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segunda-feira, 4 de maio de 2020

Destes Dias #25

Como passa o tempo. A última vez que publiquei foi logo nos primeiros dias da quarentena, quando ainda havia alguma esperança de isto não demorar tanto tempo. Passou tão rápido e ao mesmo tempo parece que levou uma eternidade até chegarmos aqui. 

Neste momento estou a pouco mais de meio de mais 15 dias de férias, mas o sítio onde trabalho nunca chegou a fechar, embora tenha alterado o seu horário de funcionamento) e claro, para a semana já volto ao trabalho. 

Estes dias têm sido uma montanha russa de emoções, e não tem sido só porque estamos de quarentena. Há uns posts atrás já tinha comentado que o meu pai não estava muito bem, e acabou por ser internado há quase duas semanas. Por conta do covid não são permitidas visitas no hospital, aliás, os dois primeiros dias foram desesperantes porque não o autorizaram a ficar com o telemóvel, e não conseguíamos contatar o hospital. Ou melhor, só nos atendiam a horas em que os médicos já não estavam e não nos podiam dar informações concretas do que ele tinha. Andávamos num desespero só, porque entrou com uma coisa nas urgências e quando tentávamos saber de alguma coisa, diziam-nos que tinha dado entrada com outra. Enfim, neste momento está estável, e aguardando o resultado dos exames. 

Sinto-me cansada. Mais do que o normal. O marido teve que fechar o café ainda em Março e desde então que está em casa. A minha carga doméstica aliviou muito porque estando em casa, ele ajuda imenso, até aprendeu a cozinhar para além de massa com atum... a sopa dele é melhor que a minha! Mas sinto-me cansada ainda assim. 

Quando estou a trabalhar, é o não-pára-nem-para-respirar, não dá, temos uma pessoa (de três) a menos, um horário reduzido e uma maior procura. Entretanto, como costuro, tenho recebido imensos pedidos de máscaras (ainda antes de se achar que se calhar até devíamos usar todos) e dias houve em que eu chegava do trabalho, almoçava e passava o resto do dia a tratar desses pedidos, literalmente o resto do dia, fazia uma pausa para jantar e voltava ao trabalho. Agora cortei com isso, aprendi a dizer não, caso contrário rebentava. Continuo a fazer algumas, mas acima de tudo, quis voltar a costurar as coisas que me entusiasmam mais, principalmente agora que o uso se tornou obrigatório e supostamente é fácil de encontrar no mercado. 

Juntou-se entretanto a escola em casa para a mais velha e o entreter o mais novo para deixar a irmã estudar. Os meus, gostam de estar em casa, aqui, não estão completamente fechados em casa, têm rua, têm campo para brincar... e têm-se um ao outro, noto-os mais amigos. Por eles, e nas palavras deles, a escola seria sempre assim, em casa. 

quarta-feira, 18 de março de 2020

Quarentena



Não há como não falar do assunto do momento. O covid-19, como é óbvio. Afinal, estamos todos metidos no mesmo barco. Pergunto, como tem sido por ai? 

Por cá não temos uma quarentena integral. O pai, continua a trabalhar fora, eu trabalho alguns dias fora, outros em casa, e os miúdos esses sim, estão em casa desde o dia 13 (sexta-feira). 

Ficar em casa com duas crianças não é fácil, temos que assumir todos os papeis ao mesmo tempo. Em primeiro lugar, temos que lidar com as emoções, temos que saber explicar aos nossos filhos o que está a acontecer e porque é que não podemos ir aqui ou ali. 

Depois, temos trabalho para fazer em casa (alguns de nós), temos que alimentar a família, - que, fechada em casa todo o dia, parece não conseguir pensar em mais nada - , temos as tarefas domésticas normais, temos que ter tempo para entreter os miúdos. 

«Ah, aproveitem para ler, meditar, fazer isto e aquilo»... de certeza que isto não é para os pais com crianças pequenas em casa, pois não?! Mas, é o que há. Chegamos ao fim do dia estafados, mas a fazer os possíveis para que tudo corra da melhor forma. 

Por aqui, temos mais ou menos uma rotina. Nos dias que estou em casa, faço a parte escolar logo pela manhã, depois mando-os brincar na rua (temos a sorte de morar no campo, por isso não estamos confinados a quatro paredes, o que ajuda muito!) enquanto faço o almoço. Andam de bicicleta, correm, saltam, gritam um bocadinho... Nos dias que não estou (que é só pela manhã), o pai faz ginástica com eles, e a escola passa para a tarde. 

Depois do almoço, arrumamos a cozinha, fazemos tarefas, fazemos uma actividade, brincamos. Um pouco mais tarde, dou-lhes os tablets* e deixo-os um bocadinho por lá. Aproveito para trabalhar se tiver trabalho para fazer. Faço o jantar. Vemos tv juntos (adultos) enquanto eles lêem livros, ou se entretêm juntos. 

E por ai? Como gerem os vossos dias nestes tempos difíceis para todos? 

* Normalmente só os têm aos fins de semana, mas esqueçam lá isso. Se até os adultos recorrem que nem loucos aos eletrónicos nestes dias, como dizer que não? Procuro isso sim, que antes façam os trabalhos escolares e outras atividades antes dos ecrãs. Quero que saibam que não são a prioridade. 

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Lido ultimamente

Vinha aqui publicar sobre o último livro que li, e percebi que não tenho publicado sobre as minhas leituras há muito tempo. Ora, aqui fica um breve resumo das leituras do passado ano (após a última vez que publiquei que foi em março). 

Abril:
- Dezasseis Esqueletos na Minha Coleção - Hitchcook
Uma série de estórias de terror. Entretém, mais não tenho a dizer. 

Maio:
- Falai no Mau - Hitchcock
Mais uma coleção de pequenas estórias de terror pelo mestre do mesmo. 
o melhor livro que li nos últimos tempos. Um romance sobre uma menina empurrada a tornar-se cortesã, que se apaixona, cuja vida dá uma grande reviravolta. Um livro onde erotismo e emoção se juntam. Juro-vos, li este livros em dois dias porque simplesmente não conseguia pousá-lo. Mal o largava para me alimentar e cuidar das necessidades básicas. As minhas e as dos meus filhotes. Aconselho-o vivamente. 

- Drácula - Bram Stoker 
O clássico que queria ler há muito tempo e que finalmente risquei da lista. Maravilhoso!

Outubro:
 
Levei um par de meses a ler este, por isso só o terminei em Outubro. Não me perguntem porquê, mas gosto particularmente de livros com história. E quando digo história, é História mesmo, e este levou-me a mais uma época que mostra o pior que existe no ser humano. Levou-me a uma Lisboa cristã, em 1506, impiedosa, com perseguição e fogueiras para aqueles que não seguiam o mesmo credo. Extremamente bem escrito, permitiu-me conhecer um pouco mais sobre a vida dos judeus e dos seus costumes. Para além dos fatos históricos, é um romance sobre um jovem que se depara com a morte do seu tio/mestre cabalista, encontrado junto a uma jovem, ambos despidos de suas roupas. 
Adorei este. ⇧TOP⇧

Um retrato histórico rigoroso de uma época que marcou o nosso país. Uma memória sobre a intolerância religiosa que não pode ser esquecida. Um grande livro reconhecido como uma obra de referência. in Vila Nova

Uma história verídica contada pela própria Zarah Ghahramani, que se tornou prisioneira de um regime opressivo. Durante semanas foi mantida em cativeiro, sujeita a interrogatórios e tortura. Somos previligiados por termos nascido onde nascemos, por gozarmos de liberdade de expressão, por podermos ser quem somos. Zarah foi criada num seio familiar liberal, mas fora das suas quatro paredes tinham que fingir ser quem não eram para não sofrerem represálias. Um livro que me fez pensar bastante, de ver o quão mau o ser humano consegue ser, e acima de tudo, agradecer pela liberdade que tenho. Por vezes esquecemos que para outros, ela não vem tão naturalmente. 

E para estrear 2020:


Depois, como primeiro para 2020, optei por um livro diferente, mas que também aborda um tema que é, para mim, de grande interesse pessoal e do qual não me canso de ler mais e mais. Encontrei este livro, por acaso, entre outros numa feira das velharias e como é óbvio trouxe-o comigo. Levei dois meses para o ler, porque não conseguia fazê-lo de uma assentada só. 
O nome é Vida Depois da Morte, e é uma colectânea de vários autores, que  abordam ou tentam um lado cientifico para o que acontece após a morte do corpo. O livro é composto por estudos, ensaios, publicações... nem sempre fáceis de ler, e outras um tanto ou quanto repetitivas. Ainda assim, tentam abordam as duas vertentes, a daqueles que negam a existência de qualquer tipo de continuação após a morte física do corpo, e aqueles que acreditam, que a alma, essência, seja o que for que nos tornam únicos, segue, noutro nível, noutro universo. 
O livro aborda as visões dos ioguis e do xamanismo. Crenças de reencarnação, argumentos sobre experiências fora do corpo, e de quase morte. No fundo, dá-nos toda a informação recolhida que suporta uma evidência sobre o que pode ou não acontecer após e morte e convida-nos a refletir, a tirar as nossas próprias conclusões, as nossas próprias visões e crenças sobre o que acontece uma vez chegado o fim da nossa vida na terra. Eu acredito em reencarnação desde que me conheço como gente, é quase como uma certeza absoluta que nasceu comigo. Se o posso explicar? Não. Se preciso fazê-lo? Também não. Gosto de saber mais sobre as ideias dos outros, e como as defendem, isso sim. 

Alguns dos autores do livro são: KEN WILBER, STANISLAV GROF, RUPERT SHELDRAKE
E GARY DOORE (ORG.)

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

motivação


Todos nós sabemos que um lar se constrói aos poucos, e desde que nos mudámos que a metamorfose da nossa casa tem sido uma constante. Põe aqui, tira dali, sempre foi algo que eu fiz, chega a ser terapêutico. Ainda morava com os meus pais, logo nos primórdios da adolescência e já eu passava noites em branco - literalmente - a mudar tudo no meu quarto. E não eram apenas os objetos decorativos, eram os móveis também. 

Desde que tenho casa própria que o leque de coisas a mudar de sítio aumentou, e os meus móveis geralmente passeiam de cómodo em cómodo sempre que se justifique. Aqui, na mini casa, isso não acontece tanto, porque ela é mesmo mini, e nem tudo cabe em todo o lado. À conta deste meu mexe aqui, mexe ali, há sempre um canto, um lado mais escondido cheio de tralha que tiro, meto numa caixa e fica ali para eu destralhar quando tiver tempo/me apetecer. 

Comecei este ano, cheia de vontade de destralhar mais e melhor, e acho que todas as divisões da casa, estão neste momento em modo: 1 lado picture perfect, o outro já tratavas disto. A verdade é que vejo resultados nos meus esforços e isso motiva a continuar. Sinto-me melhor com este nosso espaço. Acho que andar a encher a sala de plantas me tem trazido uma sensação muito boa ao entrar nesta divisão. Gosto tanto de as ver, alegram-me o animo e sinto-me com coragem para fazer as pequenas coisas que vou empurrando com a barriga. 

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Destes Dias #24

Tínhamos planeado para este domingo, fazer um piquenique com os miúdos e passar o dia fora. O dia até esteve maravilhoso, mas os nossos planos foram furados. O meu pai tem estado com umas dores terríveis e ninguém ainda conseguiu descobrir o que as provocam. Hoje, os meus pais precisaram de mim e os planos foram colocados de parte. Estou preocupada com ele, principalmente, porque não sabemos o que tem. 


Ainda assim o dia não foi mau d'um todo. Os miúdos gostam muito de ir a casa da minha irmã (onde os meus pais estão de momento). As miúdas fizeram um bolo (quase) sozinhas, e ainda dêmos um saltinho ao IKEA com a mais velha, para comprarmos umas cadeiras novas para a cozinha, e mais uma planta que tinha debaixo de olho há muito tempo. Mais cedo, já tinha trazido mais uma pequena do Aldi comigo. 


Sim, comprar plantas novas para a minha mini casa, está a tornar-se um vício e adoro ver como elas têm resistido na sua maioria. Neste momento tenho umas 15 plantas minhas em casa e a minha filhota que apanhou o bichinho também tem outras 3. Vamos ver se não temos baixas. 


Tivemos um senhor a pintar-nos a casa por fora. Foi uma coisa não planeada, mas ele andava por aqui a fazer umas pinturas em casa do meu sogro, e como até já tinhamos tinta que sobrou das últimas pinturas, perguntámos se não se importava de pintar a nossa também. Quando terminou o serviço com o meu sogro, dedicou-se ao nosso e agora a casa já tem outro ar por fora também. 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Desafio Destralhar |semana 1|

E até aqui destralhei:

- uma pilha de papéis
- tampas de garrafas de plástico
- 1 necessaire de viagem
- 1 porta-sacos de plástico
- 2 sacos de roupa da minha filha
- 1 saco de roupa do meu filho
- 1 forro para bolso da bata de trabalho (experiência de costura que não correu muito bem)
- 1 mochila da miúda que tinha a alça partida (que eu já tinha arranjado uma vez, mas ela já nem gosta tanto dela para me dar ao trabalho outra vez)
- 1 tabuleiro de forno em alumínio no qual descobri um buraquinho
- 1 tabuleiro para batatas danificado
- 1 óculos de sol que nunca uso
- moldes impressos de costura, cujos tamanhos já não servem aos meus filhos

Ainda "destralhei" algumas coisas visualmente. Espaços que estavam muito atulhados cá em casa, e coisas que embora continuemos a ter, despachei para o armazém, onde estão arrumadinhas, e longe da nossa vista cá em casa no dia a dia. São coisas que não me fazem falta agora, mas que também não quero destralhar permanentemente, tais como roupas, botas e acessórios para a neve, malas e sacos de viagem, peluches grandes dos miúdos (um de cada, adoram-nos mas ocupam imenso espaço numa casa onde os metros quadrados são escassos).




as últimas duas imagens são um antes e depois também. Trouxe a minha espada de são jorge para o quarto, depois de muito ter passeado pela casa.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Para Janeiro

Apesar de irmos já a meio de Janeiro, hoje venho falar sobre os meus objetivos para este mês. Este ano quero concentrar-me em mim, e dedicar mais tempo a pequenas coisas que são importantes para mim, a um nível mais pessoal. A cada inicio de ano, sei que me foco mais nestas coisas e que depois o trem descarrila e lá se vão todas as boas intenções e grandes vontades. 

Mas, a minha inocência faz-me sempre acreditar que quando as coisas vão bem, quer dizer que é desta que levo o(s) meu(s) barco(s) a bom porto. 

Este mês tenho como principal objetivo dedicar-me à casa; não acabou 2019 da melhor maneira, mas quero que comece 2020 com uma reviravolta. O desafio do destralhe ainda está bem fresquinho e já vem dando frutos. Se eu conseguir destralhar uma boa parte da casa, enquanto o entusiasmo está ao rubro, já é algum ganho. 

Todos os meses de há uns tempos para cá, desafio-me a juntar um x para o meu mealheiro. Todos os meses estipulo mais ou menos quanto gostaria de juntar até ao fim do mês sendo que uma parcela desse valor retiro imediatamente do meu ordenado assim que o recebo. 
Esta técnica tem-me ajudado bastante, pois este dinheiro do mealheiro, é o que normalmente usamos para as férias, sendo que costumamos fazer férias - nos últimos dois anos pelo menos - duas vezes por ano sem termos que mexer nos nossos rendimentos. 

Outra coisa que tenho na minha lista, é terminar o livro "Vida Depois da Morte" que comecei a fins do mês passado. E logo a seguir quero ler um outro que comprei, algures a meio de 2019, e que aborda o tema de como escrever um livro. Quando era mais novita, escrevi um romance, mas nunca cheguei a terminá-lo. Quem sabe um dia volto a pegar nele. 

Para finalizar, quero focar-me na minha saúde e ver se é este mês que consigo marcar consulta com a minha médica para mim. Também quero mudar a pediatra dos miúdos, temos a mesma há 8 anos desde que a mais velha nasceu, mas não estou nada satisfeita com algumas situações que ela desvalorizou quando eu me queixei, e que agora são evidentes, tanto com a miúda como com o miúdo. Em relação a mim, tenho que ver como anda esta anemia que tanta energia me rouba.  

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Destralhar: o desafio para 2020

daqui

A Cristina desafiou-se e desafiou-nos a destralhar #336 objetos durante um ano, ou seja, um por dia. Eu não vou ser capaz de fazer isto todos os dias, conheço-me bem e sei que haverá dias em que não me vai mesmo apetecer dedicar-me ao desafio. Mas ainda assim, não consigo virar costas a um bom desafio, mesmo que o adapte a mim mesma. 

O que decidi fazer e espero conseguir, é escolher um dia por semana, e destralhar nesse dia, o maior número de coisas desnecessárias cá de casa. O destralhar é um processo normal cá em casa, mas sinto que nos últimos meses abrandámos muito nessa prática e as coisas estão um bocadinho mais "caóticas" que o normal. Preciso de um "destralhamento" mais acentuado, isso sim. 

Vou tentar partilhar os resultados por aqui. Pode ser que vos anime a fazer o mesmo. Já levo duas semanas de atraso, mas como não tenho um número limite, será como tiver de ser. 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

As primeiras férias de 2020

Ainda mal o ano começou e já fomos passear. De um a cinco deste mês, estivemos a passear por Espanha. Ficámos duas noites em Granada e outras duas em Córdoba. O primeiro dia foi passado na estrada e pouco mais, já que quando chegámos deparamos-nos com o nosso hostel, que estava marcado e pago, fechado. Depois de várias chamadas e algum desespero, lá resolvemos as coisas. Foi marcado pelo booking e nunca nos tinha acontecido antes. 

Resolvido esse problema, lá nos instalámos. No dia seguinte subimos à Serra Nevada, havia pouquíssima neve, mas lá nos fartámos de andar para chegar a um pequeno espaço onde havia alguma, para os miúdos poderem brincar um pouco. O mais novo não é lá muito fã de neve. Há dois anos não apreciou a visita à Serra da Estrela e pensámos que seria por ser muito pequeno, mas este ano confirmamos que é mesmo ele que não vai muito com aquilo. 

No dia seguimos, fizemos caminho a Córdoba por onde passeámos bastante, correndo tudo a pé. É uma cidade linda com imensa para ver, vimos muito, mas muito ficou por ver também. A mais velha adora estas andanças, caminhar, descobrir coisas novas, visitar museus, etc. Já o pequenino, só queria voltar para o quarto. 

Tudo teria corrido muito melhor se não tivéssemos ficado todos doentes, com uma grande gripe. Andámos sempre de termómetro e medicação atrás. Os miúdos já iam daqui afetados, e a nós apanhou-nos logo de inicio. A mais velha ficou boa ainda antes do regresso, mas o pequeno ficou bem mais apanhado. 

Ainda assim, aproveitámos o que pudemos. Ficam aqui algumas fotos desses dias. Todas tiradas pelo marido, porque eu, apesar de ter levado a máquina, nem tive vontade de pegar nela. Ah, e no último dia, ainda festejámos 18 anos de namoro. Parabéns a nós e a esta relação que já é maior de idade. 











quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Feliz 2020


Olá, olá. 

Antes de mais, desejo a toda a gente que por cá passa (se ainda houver alguém, claro) um 
feliz ano novo

Acabámos de entrar neste novo ano, e como não tenho nada melhor para fazer, cá estou eu. Tenho os dois miúdos doentes, por isso a passagem foi em casa, a cuidar de um e de outro. 

Não tenho feito grandes planos. Sou pessoa de listas e listinhas, mas sinceramente não andava para ai virada. No entanto, dei por mim hoje, sem intenção, mas a fazer pequenos resumos, pequenas análises. 

Sinto que passou mais um ano... só isso. Sinto que outrora fiz planos e criei objetivos que deixei passar sempre ao lado. Hoje passei o dia a preparar-me para uma viagem, numa lufa lufa. 

O que me deixou 2019? Olhei mais para dentro, para mim. Aprendi muito, ri mais do que chorei, dediquei-me mais a mim mesma. Fiz o 1º nível de reiki, deixei entrar o pilates nos meus dias. Viajei com a minha família, vi os meus filhos crescer mais um bocadinho. 

Tirámos de cima algumas preocupações, fizemos alguns planos a longo prazo para o nosso futuro. 

Neste momento, agradeço o que tenho, o que temos, o que somos. 

Para 2020 queria ter a força para perseguir sonhos antigos, abrir caminhos, tanto no plano pessoal como no profissional. Quero dedicar-me mais à minha casa, e muito mais ainda aos meus filhos. Cuidar ainda mais da minha saúde e do meu bem estar (e daqueles que me são mais queridos). 

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Nunca hei de ser uma gaja fashion

A sério?! Uma pessoa até tenta procurar umas ideias giras para uns looks diferentes, mas depressa se sente um bicho de outro mundo e chega-se à conclusão que nunca, mas nunca se será uma pessoa que segue o ultimo grito de moda... É que procurar modelitos de inverno e apanhar com estas sugerências não é definitivamente para mim.






é inverno caraças... não é outono. 
e eu sou uma mocita muito friorenta... tem de ser com grandes casacões e cachecóis com 10 voltas ao pescoço, no mínimo. 


segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Não gosto de me mexer


Não sou pessoa de ginásios (nunca entrei em nenhum sequer), e não gosto de me exercitar (ponto). Nem sequer é bem não gostar, é mais tipo, p r e g u i ç a. Além disso, o facto de ter sido sempre magra ajuda a não me importar muito com esse lado. 

Mas eis que quando nos metemos todos a ver o American Ninja Warrior, até eu fico com pica. Caramba, aquela malta tem mesmo uma força brutal e vê-los influencia uma pessoa. Queremos ser pelo menos um bocadinho mais fortes do que somos. 


Hoje quando acabou o episódio que estávamos a ver levantei-me e disse ao marido e filhos "Vá, agora vamos todos para os pinheiros" (uma zona com percursos para corrida/caminhada, campo de futebol, basquete, aparelhos para exercícios, cordas, rampas, madeiras e ferros para treino. Ao lado ainda tem um parque para os pequenos e uma zona de lazer com mesas e bancos. 


Fui para o quarto e mudei de roupa. O marido veio atrás e fez o mesmo. Voltei para a sala e os putos continuavam de cuequinha como gostam de estar no verão. Não acreditaram que eu estava a falar a sério. 

Lá fomos os quatro. Corri 400m e caminhei outros 200m (intercalados) com os bofes de fora, mas andei para lá cerca de uma hora a exercitar-me e fiquei bastante surpreendida com algumas coisas que fui capaz de fazer, tipo, ficar pendurada numa corda (pelas mãos e a balançar) enquanto eles contavam muito devagarinho até 10. Ou fazer três elevações seguidas. 


Ou brincar nos ferros (barras). Sempre adorei pendurar-me nos ferros das balizas em miúda, e rodopiar por lá, foi onde ganhei muita da força de braços que tinha. Claro que passaram muitos anos desde então, mas não lhe perdi o jeito d'um todo. Ainda consigo fazer umas acrobacias engraçadas. 

Isto até é giro. E alguma resistência vinha a calhar. Só é pena ter ficado com as mãos todas lixadas e cheias de calos. Também devo praticar alguns exercícios abdominais pois desde que tive a mais velha que ganhei uma diástase e nunca mais recuperei. E agora a meio caminho nos trintas, a celulite também começou a dar sinais. 

Se o marido puxar por mim, até que era menina para fazer isto com mais regularidade. Não pelo peso, mas por uma questão de saúde e agilidade. Há uns dias pesei-me na balança da minha colega e amiga (nutricionista) que é toda XPTO e dá-nos aquelas percentagens todas giras... segundo a mesma, estou abaixo do IMC normal, o meu é 18,5. Tenho 50 e tal % de água no corpo, 30 e tal % de gordura, 19% de músculo, 1% de massa gorda abdominal e segundo a balança eu tenho 20 anos. Que feliz ela me deixou. ahahaha 

Nota: nenhuma destas fotos é minha, retirei-as de pesquisas online. 

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Destes Dias #23 (Julho em fotos)

Julho não ficou atrás do mês anterior e foi cheio de festa e animação. Foram aniversários novamente, almoços e jantares com amigos, muita diversão... 

aniversário do mais novo. 

aniversário do marido e da sobrinha. 

muita praia com filhotes e amiga da filha. 

encontrámos uma borboleta no meio da rua da avó e colcámos a pobre criatura num vaso para "voltar à terra"

mais um ano na concentração de faro

within temptation na concentração de faro. 

amor electro na concentração de faro

arranjámos um brinquedo "novo" por uns tempos