas em prol de outras, mas se prestarmos atenção, se conseguirmos ver bem, a vida tem espaço para tudo, não tem de ser tudo vivido e sentido ao mesmo tempo, como tanto cremos hoje em dia que tem de ser. 

Anyways... 

Para este ano quis ainda mais leituras, mas até aqui ainda não ganhei o ritmo que procurava. Ora vejamos, li 4 livros o ano passado, e comecei um quinto em Novembro que nunca cheguei a terminar. Não teve aquela chispa em mim e foi ficando de lado meio esquecido à espera de uma oportunidade ou de ser esquecido de vez. Toquei-lhe umas duas vezes na verdade, talvez todos aqueles erros me tenham demovido mesmo antes de entrar no enredo. 

Não interessa. Pelo meio andei a ler "Alegria" de Marie Kondo. Tanto se fala e se escreve desta guru da organização que tive de o comprar quando o vi. Infelizmente não cheguei a encontrar o 1º dela antes e comecei mesmo por este. Ainda não irei partilhar a minha opinião sobre ele porque ainda não o terminei, mas tenho umas coisas a dizer. 

No passado 25 de Fevereiro, sabendo que iria passar umas boas horas num comboio, peguei num livro que adquiri o ano passado. Deixei de comprar livros compulsivamente há vários anos, quando fiquei em casa com a minha filha e decidi cortar drasticamente em gastos desnecessários. Livros, infelizmente eram um deles porque ainda tinha uma boa quantidade deles que nunca tinha lido. Lembro-me que este foi um dos primeiros que comprei quando voltei a trabalhar. Um mimo que eu merecia. 


O livro em questão é "O décimo terceiro conto" de Diane Setterfield, quem eu desconhecia por completo. Mas peguei nele, no meio de tantos outros e chamou-me à atenção...

O Décimo Terceiro Conto narra o encontro de duas mulheres: Margaret, jovem, filha de um alfarrabista, biógrafa amadora, e Vida Winter, escritora famosa, que, sentindo aproximar-se o final dos seus dias, convida a primeira para escrever a sua biografia. Na sua casa de campo, a escritora decide contar a verdadeira história da sua vida, revelando um passado misterioso e cheio de segredos. As duas vão partilhar vivências profundas, resgatando velhas memórias e confrontando-se com fantasmas há muito adormecidos. Sem que pudessem inicialmente prever, acabam por entrelaçar as suas vidas de forma tão intensa, que o resultado não poderia ser outro que não uma inesquecível história de amor, amizade e solidão.

Trouxe-o comigo, em Agosto de 2016 - tenho sempre a mania de escrever o ano em que adquiro os meus livros - e só agora o li, ou já o li, depende da perspectiva. É que também tenho por cá alguns que esperam a vez há (se não) quase uma década. Não interessa! Acabei de o ler hoje, e há muito que não lia um livro tão bom. Prendeu-me do inicio ao fim. Bem escrito, cativante, cheio de surpresas. Fiquei presa às vidas dos seus personagens, e foi-me muito difícil, muito mesmo, ter de o pousar para me dedicar a coisas enfadonhas como comer, esvaziar a bexiga, ou dormir...

tal qual!

Quando terminei de o ler, fiquei satisfeita. Que fim! Enquanto o lia só pensava, que belo livro para se fazer um filme e quando terminei e pesquisei, plim, lá está ele. Existe mesmo um filme baseado nele que eu quero ver. Já está na lista!

Além de me ter dado imensa vontade de ler mais... mais... mais... Tanto que percorri a casa, e juntei todos (creio!) os livros que me restam que ainda não li. São 12. Se conseguir ler um por mês dá para um ano. mas eu não quero ler só um por mês. Quero ler mais do que isso. Tenho-os a todos na minha mesa de cabeceira, empilhados de forma aleatória, para me motivar a ir baixando a pilha. 

Esta semana consegui ler todas as noites e gostava de manter o hábito. Ajudou ter mudado de técnica na hora de adormecer os miúdos (correção: o miúdo mais chato e resistente ao sono, que fica com urticaria quando está na cama dele e só faz saltitar para fora). Pretendo carregar o livro que estiver a ler comigo sempre, como fazia antigamente, e aproveitar todo e qualquer tempo morto para ler. Até ponderei arranjar uma mochila... ah ah ah... a pergunta que se faz é: faço-a* ou compro-a? 

E vocês, que andam a ler?! 

*a costura tem andado paradinha paradinha... aqui um bom exemplo de que não dá para se fazer tudo ao mesmo tempo, mas que, quando se quer muito, vai-se fazendo!

quarta-feira, 8 de março de 2017

Afinal, o que é isso da felicidade estar nas pequenas coisas?



Muito se ouve dizer por ai que a felicidade está nas pequenas coisas, nos detalhes. Mas poucas são as vezes em que conseguimos reconhecer esses momentos até eles terem passado. Hoje foi um dia bom. Se foi por ter sido o dia da mulher? Não. Se não fosse o vizinho do lado (no trabalho) a nos desejar um feliz dia, ou a rosa craft que a minha filha me ofereceu, e que fizeram na sala dela, eu nem teria dado por ter sido dia da mulher. 

Não. A felicidade hoje esteve mascarada de pequenos apontamentos no meu dia. Saí da cama mais cedo que o normal, enviei o e-mail que me esqueci de enviar na noite anterior e que martelava na minha cabeça. Despachei-me a mim e aos miúdos a tempo e horas, com calma, ajudou terem acordado, eles também, muito bem dispostos. Cheguei ao trabalho a horas. Preguei um susto à minha colega e fartamos-nos de rir as duas. Logo ali de manhã. 

A manhã correu bem no trabalho. Tenho a felicidade de ter uma colega com quem me dou bem, com quem posso conversar descontraidamente, que trabalhamos em conjunto, e nunca uma contra a outra. Gosto de lá estar, é um facto. 

Fui buscar a princesa mais cedo. Fomos lanchar com as primas (mãe - grávida - e filha pouco mais velha que a minha). O pai juntou-se a nós numa saída adiantada do trabalho que não esperávamos. Antes de ir buscar o mais novo, deu tempo de passearmos um bocadinho com a mana, comeu um gelado enquanto nos sentámos os três num banco de jardim, conversou connosco, só ela, como antes dele nascer. 

Fomos buscá-lo, estava bem disposto, não tivemos grandes birras. Visitámos os avós no campo e a casa em construção. O srº da cozinha foi lá tirar as medidas. As coisas vão avançando... pasito a pasito como diz a letra da canção que a minha filha trauteia nos últimos dias. 

O pai voltou ao trabalho, eu fiquei em casa com os miúdos. Sempre bem dispostos, sem birras, sem traumas e dramas. Limpei o fogão a fundo, andei a ignorá-lo nos últimos dias. Coloquei as poucas peças por lavar na máquina da loiça. Enchi a máquina da roupa com lençóis. E enquanto executava estas tarefas, pensava no bem que me sentia neste dia. 

Tive noção que os últimos dias têm corrido melhor, porque me tenho esforçado um pouco mais para isso. Os últimos eventos dos meus dias, têm-me feito bem, e assim tudo se torna mais fácil. Agora vou estender os lençóis e deitar os miúdos, vou-lhes ler uma estória, enchê-los de beijos e agradecer pelos pequenos gestos, pela simplicidade e grandeza dos nossos dias. 

sábado, 4 de março de 2017

Destes Dias #5

As minhas semanas não costumam ter grandes eventos. Os dias passam-se invariavelmente na mesma linha, no entanto, os últimos dias, semana, foram um tanto ou quanto remexidos. 

🙆
Para começar, fui até Lisboa (fui e vim no mesmo dia), e estive com amigas com quem há muito queria estar. Foi cansativo sim, mas soube tão bem... a fuga à rotina, estar com elas, falar de assuntos que temos em comum - eu que falo tanto, na verdade ouvi mais do que falei, nesta fase em que me sinto tão pouco produtiva, ouvi-las falar sobre os seus planos e ideias soube-me pela vida, acreditem!

🙆 💃
Na véspera de Carnaval, voltei a sair com as miúdas do costume, todas mascaradas, e mais uma vez foi até ao bar fechar. Temos fotos deliciosas onde estamos sempre a gargalhar. Desde a primeira vez que fomos a este bar, decidi sair todos os meses nem que fosse uma noite só com elas. Faz maravilhas pelo meu humor, e bem preciso. Isso foi em Janeiro, e com o extra do Carnaval, já lá vão 3 noites sempre de muita diversão. 

🙆
No domingo de Carnaval não fomos a nenhum desfile, como é costume, mas ainda assim vestimos os dois miúdos, que estavam aflitos, e fomos com eles até ao parque onde tirei fotos para captar o momento. Ao desfile fomos na terça à tarde. 

🙆 
Encomendámos a cozinha. Nem acredito. Ainda têm de lá ir tirar medidas, e depois chegará dentro de 4 a 6 semanas. Até lá, tenho que me dedicar a pintar a casa por dentro, esperemos que a chuva não seja para durar. 

🙆 
Finalmente contratámos uma empresa de condomínio para o prédio, e toda a gente se entendeu. Claro que a ovelha negra tinha que se opor a certas coisas, mas acabou tudo bem. Só faltaram duas ou três pessoas e a maioria estava de acordo com tudo, o que é raro neste edifício. Finalmente temos alguém a fazer a limpeza, e acabaram-se as discussões do "ah, mas agora não limpo porque sou sempre eu e o da frente está-se nas tintas"... 

🙆 👧
Fui às compras. Não sou rapariga de me perder em lojas. Geralmente nem tenho muita paciência, mas tenho andado com vontade de me mimar um bocadinho. Num dia, entrámos (família toda) numa loja só porque era nova, e eu já a conhecia de um outro sítio há anos, mas que pelas redondezas não havia. Entrei à procura de blusas quentes para mim, saí de lá com uma de verão e uma mais primaveril, umas calças para o pai, mais umas para o filho e umas leggings para a filha. Todos quiseram qualquer coisa. Noutro dia, entrei em duas lojas. Comprei um soutien para mim, e na outra, apesar de procurar roupa para mim, comprei 4 peças (que descobri em casa mais tarde, que na verdade eram 6, já que duas eram um conjunto de peças sobrepostas) todas para a miúda.