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segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Temos televisão

esta janela precisa desesperadamente de cortinas como deve de ser. Já faltou mais! 

A sério que eu acho que ter ou não ter televisão me é completamente indiferente. Desde que nos mudámos no dia 17 de Agosto que não tínhamos serviço de televisão em casa e muito sinceramente só me chateava não poder continuar a ver a Anatomia de Grey de seguidinha, já que ando a acompanhar a repetição da Foxlife desde o primeiro episódio. 

Os miúdos estiveram este tempo todo sem televisão, excepto a semana de férias que passaram em casa dos avós e correu muito bem. Portaram-se lindamente, melhor até, mas hoje estavam mesmo aflitos para voltar a ver desenhos animados. Como a instalação foi feita bastante tarde e quando os senhores saíram daqui já eles estavam a jantar, deixei-os ver só um bocadinho. 

Amanhã lá os vou deitar tirarem a barriga da miséria, mas gostava de limitar um pouco mais o uso da caixinha mágica pois vi o bem que lhes fez não a ter por casa nestes dias. Isso, e ter menos brinquedos também, pois alguns ainda continuam no apartamento, e outros estão muito melhor arrumados cá. 

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Entretanto... a nossa sala

Fecham-se as portas cá de casa quando se quer algum silêncio e sossego e esperasse que ninguém nos venha bater à porta. Não estou nada satisfeita com o sítio onde temos a nossa casa, é verdade, mas também é verdade que estou muito feliz com a nossa mini casinha. Está a mostrar-se suficiente para nós, e sinto-me bem nela. No que à casa diz respeito, não sinto falta alguma da anterior. 

Cada dia faz-se mais um pouco, dá-se mais um jeitinho e pouco a pouco as coisas vão ficando cada vez mais com ar de "lar", para nos fazer sentir bem com o espaço que habitamos. Hoje, pensei em mostrar-vos os avanços da nossa sala. 

As nossas paredes continuam brancas, e muito despidas, mas o mesmo não se pode dizer dos móveis que já se começam a compor e a aproximar-se do fim que eu tinha em mente. Neste último fim de semana, estive sozinha em casa e pude avançar com mais alguns toques. Por exemplo, montei o móvel para a tv (que nem sequer trouxemos ainda), e coloquei um tapete que já tinhamos no chão da sala para fazer um teste. Há uns dias, na última idea ao Ikea, gostámos imenso de dois, mas visto ficar numa zona de passagem, tenho medo que se estrague em três tempos. Vou ver de quanto em quanto tempo preciso de limpar (a fundo!) este antes de investir num que seja 100% a nossa cara. Se bem que como qero colocar alguns toques em cinzento, gostei muito de ver este também no nosso chão. 


Enquanto não temos a tv nesta casa (que colocaremos na parede), mantenho duas plantinhas (mais sobre elas, para breve, noutro post) em cima do móvel e uma almofada (ou várias) porque não gostei de ver o espaço tão vazio. A prateleira de cima do móvel está destinada à box e leitor de dvd. Em baixo, colocarei cestos ou caixas para arrumação de multimédia. 


Ao lado do móvel estão dois puffes que também têm arrumação no seu interior. Um contém lençóis, o outro está vazio para já. Comprei ambos há vários anos e por serem branquinhos estão encardidos, precisam de umas forras novas que farei (um dia destes...), mesmo porque a gata costumava afiar as unhas neles. Estão ai porque ainda não pensei muito bem onde quero metê-los. Para já, ficam por aqui. 


Na foto abaixo, vê-se uma parte da sala, é estreita mas comprida. Ao fundo, fica a entrada da casa, aquele espelho foi aproveitado de uma mobília de quarto que tive e ainda o quero transformar para se enquadrar mais naquilo que procuro fazer por cá. O sofá cama também veio connosco do apartamento e pretendemos trocar, mas não é uma prioridade, por isso vai esperar. A cor dele é vermelho e até gosto de ver, mas tem alguns anos e está manchado, por isso, coloquei uma colcha preta e sempre fica mais dentro do estilo que procuro. As almofadas (todas as pretas e brancas fui eu que fiz há alguns anos também). 


A estante está a fazer a separação visual entre cozinha e sala, uma vez que é um open-space. Os cubos que ficam escondidos atrás do sofá contêm caixas com coisas que não usamos com frequência. As que estão completas contêm livros e cds, que ainda pretendo reorganizar, já que não estou completamente satisfeita. Também quero comprar alguns cestos para espalhar pelos vários cubos para guardar aquelas coisas que não gostamos de ter em exposição. Por cima, coloquei mais uma planta, mas não ficou nestas fotos. Ao lado do sofá, ainda tenho um  cadeirão que mal se vê na foto, e mais uma estante de 4 cubos igual à que está na entrada por detrás deste. Quando mostrar a parte da cozinha e o outro canto da sala, poderão ver melhor. 


O que não se vê é o canto mais desarrumado da sala, onde neste momento ficam a arca congeladora e a secretária que neste momento tem a minha máquina de costura em cima.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Já começa a cheirar mal!

daqui

Uma das razões pelas quais eu franzia muito o nariz em relação a fazermos a casa aqui (terreno da família dele, perto dos pais e irmãs) era precisamente a proximidade com a família dele (mas poderia ser da minha também, seria igual). 

Outra razão, era as partilhas um dia mais tarde. "Dá sempre confusão", dizia-lhe eu. "Com a minha família não!", respondia-me ele seguro de si. Fosse como fosse, sempre achei que mais tarde ou mais cedo me arrependeria de gastar o meu dinheiro nesta casa. 

Pois bem... a merda já descambou... pois que a família tem um estabelecimento a ser explorado pela neta mais velha (a única que já é adulta), onde trabalha o meu marido também. E a menina agora acha mal ter de pagar renda ao avô, mãe e tios porque embirra com a tia e acha que ela não tem direito a nada, e ela própria sim porque trabalha lá (esquece-se que tira o ordenado dela como qualquer pessoa). Então diz que quer sair e procurar outra coisa, e com isso vai lixar o posto do meu marido, ele que se desenrasque e procure outro trabalho também. Havia necessidade? 

Mas... na família dele não

sábado, 25 de agosto de 2018

E que tal a primeira semana?

A primeira semana na casa nova correu bem. Morar mesmo ao lado da família tem as suas vantagens e as suas desvantagens como se sabe, mas a primeira semana coincidiu com uma semana de férias e pude aproveitar bem a casinha nova. 

Frutinha da horta do sogro que eu mesmo vou apanhar!

É pequena mas não a sentimos como tal. A rua é tudo e tem-nos feito muito bem, principalmente aos miúdos que podem brincar lá fora, correr, piscinar muito. A nós sabe-nos pela vida os fins de dia, rua, o fresco da noite e copito na mão. 

A única divisão que acho mesmo demasiado pequena é o quarto dos miúdos, mas eles também só vão para lá na hora de dormir. Ter uma sala aberta à cozinha tem sido magnifico. Na nossa família sempre gostámos de estar juntos e esta disposição facilita imenso. 

Vista da minha porta da cozinha. 

Estamos há uma semana sem televisão e os miúdos nem se queixam um bocadinho por assim ser. Têm brincado mais com jogos didácticos, e como já disse têm aproveitado muito mais a rua. Ainda para mais porque têm aqui uma priminha um ano mais nova que a minha mais velha. 

A nossa casinha, está-nos a saber melhor do que imaginámos e mudámos numa boa altura. Ao que parece a minha presença aqui tem ajudado imenso a minha cunhada mais velha nesta fase tão difícil para eles, que eram todos tão, mas tão ligados à mãe. 

Também se tem trabalhado muito por aqui.  

Ainda não está decorada, nem estará assim num estalar de dedos... acredito que isso são detalhes e que se podem ir fazendo aos poucos. Neste momento estou mais chateada por não ter umas cortinas na sala - detesto a exposição ao exterior, e faltam-me varões para pendurar a roupa no meu closet e no quarto dos miúdos. 

De resto as coisas vão-se orientando. Pouco a pouco que dá mais gosto. E vamos aproveitando esta vista a cada dia que passa. 

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Destes Dias #19 |luto|

daqui


Têm sido dias cheios de emoções.
Muitas emoções.
Algumas boas, outras más.
Umas felizes, outras muito tristes.

Já estamos na nova casinha. A nossa primeira noite cá foi na passada sexta-feira, dia 17 de Agosto e em jeito de comemoração, fiquei eu, ele e a minha cunhada a conversar e a beber licor até bastante tarde. Foi também ela que nos acordou cedo na manhã seguinte. Tinham ligado do hospital onde a mãe de ambos esteve internada por cerca de quinze dias. As noticias eram de que o seu estado se tinha agravado, por não dizerem ao telefone que tinha falecido. 
Tanto eu como ele, não conseguimos evitar pensar o mesmo: parecia que ela estava mesmo à esperas que nos mudássemos para cá. O maior desejo dela era ter os três filhos perto. E o facto de estarmos todos por aqui ajudou bastante pois os miúdos brincam e divertem-se apesar de tudo e uns apoiam os outros. 


sexta-feira, 27 de julho de 2018

Destes Dias #18

Neste momento só espero que 2018 acabe pois já vamos a mais de meio e não tem sido nada meigo connosco.

Este mês já fui de urgências para o hospital por conta de uma cistite que me pregou um dos maiores sustos da minha vida, pois devido às fortes dores que tinha comecei a hiperventilar e isso levou-me a uma paralisia dos membros superiores e inferiores. Apanhou-me a voz também e mal consegui chamar por alguém que me ajudasse - já em pleno hospital. Cistite curada com antibióticos e muita aguinha e dessa safei-me.

Fomos comprar a cabine para o duche ao Leroy e surpresa, ainda antes de a tirarmos do carro vimos que estava partida. Voltámos para a trocar e recusaram-se a fazê-lo. Tive de lá voltar e fazer barulho, pedir livro de reclamação, etc etc etc. Lá acederam a trocar, e ainda exigi que o transporte fosse a cargo deles de tão fula que estava. Não me ia sujeitar a acontecer de novo. Isso foi há quase duas semanas e só chegou hoje.

E ontem? Ontem foi o aniversário do meu marido... e perdemos a nossa gatinha. Já a tínhamos desde que nasceu, há quase 13 anos. Morreu-me nos braços. Chegar a casa e não a ver a miar-me aos pés, chatinha como era, custa tanto. A minha filha está fora e ainda não sabe, e o meu filho (4 anos) continua a dizer que a gatinha que viu morta não era a nossa.

Mas não acaba aqui. Temos visto a minha sogra a definhar dia após dia. Já nem se consegue levantar sozinha, está a perder as forças até para comer sozinha.

Não. Este ano não está a ser fácil. Nada fácil.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Da terapia da fala |dele|


Não podia estar mais orgulhosa do meu piolhito mais novo. Hoje falei com a terapeuta da fala e por ela, ele não precisa de continuar com as sessões.
Este miúdo passou de não se fazer entender d'um todo no início do ano lectivo para se expressar de forma clara, com frases bem construídas, com a terapia desde Janeiro. Pelas palavras da terapeuta, o meu menino não só conseguiu evoluir de forma espantosa para atingir o nível médio da sua faixa etária, como conseguiu ultrapassar essa média. 
A avaliação feita pela educadora também foi muito positiva. Foi grande a evolução dele em muitos sentidos. O facto de conseguir expressar-se e comunicar realmente com os outros ajudou bastante. Ainda é um pouco centrado em si próprio, mas fora isso, foram só coisas boas do meu príncipe.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Festa Panda

Como prometido no último post, hoje venho partilhar convosco a festa de aniversário dos miúdos do ano passado. O tema escolhido por ela foi "pandas" e deu-me imenso gozo preparar tudo. Quis uma festa colorida com os pandinhas em destaque. 

Para os convites usei um bloco de cartolinas de várias cores que tinha em casa. Imprimi o nome de cada amiguinho com um panda em frente para colar na parte de fora do convite. Na interior colei o convite em si com toda a informação. Fechei e coloquei uma fita para finalizar. Também usei o que tinha por casa por isso não foi igual para todos. 


Imprimi papeis diferentes para menina e para menino para serem um pouco mais personalizados. 



A festa teve lugar em casa da minha irmã, como sempre, pois ela tem um armazém grande e espaço exterior. A parte mais chata é que o armázem cumpre a sua função e está cheio de tralha que nunca chegamos a tapar. Em anos anteriores  faziamos a festa no exterior mas em pleno Julho, o calor estragava a comida em menos de nada, por isso este ano experimentámos fazer no interior e correu muito bem. 


Coloquei duas mesas, uma para salgados e outra para doces. A primeira estava claramente mais cheia e foi realmente a mais atacada. Na outra tinha os doces e as bebidas. Fiz tudo sozinha, mas até correu bem. Na hora de montar contei com ajuda da família, mas foi tudo confeccionado por mim. Este ano não tive saudades dessa parte e do stress associado embora seja algo que até goste de fazer. 


Inspirada por esta internet, até um pão em forma de panda em experimentei fazer. Não foi grande sucesso na festa pois muita gente achou que o preto era corante e ficou reticente a experimentar, mas não. Só usei corante alimentar para o verde. Nas partes pretas do panda o que usei foram sementes de sésamo pretas trituradas. 


Na mesa dos salgados, tinha os rissóis, croquetes, pasteis, paté, tostinhas, sandes, batatas fritas, quiche, pão panda, queijos, etc. 


Na mesa dos doces coloquei pipocas, oreos, palitos (bolachas), pudins, gelatinas, mousses, pandas marshmellows, tarte de natas. E claro, os sumos variados. No ano anterior fiz uma limonada que coloquei em barril de vidro. Como foi com tema da frozen coloquei umas gotinhas de corante azul e ficava lindo na mesa, podia ter feito o mesmo de novo mas esqueci-me completamente. 


Aqui a ideia dos marshmellows. Usei uma caneta de pastelaria para desenhar algumas carinhas nos doces. A ideia era fazer em todos mas não houve paciência. Fiz só nalguns. 


Para as lembrancinhas fiz cabeças de pandas com eva para colocar em lápis. Comprei vários brancos e juntei logo um e outro. 


Depois, criei caixinhas panda com rolos de papel higiénico que pintei de branco com ajuda da filhota. O preto foi feito com cartolina e as cabeças imprimi na impressora, mesmo em casa. Imprimi também mais pandas em papel autocolante e coloquei no interior das caixinhas. Numa loja do chinês comprei uns saquinhos que trazem vários brindes que também juntei, tal como os lápis e um saquinho de gomas. Na festa ainda tínhamos os frascos de bolhas de sabão para dar aos miúdos. Alguns sairam sem levar. =( 


Tal como o resto, o bolo foi feito por mim. Tinha duas camadas, a primeiro de alfarroba que passou muito bem por chocolate para a maioria, e a segunda era com farinha de coco e não correu tão bem pois partia-se com facilidade, embora o sabor fosse bom. Entre ambas as camadas usei creme custard que deixou o bolo super delicioso. 
Para decorar barrei o bolo com natas como faço sempre, e usei pasta de açúcar preta e branca para os detalhes da cara do urso. Fiz as bochechas com pintarolas rosa. 


Numa loja das redondezas imprimi fotos dos miúdos e carinhas de pandas em papel de arroz comestível. A ideia era ter feito queques e usá-los como toppings mas não deu, por isso usei-os em redor do próprio bolo. 


No exterior tínhamos uma piscina insuflável pequena e uma em forma de castelo com um dragão ao qual ligamos a mangueira e aquilo esguincha os miúdos pela boca. Foi a loucura. Também tínhamos jogos de argolas e balões de água para uma guerra entre meninas vs meninos. Ganharam elas, já agora. 


A miúda ainda teve direito a bolo na escola. Para esse o tema que a pipoca escolheu foram os PJ Masks. A imagem do bolo também foi impressa na tal loja que infelizmente, fechou entretanto. Imprimi também o nome dela que coloquei na frente do bolo (apagado nesta imagem).


Era um bolo arco-iris por dentro. Foi a segunda vez que o fiz e os miúdos (e graúdos também) adoram sempre. Não é dificil, dá é um bocadinho de trabalho fazer. Da primeira vez que o fiz lembro-me de ter levado cerca de 4h, desta penso que foi um pouco mais rápido mas não me recordo quanto tempo ao certo.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

*7* e *4*

Nos últimos dias os meus filhos festejaram os seus sete (ela) e quatro (ele) anos. Normalmente junto a festa de ambos por terem tão poucos dias um do outro, mas este ano não houve festa temática e com todos os amigos presentes como gosto de fazer. 

Pois que o mais novo pediu a festa na escola, com um bolo e os amigos muito antes de fazer os anos e como foi numa segunda feira aproveitei para deixar assim mesmo. Comprámos um bolo do Faísca no supermercado à última hora (vá lá que é fã do Faísca desde sempre) e fiz umas lembranças improvisadas no mesmo dia para levar aos coleguinhas. 

Para ela andávamos a pensar numa festa da Ladybug há algum tempo mas acabou por ficar sem festa. É que a rapariga partiu a televisão da sala (também nem temos outra, só podia ser da sala) e lembrou-se de culpar o irmão. Por isso, mais por essa atitude do que propriamente pela tv partida, o castigo que teve foi ficar sem festa de aniversário. 

Ela não se chateou muito pois a festa de fim de ano da escolinha do mano foi nesse dia, por isso, não tendo uma festa dela, não deixou de estar numa. Além disso, a avó veio passar todo o dia com ela, e ela tem uma adoração enorme pela avó. 

À noite, depois do jantar cantámos-lhe os parabéns com um bolo que fiz depois da festa do irmão, e que decorei com a Ladybug. Telefonei às mães de duas amigas de quem gosta muito e que vivem do outro lado da nossa rua e sem ela saber convidei-as a cantarem os parabéns connosco e comer bolo. Ela adorou a surpresa e ainda brincaram cerca de uma hora juntas antes de ser hora da cama. 

Voltando à festa dele. Pois bem, no próprio dia não tinha nada preparado porque passei o dia anterior de roda da casa nova, chegámos a casa tarde e estava estoirada, já não tive tempo nem de fazer bolo, nem de pensar em lembranças. Só queria dormir e descansar. 

No dia seguinte (dia do aniversário) ainda fui trabalhar pela manhã e quando sai lá comprei o bolo. No mesmo supermercado ainda comprei um saco de balões coloridos e várias caixinhas de pintarolas, vêm em conjuntos de 3 por pouco mais de 1€ cada. Não gosto de dar doces como lembranças, mas às vezes calha e nesta situação não podia escolher/exigir muito porque o tempo não estava do meu lado. 

E o que fiz com as pintarolas? Pois bem, para ficar mais bonitinho, aproveitei duas micas para criar pequenos saquinhos de pintarolas. Usei uma pequena máquina de selar que sela e corta ao mesmo tempo. Comprei-a no Aldi ou no Lild há algum tempo e dá imenso jeito. Despejei um tubo de pintarolas em cada saco antes de o selar. Depois, colei um balão a cada saco com uma washi tape aos quadrados branca e preta que lembra as bandeiras das corridas. No outro lado do saco colei etiquetas com o nome do meu filho e a data do seu aniversário. Fotos no fim deste post. 

E sabem do que é que eu me lembrei? Que tenho as fotos do ano passado guardadas, à espera para vos mostrar e nunca cheguei a fazê-lo. Vou preparar outro post só com isso. Espero que gostem. 


segunda-feira, 25 de junho de 2018

Ela já sabe


A minha filhota teve a primeira bicicleta com cerca de 3 anos. Inicialmente aprendeu rapidamente a andar com as rodinhas, mas a miúda praticamente só andava em casa da tia então deixámos por lá e ao fim de pouco tempo estragou-se e ela nunca mais pedalou. Pouco depois ficou com a bicicleta de uma prima, mas as rodinhas estavam meio mancas, e ela não se sentia segura por isso chorava que tinha medo. O pai que não é nada paciente para estas coisas ainda lhe meteu mais medo e a miúda nunca mais quis sequer experimentar. 
No passado Natal oferecemos-lhe outra, maior, mas ainda com as rodinhas. Deixámos na casa nova porque não dava para a ter aqui no apartamento. Mas, raramente lá íamos com ela, e só mais recentemente é que começou a andar com as ditas rodinhas postas. 
Porém, a catraia tem azar e estas rodas também não ficavam firmes, a rosca passava e volta e meia subiam um pouco fazendo-a ganhar medo. Lá calhou de apanhar o pai bem disposto há uns dias, tirou as rodas e lá a tentou ensinar. E ela conseguiu, ainda que muito toscamente. Assim que teve espaço para pedalar, ela conseguiu ir encontrando o equilibro. 
Num segundo dia em que fomos para a casa e estavamos ambos ocupados com outras coisas, a criança marfou-se e foi-se à bicicleta sozinha. Quando nos chamou já dominava a coisa como gente grande. Que orgulho mais grande da minha menina. É uma criança insegura muitas vezes, mas quando quer consegue enfrentar os seus medos, receios ou limitações, e sempre que o faz, consegue chegar lá. 

sábado, 23 de junho de 2018

um pé dentro e outro fora

Estava para aqui a pensar há quanto tempo nem sequer ligava o computador. O último dia em que aqui publiquei, deve ter sido mesmo o último em que liguei a máquina. 
A sério que não entendo como é que este mês de Junho já está a acabar. É verdade que por aqui tem sido um corre corre, mas ainda assim custa-me acreditar que daqui a nada estamos em Julho. Quando é que o passar do tempo pretende abrandar? Assim ninguém dá conta. 
O mês tem sido produtivo porém e estamos mesmo mesmo com um pé na casa nova e outro na velha. Já está até cheia de móveis. Neste momento ando eu e o marido a dormir em colchões na nossa sala porque já levámos a cama para o outro lado mas ainda não a voltámos a montar. 
As máquinas da loiça e da roupa também já lá estão. As camas dos miúdos ainda não foram alteradas e como tal vamos tentar fazer isso antes de mudar. Outra coisa que também quero colocar antes que ainda não coloquei, é a cabine para o duche. 
Para já, estoirámos o orçamento para o mês, vamos ter que esperar pelo próximo. Juro que perdi a conta das contas que tivemos que pagar este mês... pareciam florescer do nada.


quarta-feira, 6 de junho de 2018

Destes Dias #17

Não sei como são vocês ai desse lado que me lêem neste momento, já eu sinto mais vontade de escrever quando estou nalguma fase menos boa. Mas depois penso que se só escrevo nessas fases posso passar a imagem de que sou uma melodramática do caraças a quem a vida nunca corre bem e blá blá e tal, e muitas vezes deixo escapar dias e dias sem escrever. 
Mas sabem que mais? Que se lixe! Que assim seja... eu sei que não sou só esse lado, e sei que quem me conhece, conhece o meu riso alto, as caretas que faço a rir, a boa disposição, as "saídas" bem metidas... 
Por isso, sim, escrevo quando tenho coisas menos boas para dizer porque me faz sentir melhor quando não estou tão bem, ou tão feliz. E é isto. Estas últimas semanas têm sido d a q u e l a s. Senão vejam... 
* Temos uma infestação de baratas, não só na nossa casa mas pelo bairro todo ao que consta. E não é coisa d'agora. Ah não, não! Esta pouca vergonha já vem do ano passado, O verão passado foi um stress total e este ano já se avizinha muito pior. Ao que parece os senhores da câmara não fizeram nenhuma desbaratização o ano passado e por mais coisas que coloquemos por cá para desaparecer com as bichinhas essas, elas não deixam de aparecer. O meu marido já enviou para o município, fotos, uma queixa e uma "ameaça" de chamar os media para expor a situação caso nada seja feito a respeito novamente; a ver vamos se sim ou sopas. Ontem à noite estavam demais, juro-vos, eu que tinha pavor de ver uma e de ter que a matar, despachei no espaço de uma hora quase 30, estou profissional a dar chineladas em baratas. Isto é nojento, eu sei, mas tem sido a minha realidade e estou prestes a dar em doidinha com esta casa. Entre as infiltrações do inverno e as baratas, imaginem!
* O meu carro, que teve um arranjo que me custou cerca de 1300€ o mês passado, já ficou parado duas vezes depois disso. Parece que agora é qualquer coisa ou do ponteiro do combustível que não está a marcar bem ou do depósito. Para a semana lá vai outra vez para o spa!
* Tenho a outra casa mesmo quase pronta mas por alguma razão que desconheço, o meu marido arranja mil e uma desculpas para retardar a saída desta casa. E isso tem-me deixado muito, mas muito frustrada e azeda. 
* No passado domingo deu-me um fanico e surtei um pouco. Não ao nível da minha cunhada - claro, essa é pró, mas o suficiente para achar que eu já não estava a ter controlo nenhum dos meus nervos e decidi procurar ajuda. Recorri à Bioressonância pela primeira vez. Fiz um tratamento até agora e notei logo melhoras. Descobri que tenho um bloqueio geopático (mais uma razão para me querer mudar desta casa) e mais uma série de coisas que me andavam a deixar de rastos. 
* O meu filho que até aqui era o bebé da sala, tem um coleguinha novo que já é mais do tamanho dele e acho que isso o anda a afetar. Parece que regrediu novamente na fala e no comportamento. Está super carente, e só me quer a mim sempre. E depois, chora e faz birras como não fazia há muito tempo. 
* A minha sogra está muito em baixo. Não vos cheguei a dizer que foi diagnosticada com cancro de mamã, em estado avançado e inoperável a meados de Novembro, pois não? Foi apenas uns dias antes de a minha cunhada ter tido o piripaque dela. Só aqui que ninguém nos ouve, não tenho muita esperança que viva durante muito mais tempo. Andou a portar-se mal, a não seguir à risca a dieta, a não tomar a medicação como deveria de ser e agora que se sente pior e a enfraquecer já quer tomar tudo. 
* As despesas têm sido mais que muitas... depois do carro parece que apareceu tudo e mais alguma coisa. Logo agora que estávamos a apostar em finalizar a casa. Isso implica reutilizar os móveis que cá temos ao invés de comprar novos como tínhamos pensado. Para já, pelo menos. 
E pronto, basicamente é isto, e já é muito. Quando é que 2018 acalma um pouco e nos deixa respirar calmamente? Por aqui precisa-se, e muito!