sábado, 24 de dezembro de 2016

Ho Ho Ho Feliz Natal


E que tal um pouquinho de humor neste dia? Já conhecia esta imagem e voltei a deparar-me com ela enquanto procurava por mensagens fofinhas de Natal. Digam lá, esta tem muita mais piada, não tem?! 

Desejo-vos um ótimo Natal a todos! Que seja passado em companhia dos que mais gostam, com alegria e que possam fazer desses momentos memórias que vos acompanhem sempre. 

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Preparando o Natal: Prendas

Hoje já é dia 20, e eu que andava tão feliz porque já tinha tudo tão bem encaminhado a nível de prendas, e achava que era este ano que conseguia ter tudo pronto uma semana antes do dia de Natal. Porém os miúdos adoeceram e deram-me cabo dos planos. As prendas que queria fazer, e até algumas que estavam praticamente acabadas, ficaram a meio caminho. Ainda não consegui meter mão nelas. 

As que queria comprar, ficaram por comprar porque não consegui sair de casa. Mas também não é um grande drama. Eu costumo optar por prendas low cost. Já pensei em deixar de dar prendas aos adultos, e só mesmo às crianças, mas eu gosto tanto de dar um miminho que seja àqueles de quem gosto e me são mais próximos. 

Este ano, optei por um Natal ainda mais low cost. Temos planos para passar o Ano Novo fora, e os tostões estão guardados para esse fim. As prendas, desta vez, são mais um mimo, uma forma de dizer a certas pessoas que me são queridas. 

Para a maior parte das crianças fiz compras aproveitando os primeiros descontos, logo em Outubro ou Novembro - já nem me lembro. Também aproveitei uma visita à Tiger - que não tenho aqui muito perto. Eles têm coisas super engraçadas e a preços em conta para os miúdos. Acima de tudo acho-os bastante originais. 

Para os adultos não comprei nada, ou muito pouco vá. Foi uma espécie de compras em casa. A verdade é que temos tantas coisas, por estrear, por abrir, por vezes durante imenso tempo, e que nunca vamos usar. Eu dei uma volta pela casa, vi e revi coisas que tinha por estrear e que sei que o mais certo é nunca tocar nelas. 

Depois, pensei se seriam úteis a alguma das pessoas da minha lista, tirei as minhas conclusões e separei algumas coisas. Uma garrafa de vinho de 2004 - nós não bebemos vinho. Mini garrafas de martini, que vou usar num kit com queijo que também já comprei. Um perfume de homem e outro de mulher. Uma pochete mais porta moedas ainda dentro do plástico. Uma caixa (joalheiro) que usei para fazer um kit de chá. 

Também fiz algumas prendas, para aquelas pessoas a quem só queria oferecer uma lembrancinha, fiz sabonetes artesanais e  também quero fazer ainda bolachas com a minha miúda. Fiz algumas peças de roupa. Hoje comprei mais algumas coisinhas, tudo mais simbólico que outra coisa, e sempre que possível, optei por coisas consumíveis, para criarem o mínimo de tralha em casa dos outros. 

Consegui mandar a maior parte dos postais a tempo. Mas não seria eu se não ficassem pelo menos 2 cartas em atraso por enviar. Pensei que teria tempo, mas como já disse, não foi bem assim. 

Resumindo, ainda tenho umas 7-8 prendas para despachar. Uma bebé de 5 meses, que tem uma mana mais velha e tudo o que veio desta (que é muito - por isso estou paralisada, não sei que lhe oferecer). Duas adolescentes que não conheço assim tão bem para saber quais os seus gostos - estou a ponderar fazer-lhes um kit para gelados a cada uma, ou um kit cinema. Sogros, irmã e sobrinhos (adultos). 

Para mim não espero nada. Mas sei que virá qualquer coisa de determinadas pessoas, como todos os anos. Houve mesmo pessoas a quem avisei que não queria nada (conheço as suas prendas "super pensadas para mim" dispenso mais coisas que só se acumulam por cá! a sério!). Pedi apenas uma prendinha simples ao marido, e já a recebi (entre nós não temos paciência para esperar pelo Natal se nos faz falta). 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

A menos de uma semana do Natal


Dei-me conta hoje que daqui a 4 dias estaremos a festejar mais um Natal, e eu não creio que consiga ter a prenda da minha filha pronta... 

O pequenino que parecia ter melhorado, voltou a piorar e tivemos mesmo que ir ao antibiótico. Já está melhor, pelo menos até aqui, hoje ainda não fez febre. Mas precisamente esta noite, ficou a mana queixosa, com febre, dores e comichões. 

Tenho os dois filhotes doentes, o que significa que o tempo que me resta, para seja o que for, ainda ficou mais reduzido. Nem sair de casa para ir às compras posso (do dia a dia mesmo, já nem falo dos preparativos para o Natal), saio pela manhã para o trabalho e tenho que voltar a correr para o pai ou a tia irem para o trabalho também. 

Isto, este fim de ano não anda a correr nada bem, e para além do desgastante que é ter os miúdos doentes, ainda tenho um marido que tem uns nervos muito fraquinhos para estas situações. Parece que tenho 3 miúdos em casa.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

"I'm a Barbie girl..."

Tenho tido pouquíssimo tempo para estar online. Durante a manhã, enquanto trabalho, não tenho tempo ou hipótese de me ligar, depois venho para casa, e há sempre coisas a fazer. Só volto a ter tempo mais tarde, quando deito os miúdos, e como agora o pequeno exige a minha presença até adormecer, e isso demora, acabo muitas vezes por adormecer com ele. 

Quando consigo manter-me acordada, tenho passado o tempo praticamente todo a ver casas e móveis. Mas não são casas nem móveis normais, não! São as miniaturas maravilhosas que fazem para a Barbie ou outras bonequinhas, mas principalmente essas. 

Sabem aquele tutorial de que vos falei da casa? Pois bem, explorando mais um bocadinho dei-me conta que essa youtuber tem uma imensidão de vídeos com tutoriais para tudo e mais qualquer coisa da Barbie. Ando praticamente viciada nos vídeos. Passo mais tempo a vê-los, do que propriamente a avançar com a casinha da minha boneca (e aqui por boneca refiro-me à minha filha e não à boneca em si). 

Tenho andado a fazer a estrutura da casa. Já tenho o rés do chão, com a cozinha e a sala, praticamente terminado, e o 1º andar com a suite (quarto e wc) também já avançou um bom bocado. Falta-me fazer o grosso do 2º andar que será a lavandaria e o terraço. Vou tentar fazer logo alguns móveis básicos antes do Natal, e depois ir adicionando mais à medida que for conseguindo fazer. 

A ideia é ter a casa mais ou menos composta, para que se entenda que espaço é qual, até à véspera de Natal. Nessa noite quando colocar os miúdos para dormir monto a casa perto da árvore com um laço grande. Acho que vai delirar. Até aqui nem suspeita que a estou a fazer. E é tão difícil tentar esconder uma coisa tão grande. 

a nossa, em construção

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Destes dias #3


Quando passo mais tempo sem aparecer por cá, costuma significar que ando sem inspiração porque outras coisas vão acontecendo. Tantas vezes, no dia a dia, penso "tenho que escrever sobre isto, ou aquilo..." mas passam os dias e nada. Vou deixando passar em branco. Assim que hoje, deixo-vos um resumo do que tem sido por aqui... 

👍 Mudámos a cama do pequenino. Ainda dormia na cama de grades e já temos uma de solteiro para cada um. 

👎 Nesse mesmo dia voltou a adoecer, e ainda não passou uma noite inteira lá porque tem dormido connosco, pois as noites têm sido muito complicadas. 

👍 Já tivemos o jantar da empresa, em casa dos patrões, e os miúdos adoraram, principalmente ela, ficou muito feliz com uma das filhas deles e por ter trazido um saco de brinquedos para casa. 

👎 O meu espelho direito (do carro) caiu sem mais nem menos e tive que o trocar. 

👍 Consegui preparar a maior parte das prendas de Natal, e já enviei os postais e prendas que tinha que enviar por correio.

👍 Voltei a pegar na casinha de bonecas que estou a fazer para a miúda. 

 👎 Infelizmente ainda não consegui acabá-la. 

👍 Fomos passear à praia e apanhámos canas que deram à costa. Com as pequenas fizemos uma árvore de Natal, com as grandes pretendemos fazer uma teepee para os miúdos. 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Preparando o Natal: Onde e com quem?


Enquanto éramos só nós os dois era fácil. Ele queria passar sempre com a família dele, e eu queria sempre passar com a minha. Mesmo depois de morarmos juntos, quando chegava a noite de 24 de Dezembro, cada um ia para o seu lado e nunca nos fez muita confusão. 

Quando engravidei, e depois tive a minha filha, uma das coisas que me preocupava era, como seria agora?! Quando temos filhos, e todos (ambos os lados) pretendem a companhia daquele novo ser pode ser complicado. Mas tentei descomplicar e depois de expor a minha ideia ao marido, ficou assente que o 1º ano dela (com 6 meses) seria passado em nossa casa, num ambiente mais calmo e familiar, em que pôde ir para a sua caminha à sua hora, etc. 

Até aqui só tínhamos tido um ano em que juntámos ambos os lados cá em casa, foi uma confusão do caraças, embora eu goste dos ajuntamentos. No primeiro ano pós filhos, cá em casa a nós só se juntaram os nossos pais, e uns tios da minha mãe que estavam sozinhos nessa noite. 

A minha irmã e cunhado passam sempre em casa por conta dos sogros dela (desde o ano passado, agora só o sogro), as minhas cunhadas passam em casa da mais velha com os pais, e os meus pais ora passam connosco ora com a minha irmã, ora em sua casa (que não é propriamente ao lado de nenhuma das nossas). 

Ficou assente que dai para a frente faríamos um ano em casa, um com o lado dele e um com o meu. Calhou em casa no ano que ela nasceu, e três anos depois também calhou em casa no ano em que ele nasceu. O que quer dizer que este ano é o lado dos meus. E vamos pois, passar a noite de 24 a casa da minha irmã, que tem lareira, e o Natal pede lareira não pede? 

Seremos 11. A minha irmã, marido e filhos, óbvio, os nossos pais, mais eu, marido e filhos e o sogro dela. Já está tudo combinado e decidido: os anfitriões metem as entradas e petiscos, os meus pais tratam do camarão, eu faço o jantar, sobremesa e mais uns miminhos e o sogro trata das bebidas. 

Agora só me falta escolher a sobremesa a fazer, comprar todos os ingredientes e deixar o que for possível preparado com antecedência. Dispenso correrias e surpresas desagradáveis. 
E por ai? Como vão os vossos preparativos para as festas?!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Preparando o Natal - Árvore de Natal


Gosto de me organizar para tudo e mais alguma coisa. Escrever planos e listas é o meu forte. Ainda assim isso não resolve o meu problema, chego sempre às vésperas do acontecimento com imenso por resolver. Sinto que ando sempre em constante esforço para chegar onde me propus. Este ano, estou a tentar ser mais persistente em riscar afazeres da minha lista - neste caso - a lista que antecede o Natal e tudo o que preciso preparar.

Comecei por querer comprar ou fazer novos itens de decoração para a nossa casa, depois desisti da ideia. Quando desmontei a árvore depois do Natal de 2014, desmanchei-a com um alicate para ter a certeza que não caia na tentação de a usar novamente. Era pequena, e eu queria uma maior, mas caia sempre na forretice de adiar a compra de uma grande, porque tinha aquela, que acabava sempre por servir.


Nem de propósito, quando a minha irmã e cunhado deram em limpar um armazém que têm, tiraram de lá uma grande, que iam jogar fora por terem duas. Claro que me fiz ao peixe e a trouxe para casa (sorte a minha lá ter ido nesse dia). Isto para dizer que as decorações que tínhamos para a árvore pequena não davam para encher a nossa nova árvore que tinha quase o dobro do tamanho.


Como temos a tradição de fazer um ornamento novo todos os anos, lá a vamos enchendo. Este ano comprei mais um set de bolas, azuis desta vez. Azul, vermelho e prateado são as nossas cores, e realmente tínhamos muitas mais das outras e poucas azuis.


Comprei também chocolates para a nossa árvore, nos mesmos tons. Estão meio escondidos para ver quanto tempo levam os miúdos a dar com eles. Depois temos pequenas coisas que nos são especiais: todos as adereços que fizemos na nossa tradição, e isso inclui pinheirinhos de feltro, pinhas pequenas pintadas com um laço vermelho, um anjo em tecido... ainda temos algumas coisinhas que foram oferecidas por amigos; mini anjinhos que brilham no escuro, um cavalinho de madeira, um pai natal de feltro, um floco de neve, etc.


Poderia encher a nossa árvore de uma só vez, mas acho que assim tem mais piada. A maior parte das coisas que vão lá parar têm mais significado. Este ano ainda não fizemos os nossos ornamentos (um por cada miúdo), mas está num dos dias do nosso calendário. No entanto, as ideias e sugestões são tantas que dá vontade de fazer tudo, embora o tempo para as fazer não estique.


E finalmente, depois de muitos anos a querer fazê-lo, lá me dignei a costurar uma saia para a nossa árvore. Não gosto de ver os pés despidos, então como deixei sempre passar a oportunidade de a fazer um e outro ano, fui tapando com um bocado de tecido à volta, e depois cobria com os embrulhos e a coisa ia assim.


Este ano, optei por não colocar prendas debaixo da árvore. 1º porque a minha gata adora comer laços e cordões e depois, claro, vomita-os nos lugares menos indicados. 2º porque já é um castigo manter o mini longe das bolas (e ainda assim andam sempre as mãozinhas a mandar algumas ao chão), quando mais mantê-lo longe das prendas. O que vou fazer, é meter todos de uma vez, na noite de 24 para 25, assim pela manhã quando se levantarem têm uma surpresa boa.

E a vossa árvore? Já está montada? Tem alguma história, algo especial só da vossa família? 

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

E de repente o ano acaba


E assim, de repente, mais um Novembro que chega ao fim. 
Que venha Dezembro e a sua correria, que venham dias ainda mais frios, doces, abraços.
Que venha daí o Natal, os balanços e retrospetivas. Mais resoluções que ficaram sempre aquém porque nunca mais nos lembramos delas até esta altura chegar. 
Também eu começo a olhar para trás, para este ano que num piscar de olhos acaba. 

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Lentilhas (receita vegetariana)

Cozinhar. Eu até gosto de o fazer. O único que me aborrece é ter de o fazer por obrigação, e ter que pensar em refeições equilibradas e que não levem muito tempo a preparar. Geralmente pensar no que preparar para almoço/jantar é coisa para me dar uma bela dor de cabeça se não andar inspirada. 

Há uns dias, apetecia-me lentilhas. Atribuo-o à minha costela espanhola este gosto que tenho por lentilhas. Para quem - como o meu marido - diz que as lentilhas lhes provocam gases, fica a dica: têm de as demolhar para que isso não aconteça, sim? 

Eu costumo demolhar o pacote todo, ou meio pacote, e depois congelo. Ao contrário de outras leguminosas, as lentilhas são relativamente rápidas de cozinhar, por isso, só preciso de as tirar do congelador para o tacho/panela. 

Mas dizia eu que me apetecia lentilhas, mas não sabia muito bem como as preparar (não gosto de comer os alimentos sempre da mesma maneira), assim que andei a espreitar o que tinha em casa, inventei e agora partilho convosco, pois por aqui a malta gosta de lentilhas com fartura, e foi aprovada.



Ingredientes:
1 cebola média 
1 cabeça de alho
1 batata doce grande 
1/2 pimento vermelho
1 pedaço de frade (mais ou menos igual à batata)
1 cenoura grande
lentilhas
água q.b.
azeite 
1 folha de louro

Cortar a cebola aos pedaços e refogar no azeite. Juntar os alhos com a pele, a folha de louro e os pimentos também. Quando amaciar, juntar as lentilhas e um pouco de água, deixar cozinhar alguns minutos. Se necessário verter mais água para não deixar secar. Cortar o frade e a batata doce e juntar ao tacho/panela. Temperar com sal, pimenta preta e açafrão das índias (foi uma experiência!). Cozinhar até estar tudo macio e apetitoso. 

sábado, 26 de novembro de 2016

Livros

Adoro ler.

 Desde que me lembro que sempre adorei livros. Já houve um tempo em que lia diariamente, a toda a hora. Perdi a conta dos livros que li. Há dois dias acabei de ler mais um, e fiquei bastante satisfeita comigo própria, porque de há uns anos para cá, ler, passou de hábito a coisa que fazia esporadicamente e durante muitos meses quase inexistente. 

Quando 2016 começou, achei que devia mudar isso (já tinha tentado no ano anterior). Dedicar-me mais a isso, mesmo que tivesse que marcar "ler!", na minha agenda. Agora que o ano está a acabar, pensei nisso e ao fazer um balanço das minhas leituras, acho-o satisfatório quando comparado com os dois últimos anos anteriores. 

Em Março foi o meu grande retorno à leituras. Li "Desistir não é opção" de Paulo Sousa Costa, um pai que perdeu o filho, um relato emotivo, forte que me deixou de lágrimas gordas nos olhos mesmo muitas vezes. Logo a seguir, em Abril li "Galveias" de José Luís Peixoto, que como sempre não me desiludiu. Gostei particularmente como fui descobrindo aos poucos a ligação que existia entre todos (os muito) personagens. 

O melhor de tudo foi ter conseguido manter um bom ritmo de leitura (sim, um livro por mês que seja, é para mim hoje em dia, um bom ritmo de leitura). Li assiduamente em: Maio, Junho, Julho e praticamente diariamente em Agosto. Os escolhidos foram estes:


Depois de "Galveias", li "Em Teu Ventre" também de José Luis Peixoto. Gostei, como sempre está muito bem escrito, mas de todos os que li do mesmo autor, posso afirmar que este foi o que menos interesse despertou, a certa altura achei mesmo que me aborrecia dele. Mas não sou de desistir de uma leitura, e afinal era Peixoto. 


Quando acabei "Em Teu Ventre" fiquei muito confusa em relação à escolha do próximo. Tenho alguns livros que ainda não li na minha estante e não tinha ideia de qual ler. Depois de muito ponderar, a escolha recaiu sobre um livro de Fátima Lopes, a apresentadora. O livro foi "Um Pequeno Grande Amor" e tocou-me bastante. 

Não que o tema da separação me toque pessoalmente - não sou filha de pais separados, nem os os meus filhos têm pais separados. Mas mentiria se dissesse que não passei já por fases na minha relação em que me coloquei essa hipótese na mesa. 

A forma como a autora aborda o tema é bastante realista, e eu enquanto leitora, senti-me angustiada com o sofrimento ao qual as duas personagens, crianças, eram expostas por motivos tão diferentes.

 Estava bastante curiosa em relação ao seu trabalho como escritora, já que o de apresentadora é bem conhecido, e apesar de não assistir televisão há anos (a pública pelo menos, e que não sejam bonecos animados), lembro-me de ver algumas vezes os programas que apresentava e sempre simpatizei com ela. Sempre me pareceu genuína e sincera. 

Quando lançou o primeiro livro com grande sucesso, fiquei curiosa para o ler, mas nunca o cheguei a comprar. Este de que aqui falo agora, que se não me engano é o segundo, comprei-o em segunda mão, juntamente com dois livros de Inês Pedrosa que aguardam ainda a sua vez. Não fiquei desiludida e com certeza, quando me surgir a oportunidade, gostava de ler também o primeiro livro. 


O livro que terminei há dois dias atrás foi "Merrick" de Anne Rice, em castelhano. A minha colecção de livros de Anne Rice tem um número considerável de obras, curiosamente a autora que mais tenho lido em diferentes idiomas. 

 Este e outro livro também dela, que comprei no mesmo dia, lá para 2006, permaneceram à espera da sua oportunidade porque a minha inclinação para a leitura andava tão apagadinha ultimamente que até parece que tinha medo destas obras com quase 500 páginas. 

No meu inconsciente devia acreditar piamente que com o ritmo de leitura que levava, acabaria de o ler lá para 2020 ou coisa do género. Felizmente, ter retomado não o meu ritmo anterior, mas um bom ritmo de leitura novamente, o medo ficou para trás e joguei-me a ele. 

Comecei-o em Agosto e só terminei em Novembro. Três meses para o mesmo livro. Quebrei o bom ritmo que levava, mas ainda assim acho que não me posso queixar. Não lia Anne Rice há anos, e que bem que me soube voltar a penetrar no seu mundo vampiresco, mas ao mesmo tempo cheio de classe, glamour e magia. Não há como não gostar. 


Hoje, tive que ir trabalhar também. Os miúdos ficaram em casa com o pai e aproveitei para sair de casa meia hora mais cedo, com um novo livro debaixo do braço. Escolhi Cisne Negro de Luís Viegas, acabei de começar e já me ando a passar com os erros ortográficos... mas não se fazem revisões aos livros antes de publicar? Depois conto mais. 

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

A um mês do Natal

Precisamente daqui a um mês é Natal! 
Já avancei com alguns preparativos, mas ainda há muito a fazer. 
E por ai? 
Está tudo encaminhado? 

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Vale a pena partilhar #1


Há um par de semanas que ando com vontade de começar esta série de posts aqui no blog, e desde que pensei nisso que ando a guardar links para partilhar convosco. Alguns destes já têm algumas semanas pois são do tempo em que comecei realmente a planear disto, mas vale mesmo a pena partilhar, por isso espero que gostem e que vos seja útil, talvez. 

Já sigo a Anabela há muito tempo, tem dicas super úteis, a última tem a ver com amaciador para a roupa caseiro, que eu quero experimentar.

Sigo a Carla há muito menos tempo, mas nem por isso gosto menos do seu blog. Encontro muito em comum com ela nas coisas que partilha, além de ser super engraçada e verdadeira na sua forma de escrever. De tantos posts que li no seu blog, ficou-me a vontade de experimentar o chili vegetariano.

Encontrei este video para lá de interessante, no blog No Mundo da Lua e realmente faz muito sentido partilhá-lo aqui. Como comentei por lá, é algo que não me surpreende, e gosto de pensar que sou uma mulher inteligente, que não se deixa levar, nem nunca se iludiu com os padrões da moda.

As crianças de hoje em dia mal t~em tempo para brincar a sério, e como mãe que sou, não podia deixar passar ao lado este texto sobre crianças e brincadeira livre

Se acham que estão a ficar velhas/os podem ler aqui, se quiserem dar uma bela gargalhada. Eu dei, é que me identifiquei tanto!!!

Adoro a decoração montessori nos quartos de crianças, encontrei estes e fiquei cheia de vontade de experimentar algumas das ideias!

Achei particularmente interesse neste texto sobre quem é mais minimalista. Para mim as coisas têm que ter sempre um equilibrio, e há pessoas que parece que fazem as coisas para provar que são melhores que os outros, nem sempre fazendo o que é melhor para elas próprias. Ser-se minimalista não quer dizer que não se possa possuir nada, não é? Temos que ter o que é suficiente para nós, e estar na vida de forma leve. 

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Mais do mesmo


O fim de semana veio e foi, e quase nem dei por ele porque andei novamente em formação. Na segunda não trabalhei, mas não foi para descansar, distrair ou algo do género. não! A criancinha adoeceu outra vez. Desta saiu uma gastroentrite e uma conjuntivite como acompanhamento.
O pai hoje pôde ficar com ele, mas amanhã se não estiver já bom, lá terei de faltar novamente, o que me vale é que reponho as horas mais tarde, e não as vejo a voar do ordenado. 

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Estamos a poucos dias de Dezembro



E quando se fala em Dezembro, fala-se em Natal, claro! Ao contrário de muita gente, gosto do Natal. Não sou religiosa e não é por ai que gosto desta altura. Se há hipocrisia e somos todos muito bonzinhos e solidários e troca o passo nesta altura? Sim, somos, e todos queremos contribuir para uma causa - embora seja só nesta altura. Não me excluo dessa lista. Mas que seja. Que seja pelo menos uma vez por ano - que no meu caso até não é, e quando encontro uma causa que posso ajudar dentro das minhas possibilidades, eu ajudo. Sempre me senti melhor a dar e a fazer por quem precisa do que a receber. 

Gosto do Natal porque aproxima as pessoas. Gosto das luzes nas ruas - embora cada vez sejam menos, que a eletricidade custa caro e não se pode esbanjar. Gosto de ter desculpa para mimar as pessoas de quem gosto. Gosto de dar presentes, mas não gosto nada das corridas às lojas e do dar só por se dar. Do exagero do dar. Gosto de escolher cada prenda de acordo com o seu recetor, cada prenda pensada e sempre que possível feita por nós. 

Desde que fui mãe, há quase 5 anos e meio, que o Natal ainda se tornou mais bonito, e mais interessante. Natal com crianças é muito mais especial. No entanto, apesar de manter alguma magia detesto que se ensine às criancinhas que é o Pai Natal que lhes dá as prendas. Cá em casa, até pode ser o Pai Natal que faz as entregas, mas faço questão que os miúdos saibam que foi pessoas X ou pessoa Y a dar-lhe aquela prenda. E ela já o sabe muito bem. 

Gosto de criar tradições com os meus miúdos. Em 2011, no primeiro Natal da minha filha, decidi começar a fazer um enfeito novo todos os anos, para a nossa árvore. Em 2013, começámos a fazer o calendário do advento cá em casa. Em 2014 fiz um outro calendário com caixas de fósforos que ficou super giro e que voltamos a usar em 2015 e usaremos mais uma vez, agora em 2016. Lá dentro costumo encher cada dia com uma atividade - exceto no ano passado que colocámos pequenos mimos ou docinhos nas caixas. Este ano pretendo encher novamente com atividades para fazermos todos os dias, e para quem estiver interessado em fazer um também, fica aqui a nossa lista, talvez vos sirva de inspiração. 

1. Montar a nossa árvore de Natal 
2. Dizer 3 coisas que gostamos do Natal
3. Desenhar o Pai Natal
4. Escrever ao Pai Natal
5. Dançar músicas de Natal
6. Tirar fotos de Natal
7. Enviar postais de Natal
8. Escolher brinquedos para doar
9. Fazer decorações de Natal
10. Visitar o Pai Natal (tenho que ver se vai dar para este dia ou se terei de trocar)
11. Ler uma história de Natal 
12. Escrever cartões a agradecer as prendas recebidas para dar depois do Natal
13. Visitar um presépio 
14. Fazer miminhos para as educadoras 
15. Fazer uma árvore de natal em feltro para decorarem à vontade
16. Pintar pinhas 
17. Ver filme de Natal e comer pipocas 
18. Fazer biscoitos de Natal 
19. Desenho alusivo ao Natal
20. Ver as luzes de Natal
21. Distribuir as nossas prendas pela família e amigos 
22. Jogos em família
23. Levar biscoitos aos bombeiros
24. Festejar com a família 
25. Abrir as prendas

Ainda não estou bem certa se vou seguir bem esta ordem, mas serão estas as atividades a fazer, especialmente pensadas para a minha família. 

E por ai? Que tradições têm ou gostariam de ter no vosso lar? 

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Coisa estranha


Não é a primeira vez que me acontece. Na verdade, esta já é a 3º (muito provavelmente será a 4ª, mas a primeira, era demasiado pequenina para ter a certeza) e felizmente correu de forma muito tranquila. 
E do que é que estou para aqui a falar? Eu conto-vos. Ontem tive uma experiência que eu penso ter sido, uma experiência de projeção astral, ou alma fora do corpo, como queiram chamar. 

A primeira (e aqui só vou contar 3, excluindo a tal primeira) aconteceu há mais de dez anos. Adormeci na minha cama durante a tarde, e quando dei por mim, estava a observar-me de fora. Serena calma, uma calma que nunca antes senti. Vi o meu corpo imóvel e de repente senti como que um grande abraço e voltei a mim, ao mesmo tempo tocou o despertador. 

A segunda não foi nada prazerosa. Aconteceu pouco depois, durante a noite. "Despertei" e quis chamar pelo meu marido. Eu gritava e tentava alcançá-lo mas em vão. Sentia-me paralisada mas completamente consciente. Assim mesmo também, senti-me a sufocar, como se algo me quisesse puxar. Foi horrível, apesar de ter durado muito pouco foi das piores experiências que já tive. Quando voltei a mim e me senti, finalmente livre e solta. 

E ontem. Adormeci no sofá ao lado do meu marido. De repente ouvi o meu telemóvel a tocar e quis dizer-lhe a ele para o atender. Mas ele não me ouviu. Nem a mim nem ao telemóvel. Tentei gritar, aumentar o volume até que percebi que estava presa naquele limbo. Percebi o que estava a acontecer e tentei por tudo chegar a ele. A principio tentava chegar-lhe a mão mas sentia-me paralisada. Gritava, mas só eu me ouvi. Tentei esticar a mão e consegui tocar-lhe, eu senti tocar-lhe, mas ele não reagiu e olhei para as minha mãos - estavam ainda juntas e presas entre as pernas conforme estavam quando adormeci. Estive sempre "de olhos" abertos a olhar para ele, a tentar chamá-lo. E foi quando ele olhou que eu finalmente me consegui mexer realmente. Diz ele que abri os olhos quando ele olhou para mim, mas a minha perceção é a de já estar acordada antes de ter aberto os olhos. Lembro-me de vê-lo a olhar para a televisão antes de virar a cabeça para mim. Quando me recompus desperta e a conversar com ele, senti as extremidades do meu corpo (mãos e pés) em formigueiro, e precisamente antes de acordar, também senti as bochechas quentes. 

Coisa estranha, não é? 

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Destes Dias #2


Desde o meu último post...

👍 Fomos à festa d'anos do meu sobrinho.

👎 O meu pequenino esteve doente, com uma amigdalite. Conseguimos evitar o antibiótico, substituindo-o por homeopatia.

👎 A sobrinha mais velha (da parte do love) também fez anos, mas falhei com os miúdos de ir à festa por ter sido marcada para as 22h, numa segunda feira.

👍 Voltei a costurar qualquer coisinha.

👍 Destralhei finalmente o balcão da cozinha. Era um daqueles espaços onde vamos acumulando tudo e mais alguma coisa e vai ficando.

👍 Tenho lido mais um pouco.

👍 Passámos quase um dia inteiro na Espanha, onde aproveitei para repor algumas peças que estavam em falta tanto no meu roupeiro como no dos miúdos (principalmente para ela - é dose ter meninas!)

👎 Uma senhora ia-se espetando contra mim por não ter parado num stop.

👎 Tive que atacar uns piolhitos que decidiram morar na cabeça da minha miúda. Já andávamos muito bem!

👍 Comemos castanhas assadas.

👍 Andei maravilhada com a super lua! Pena tenho eu de só ter tirado a foto que mostro acima, nem usei o meu zoom maravilha ao máximo nem nada. Tinha sido uma oportunidade maravilhosa para dar uso ao tri-pé, mas não. Essa acima, foi tirada no modo manual, com pouquíssimo zoom e no meio da rua.

E por ai?!

sábado, 5 de novembro de 2016

Destes dias


Há precisamente uma semana que fiz 33 anos. Não sou do tipo que detesta fazer anos, e ai o drama que estou cada vez mais velha e as rugas, senhores, as rugas. Nada disso! Quando era miúda, dizia que ia gostar sempre de fazer anos. E sempre gostei, ao contrário daquilo que me diziam os mais velhos, na altura talvez com a idade que eu tenho agora. "Quando chegares lá logo vês!" - diziam-me. B a l e l a s ! Já cá estou e ainda gosto de fazer anos. É o meu dia! E ninguém me pode tirar essa alegria. 

No entanto, este ano passei-o com a neura. Não neura por ficar mais velha, mas sim por ter sido um dia tão indiferente dos demais. Nem o jantarito com a mana avançou porque o meu mini ficou com diarreia e lá se foi o jantar e a saída com as migas. O marido a trabalhar o dia todo, eu com a TPM, os miúdos e eu por casa. 

Isto. 

A conta do facebook carregada com mensagens de parabéns, algumas delas de pessoas que passam por mim na rua e fingem que não me conhecem (chapada na cara a todos!). O telemóvel com chamadas o tempo inteiro, nem me deixaram dormir a sesta. Eu que raramente durmo sestas, quis dormir uma sesta e não me deixaram. Mas lembraram-se de mim, e muitos não só deixaram a bela da mensagem no facebook, como me mandaram mensagem para o telemóvel e outros tantos me telefonaram. 

No meio da neura, senti-me acarinhada por muita gente - e perdoem-me a malta que mandou pelo fb, mas se têm o meu número e mandaram por fb só porque ele vos avisa, ficam já a saber que para mim não tem valor nenhum! Atenuaram um bocadinho a minha neura (às amiga que me lêem, um beijinho especial à Ana, gostei tanto de voltar a falar contigo querida! E também à Susana, sempre, sempre presente!!!). 

A semana passou-se assim, não muito diferente... meio com a neura, meio entusiasmada com nada.

 No feriado fomos passear em família, por sorte coincidiu com a folga do homem da casa. Fizemos a vontade à princesa e fomos almoçar a uma pizzaria. No dia seguinte, fiz mais 100 km para uma conferência num hotel 5's com uma vista para o mar, magnifica. A conferência também correu muito bem, foi muito interessante e aprendi umas coisinhas novas. 

Andei nas lojas. Eu raramente vou a lojas de roupa, mas preciso de blusas e de três shoppings que percorri esta semana, sabem quantas comprei? Zero! Niente! Não gostei de nada, e a única que gostei e experimentei (nunca experimento, mas é uma nova estratégia para ter a certeza que quero comprar) não achei que me favorecesse d'um todo. Conclusão: tenho que dar uso a alguns tecidos que cá tenho, mas a vontade de costurar continua em maré baixa. Tristemente! 

Comecei a fazer a casinha de bonecas para a minha princesa. Shiuuuu! É segredo, não lhe contem. Depois vou mostrando os progressos. 

Hoje também fui fazer umas horas no trabalho, e para isso os meus amores tiveram que dormir em casa da tia. O pequenino ficou com febre antes de eu me vir embora, mas parece que até passou bem a noite e tem estado bem. Mais tarde, vou buscá-los, mas antes vamos festejar o 11º aniversário do meu único sobrinho menino! Vamos lá comprar uns legos e juntar uma notinha!!! 

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Também pensam nestas parvoíces?


Não sei se é porque mais um aniversário está já ai, mas tenho dado por mim a pensar imensas vezes:
E se eu um dia falto aos meus filhos?
À medida que o tempo avança, parece que os meus receios crescem, e dou por mim a imaginar, coisas verdadeiramente estranhas, tipo, e se eu tivesse um acidente e de repente já não cá estivesse. Quem cuidaria dos meus filhos? Seria o pai capaz de seguir em frente, será que deixava que outros educassem os meus filhos contra os valores que eu lhes queria transmitir? Será que iriam pensar em mim? Lembrar-se de mim quando crescessem? O que lhes faria isso?
E tenho pensado também nas muitas maneiras em que poderia chegar o meu fim, são só parvoíces, certo?

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Cozinhas que eu gostei! E vocês?

Maridão e eu fomos dar uma volta ao Leroy Merlin mais perto - e por mais perto, digo cerca de uns 50 kms de distância - para ver cozinhas. Vimos duas ou três que gostámos, mas nada que nos fizesse aquele click, tipo, é esta, é mesmo esta. Aproveitámos que havia uma Conforama do outro lado da estrada para espreitar por lá também. Temos uma a 5 minutos de carro de casa, mas fui lá para ver se tinham alguma coisa diferente em exposição. E tinham!

Pendi realmente muito mais para as brancas. Num chão cinzento, e com a bancada preta como eu quero, o branco faz-me todo o sentido. Mas como já referi num post anterior, temo muito a sua manutenção. Adorei a preta que mostro abaixo, mas apesar de adorarmos os dois os módulos desta, colocámos de parte porque não queremos uma cozinha tão escura. 

A que estava ao lado desta também era bem gira, mas a parte de cima tinha os módulos pouco altos, por isso também coloquei de parte. 


 Tirando o lava loiça branco (foleiro, foleiro!) esta foi das minhas preferidas. 

 Esta cozinha e a seguinte estão na Conforama aqui perto de casa e foram das primeiras que vi. Esta em particular foi assim amor à primeira vista. É cinza claro, apesar daqui parecer branco na parte de cima, mas não. Só desgostei dos módulos em azul, mas se calhar até têm da mesma cor. 

Esta também foi uma preferida, mas a superfície dos móveis é rugosa e isso foi um no-no-no para mim! Adorei porém o pormenor da parte do fogão mais baixa que o resto. 

Agora falta-nos arranjar um dia com tempo e calma para ir tratar do orçamento para depois podermos avançar com essa parte. 

domingo, 23 de outubro de 2016

Há quanto tempo não ouvia isto #3



Pfff... não se riam, sim? Mas eu conheci isto através dos Onda Choc. Ah, rica infância, rica inocência. A verdade é que fiquei encantada com a sua versão, e anos mais tarde acabei por descobrir o original de Runway Train dos Soul Asylum e ainda gostei mais. Há um par de dias atrás deparei-me com isto no youtube, enquanto procurava por Savage Garden depois de ouvir o Dr. Paixão (Nuno Markl) nas manhãs da Comercial. Foi uma bela surpresa!

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Habemos progressos


Foram-nos montar as portas ontem. Gosto tanto das minhas portas brancas!
Os azulejos todos colocados e base para poliban feito. 
As paredes brancas, junto com as portas trouxe uma iluminação imensa à casa, este canto era super escuro antes de estar revestido. A luz natural que entra pela janela, refletida no branco aumenta logo o espaço visualmente. Adorei a nossa casa de banho. Agora falta escolher as loiças. Quero um lavatório pequeno porque fiz logo lugar para ter a máquina da roupa na casa de banho. Faz-me mais sentido, afinal é lá que temos (teremos) o cesto da roupa suja, e uma vez feito o 1º andar esta será uma casa de banho mais secundária, mais tipo lavandaria. 


Os azulejos da cozinha só numa parede ainda mantêm o espaço muito despido. Ontem dei uma espreitadela numas cozinhas. A minha cozinha "ideal" está a formar-se na minha cabeça, penso que quando chegar a altura de pedir orçamentos, saberei muito bem o que quero e não haverão arrependimentos depois. 


Sei que quero os móveis claros. Ou brancos, ou num cinza muito claro. O que eu sei que quero mesmo é uma bancada escura, e sendo o chão ele também escuro, não queria carregar mais nos móveis uma vez que as dimensões da casa não são muito grandes. Mas ainda estou muito desconfiada quanto a móveis brancos... será que se sujam muito? Será fácil de manter? Enfim... Não quero dificultar os meus dias enquanto dona de casa, se é que me entendem!

E então o que acham até aqui?! 

domingo, 16 de outubro de 2016

Há quanto tempo não ouvia isto #2


Disturbed - Forsaken 
BS de A Rainha dos Malditos

Ahhhh... o quanto eu não gostava (e gosto!!!) disto! Foi durante muito tempo, o meu toque de telemóvel. 

Engraçado, os Disturbed na altura eram considerados banda de putos estúpidos e olhados meio de lado por muito metaleiros. Eu gostava, mas confesso que não todas as músicas deles. Esta porém, foi desde logo, não só uma das preferidas na banda sonora do filme, como uma das minhas preferidas de sempre. 

Fã declarada de Anne Rice, tinha que ver o filme quando saiu. Não é preciso dizer que já tinha lido o livro antes, pois não? Sou das que acha sempre, mas sempre, que os filmes nunca chegam aos pés dos livros, e não mudo de ideias quanto a este, mas valeu nem que tenha sido para arregalar um bocadinho os olhos com o Stuart Townsend, e por parte da banda sonora. 

Como me lembro bem, eu e a minha amiga Pikatchu (já a chamávamos assim na altura, não tem a ver com esta febre de Pokemons que anda por ai agora!), andávamos sempre a trocar livros, sempre a tentar a outra com novas bandas, filmes, etc. Como ela enriqueceu a minha vida! Gosto de pensar que fiz o mesmo por ela. 

Quem diria que anos depois, seriam os Disturbed, novamente a lançar uma das minhas preferidas outra vez?!!

Falo de "Sound of Silence"... já gostava do original, mas a versão dos Disturbed!! Uau!

sábado, 15 de outubro de 2016

Mais um filho


Já não me lembro muito bem sobre o que estávamos a conversar há uns dias, quando a minha filha mais velha se salta com um "mamã, eu gostava era de ter dois manos!". Apanhou-me de surpresa, e fiquei a pensar naquilo, até que lhe perguntei, "mas tu querias outro mano, é?", "sim!", "e não podia ser uma mana?", "não, eu queria outro mano!". 

Não sei porquê, nem foi muito bem pensado, mas puxei-a para mim e sussurrei-lhe a história toda. Que antes dela, a mamã tinha tido outro bebé na barriga, mas que não tinha nascido, e que não sabemos se era um mano ou uma mana. Ela não fez perguntas, pareceu-me que entendeu melhor do que o suposto. Abraçou-me. Uns dias depois comentou com o pai que queria outro mano, mas que a mama já o tinha tido na barriga. 

Não penso ter mais filhos. Antes de ter o segundo (terceiro no meu coração) e já grávida dele, dizia que não me importava de ter mais um, mas a verdade é que o seu primeiro ano foi um período demasiado complicado para nós enquanto casal, não foi um bebé propriamente fácil apesar de achar que a primeira ainda foi pior, embora cada um deles à sua maneira. 

Temos um casalinho, que é o que faz alguns pais procurarem um terceiro muitas vezes, outros têm mais do que dois simplesmente porque assim o desejam. Gosto de crianças, se tivesse sido mãe mais nova, acredito que era bem capaz de ter tido mais do que 3, mas a verdade, a mais pura das verdades é que me sinto velha, cansada e sem paciência para passar por tudo novamente. Além de que para mim, sou mãe de três e sempre serei. 

Já fiz a minha parte para a natalidade deste país, e arrumei a trouxa. Bebés é um capítulo fechado para mim, aproveito os últimos cartuchos que o meu mais novo ainda tem para queimar neste departamento e depois já sei que vou passar por fases em que me vai dar uma saudade imensa de ter um mini ser para estrafegar com mimos, sei-o porque já me começa a acontecer. No entanto, como já o disse, bebés cá me casa, só quando for a vez dos netos!

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

da casinha


Começa a parecer uma casa, não é? 

Já temos o chão em toda a casa e os azulejos da cozinha estavam assim na quarta feira. 

Ontem à tarde fomos lá levar algum material e a casa de banho também já tinha metade das paredes revestidas - sorry, não tirámos fotos, o mais novo estava um bocadinho impertinente e foi tudo a correr. Mas a casa de banho parece que ampliou logo com o branco dos azulejos, gostei tanto quando vi!!!

Hoje vamos comprar o rodapé que ficou para mais tarde quando comprámos o pavimento porque o srº ainda não nos tinha dado as medidas necessárias. 

Era tão bom se não houvessem depois os metediços a dar palpites e opiniões não pedidas. A dar-me cabo do juízo e a atazanar-me. Eu seria tão mais feliz. 

A minha filha diz que não quer ir morar para esta casa. Já lhe explicámos que ali poderia brincar na rua, e teria a prima (um ano mais nova) por perto para brincar, e fiquei sem perceber se o fato de ter a prima a encorajou ou desencorajou ainda mais na sua opinião. Andam sempre a pedir para irem brincar uma com a outra, mas ao que me parece as coisas depois nem sempre correm muito bem. 

Tento convencer a miúda - e a mim mesma - que quando o tempo de mudarmos chegar, será uma coisa boa. Vai ser uma coisa boa, não vai?!

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Para o que me haveria de dar


Aproveitei que chegou por fim o frio e a chuva, e que os miúdos adormeceram ambos por volta das 21h30 para lá meter as mãos na troca de roupa de estação minha e da outra metade. Já tinha tirado os sacos do armário, mas andavam aqui pelo chão do quarto, encostados, à espera da minha atenção.

No meio desta troca, acabei por também destralhar algumas peças de roupa, pelo menos a minha parte. Não gosto de tirar as coisas dele sem a sua autorização... Não faças aos outros o que não queres que te façam a ti, não é? 

Comecei a tirar uma ou outra coisinha de lado, caso me apetecesse comprar uma peça ou outra de roupa nesta inverno (não costumo comprar muita roupa, mas há vezes em que também faz bem um miminho), e quando dei por mim tinha uma pilha enorme de coisas que já não queria. Na dúvida, coloquei de parte. Se há dúvidas é porque algo não me agrada. 

em cima, a pilha de roupa quando acabei de escolher a que já não queria.
em baixo: já em sacos pronta a sair de casa.
o primeiro saco branco, é mais um saco de tralha que juntei há uns dias e que tem ficado esquecido a um canto, está na hora de sair também. 

No total acabei por separar 38 peças. Segundo algumas teorias minimalistas, de guarda roupas cápsula (que está super na moda mas ainda não me convenceu, eu logo desenvolvo noutro dia!) o ideal seria ter 37 peças de roupa por estação (curiosamente estava a ouvir este podcast enquanto andava nisto). Deu-me vontade de rir, 38 foram as peças que eu tirei do meu:

- 1 encharpe
- 10 calças 
- 1 camisa manga curta
- 14 camisolas
- 2 vestidos
- 4 tops
- 2 saias 
- 3 casacos*
- 1 camisa de dormir

* um deles forte, muito bom, mas usei pouco no ano passado e tenho outros que gosto mais!


Por pura curiosidade e já que tinha tudo arrumadinho - roupa de verão em sacos para guardar, roupa para doar em sacos no corredor para saírem amanhã, roupa de inverno guardada nos locais certos, toda a roupa que está lavada, isto é, há roupa no cesto para lavar e com essa não contei (mas creio que é praticamente tudo de verão), contei as peças que tinha no meu roupeiro, e cheguei a um belo número... 73... bem, tem um 7 e um 3, só não estão na ordem certa. 

73 peças de roupas:

- 4 casacos fortes (3 deles compridos)
- 1 blazer 
- 4 casacos de malha finos (um deles comprido)
- 5 saias
- 12 vestidos
- 3 camisas
- 1 saiote
- 1 bolero
- 1 colete
- 17 calças**
- 4 t-shirts
- 3 corpetes
- 13 camisolas ***
- 3 camisolas interiores
- 3 pijamas 

** inclui gangas, clássicas, desportivas e leggings
*** finas e grossas

preferi ficar com a parte mais pequena do nosso guarda fatos porque tenho um cabideiro à parte para as peças mais compridas, fiz prateleiras para o mesmo com restos de tábuas que já tinha e ganhei muita arrumação.
então, na primeira prateleira (ver com mais detalhe a foto acima) tenho um organizador com duas partes, na de cima tenho encharpes, xailes, etc que não contei na minha lista de peças de roupa abaixo - esqueci-me. na de baixo, tenho t-shirts e camisolas finas.
na segunda prateleira, arrumei as camisolas de malha (na foto ainda não estavam todas). na terceira, tenho uma caixa para poder puxar para fora - não é bonita, mas é funcional - com as calças. As de ganga bem dobradas, as clássicas também, as leggings e desportivas, estão enroladas para poupar espaço ficando ainda assim visíveis.  na quarta prateleira ainda não tenho nada, mas creio que vou colocar os pijamas e as camisolas interiores. na última, para já tenho calçado literalmente aos montes que ainda quero organizar.




Olhando para esta lista, concluo realmente que tenho algumas coisas a mais, mas gosto de todas e efetivamente, com exceção de alguns vestidos, são peças que me lembro de vestir no inverno passado. Há rotatividade, por isso não me vejo a desfazer-me delas para já. Pendurado é isto, falta apenas um dos casacos mais fortes porque é super pesado, por isso guardei-o no lado do moçoilo. 


Agora digam-me lá de vossa justiça. Olhando para tudo isto, acham que tenho muita ou pouca roupa comparada com a vossa? Já tive muita mais, é verdade, e até gostava de ter alguma a menos, mas ainda não estou disposta a desfazer-me de coisas que realmente gosto só porque alguém decidiu que o ideal é "X" número de peças e não "Y". 

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Assim que tento focar-me no que é bom

daqui

Ando num misto de alegria e tristeza quando toca a este assunto. Tento focar-me nas partes boas, aquelas que farão com que a nossa vida melhore. A mais forte de todas elas: vamos ter espaço exterior. É das coisas que mais falta me faz nesta casa atual. Temos apenas uma mini varanda e está ocupada pelos artefatos da nossa felina môr!

Assim, sei que os miúdos vão poder andar de bicicleta, trotinete ou o que bem lhes apetecer sem ter que carregar com tudo isso escada acima e escada abaixo, ou sem que andem a bater em todas as esquinas e móveis da casa. Vou poder estender a roupa em cordas ao sol (aqui os meus vizinhos colocaram um telheiro por baixo do meu estendal e tenho de secar os lençóis dobrados). Vamos poder comer assados quando nos apetecer, sem me preocupar com o cheiro que fica dentro de casa. 

E também penso nas coisas das quais não vou ter saudades aqui do apartamento. A primeira, sem dúvidas, é o roll de escadas que subo e desço multiplas vezes diariamente. A segunda, os dias de compras, onde temos que carregar com as mesmas até cá acima, mais os miúdos. Os dias que chego tarde a casa com os pimpolhos, ambos adormecidos e tenho que esperar pelo marido para que ele leve um para cima e eu o outro, porque deixar um sozinho enquanto subo com o outro é impensável. E depois deixar um sozinho em casa enquanto desço para ir buscar o outro. 

Também não vou ter saudades de nenhum dos meus vizinhos, muito menos dos de cima com as suas festas e músicas a altos berros nas piores horas, nem dos de baixo, com os seus problemas de violência doméstica, nem das picardias entre todos eles. Não vou ser despertada cedo com a barulheira do camião do lixo todas as manhãs, nem ouvir os lamentos dos que já beberam demais quando passam pela nossa rua à tantas da manhãs das sextas e sábados. 

Mas... não terei mais a nossa sala, tão ampla, onde cabemos todos, cada um na sua tantas vezes, mas onde estamos sempre todos juntos, porque há espaço para tudo. O quarto dos miúdos será minúsculo em comparação ao atual, e só penso na desordem quando imagino a falta de espaço para guardar os brinquedos, e a roupa, e o calçado. Não mais vou ter o meu quarto de costura, só para mim, o meu santuário (e ainda estou para descobrir o que vou fazer com tanto material - onde o enfiar - dar - vender - enfim)... 

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Diz que devia estar mais entusiasmada

fonte
Todos os dias a minha colega me pergunta como vai indo a casa. A cada novo passo que avançamos ela dá gritinhos de alegria e até bate palmas (ela própria comprou uma casa há pouco tempo que precisa ser terminada, e como a obra dela está longe de estar terminada, vai-se entusiasmando com a minha, que já vai bem mais avançada). 

Confesso que não consigo partilhar todo o seu entusiasmo. Acabar esta fase da casa, era realmente um dos meus objetivos para este ano, e está cada vez mais perto de estar terminado, mas não posso chamar isto um sonho. Não dá! Não sei se já mencionei, mas a casa é mesmo por detrás da casa dos meus sogros. Acho que mais não preciso dizer. 

Não é a casa que sonhei, nem está perto da primeira planta que desenhei/idealizei. Tem metade do espaço que disponho neste apartamento e não consigo deixar de pensar que por muito que destralhe e me desfaça de certas e determinadas coisas que temos hoje em dia, não sei como vou conseguir guardar as coisas que temos antes de avançarmos com a segunda fase (o primeiro andar). 

domingo, 9 de outubro de 2016

Há quanto tempo não ouvia isto #1


Guano Apes - Quietly 

Encontrei a faixa perdida algures no meu telemóvel. 

Deu-me cá umas saudades de um tempo passado. Esta era uma das nossas preferidas há uns anos, quando foi altura dela. Aliás, Guano Apes tocavam com frequência por cá. 

Namorávamos havia pouco tempo comparado com o tempo que temos juntos agora, quando tocaram aqui na zona e não pudemos ir os dois porque ele tinha um jogo de futebol noutra cidade bem longe. 

Fui eu, com alguns amigos. Ironicamente, foi um ex-namorado que continuou amigo, que me protegeu todo o concerto do moshe nas nossas costas, formando uma espécie de barreira atrás de mim e uma amiga. 

E o concerto? Pffff... inesquecível! Sandrita rapariga, queria ter só metade da energia que mostraste naquele palco... mesmo nessa altura, há tantos anos atrás. E a simpatia? Bons momentos! Lá atrás!

sábado, 8 de outubro de 2016

Sobre trabalhar o dia inteiro

daqui
Nesta passada semana, a minha colega de trabalho esteve de férias. Apesar da patroa estar lá à tarde, e de normalmente eu não trabalhar aos sábados, a coisa alterou-se um bocadinho para mim. Fui trabalhar numa das tardes, ou seja, o dia inteiro, horário full-time e sorte a minha, recebemos encomendas o dia inteiro, e das grandes ainda por cima. Ó sábado também me calhou. 

Por um lado, estive sempre hiper ocupada, o que ajuda o tempo a passar, por outro, se eu já andava cansada, fiquei ko. Ou se calhar não, se calhar até me fez bem, porque agora que penso nisso, foi depois desse dia que arrebitei um pouquinho (só), e ainda fiz uma noitada a trabalhar no meu outro part-time, aquele que gosto mesmo, e que felizmente me ajuda a juntar mais uns trocadinhos. 

Enquanto tratava das encomendas, apercebi-me do quanto agradeço por estar onde estou neste momento. Até já falei sobre isso há uns posts atrás. Tenho um horário que me permite sentir-me útil sem me arrasar, nem me fazer sentir uma péssima mãe, ausente. Nesse dia que fiz o dia inteiro, coloquei-me no lugar da minha colega, que também tem um miúdo de dois anos. 

O seu horário é das 9h às 13h e das 15h às 19h, que era o meu antes de ter saído de lá há 5 anos quando tive a minha filha mais velha. O miúdo dela fica na própria casa com a avó, e isso é uma vantagem, mas ela só vê o miúdo na hora de almoço e depois às 19h quando sai, que é hora de banhos, jantar, trá-lá-lá e caminha. 

Eu fiz isso num dia e custou-me tanto não ter sido eu a ir buscá-los à escola. Aquelas horitas que ao fim do dia me deixam louca quando estão virados do avesso, fizeram-me tanta falta que quando cheguei a casa, apertei-os tanto a eles e eles a mim que parecia que não os via havia uma eternidade. 

Sou uma felizarda. Estou grata por isso. Estou grata por ter um homem ao meu lado que entende este sentimento protetor que tenho para com eles, e que o partilha também. Estou grata por juntos, termos conseguido sempre, a bem ou a menos bem, fazer o caminho em frente, simples, como nós, e de juntos, gozarmos o sorriso dos nossos miúdos a cada dia. Nem tudo é perfeito, muito se sacrificou, muito custa tantas vezes, mas quando vale a pena, atenua tudo o que de pior possa existir. 

Apesar do feriado, esta semana, foi um pouco mais puxada do que o normal para mim. Parei muito pouco, porque para além de mais horas no local de trabalho, tive que tentar tratar da encomenda que recebi, andei para cá e para lá com a obra, comprando aqui e ali, tenho um miúdo que agora não dorme cedo nem que esteja a cair para o lado, e eu dormente, qual bela adormecida, sem me poder encostar 5 minutos em lado algum e já os olhos teimavam em cerrar a pestana. 

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Na velocidade dos dias

Ando desaparecida, não é? Os dias têm passado a uma velocidade alucinante, e eu ando tão, mas tão estafada que não tenho conseguido fazer nada de nada. 

Os dias têm-se resumido ao mesmo, sempre: acordar cedo, levar miúdos à escola, trabalhar, voltar a casa, aproveitar as duas horas depois de almoço para fazer algo por casa, depois ir buscá-los, ter o meu miúdo agarrado às pernas o resto do dia "colo, colo,colo!", e se não dou, temos birras descomunais. 

Todos os dias faço o mesmo plano: deito-os e faço o que tenho que fazer depois. Sim, sim, pois. Deito-os aos dois ao mesmo tempo. Ela adormece pouco depois, ele não. E não fica sossegado no quarto a não ser que eu fique por lá. Se tento sair, há nova birra. Acabo por adormecer também a maior parte das vezes. 

E tem sido assim todos os dias. Todos. Tenho adormecido assim há mais de uma semana. Não me consigo manter acordada. O cansaço tem sido maior. Mais forte. E com tanto trabalho que tenho por fazer. Hoje por exemplo, tenho uma encomenda para entregar e ainda nem a acabei. 

Ah, mas e então no feriado, não aproveitaste? Sim, sim! Saímos pela manhã com os miúdos, mas o pai trabalhou à tarde, aliás, o resto do dia e lá fiquei eu com os dois à perna sem conseguir fazer mais nada. Enfim... vidinha de mãe!!!

domingo, 2 de outubro de 2016

Casa de Bonecas

daqui
Esta é uma ideia que tem vindo a crescer por aqui, e não é de há uns dias, semanas ou meses, não! Há mais de um ano, que ando a encasquetar a ideia de fazer uma casa de bonecas para a minha princesa. Há uns dias descobri um tutorial para esta no youtube que me deixou encantada.

Fiquei logo empolgada e com imensa vontade de fazer finalmente a dita casinha. Acho que sim, que é desta que estou suficientemente motivada para tal coisa. A ideia é começar a fazer agora e oferecê-la à miúda no Natal. E calha mesmo bem porque recentemente, falando no Natal, pediu mais Barbies.

Vejam só estas ideias magnificas no Pinterest, não há como não querer meter as mãos ao trabalho também. Estive também a sondar as casas de bonecas de compra, e sim, algumas são maravilhosas, mas sinceramente com preços exorbitantes que não se compreendem. Muitas delas com autocolantes a fingir mobiliário, assim que, para alguém como eu, que tem a mania que consegue fazer tudo por muito menos, está mais do que claro que o desafio foi aceite! Veremos no que dá!

sábado, 1 de outubro de 2016

E assim de repente

Eis que há uma série de coisas a decidir, a escolher e comprar. 

A casa, que na nossa ideia iria arrancar mas devagar, já que, supostamente, o pedreiro só lá ia aos fins de semana, arrancou com muita mais velocidade do que aquela que sonhávamos. O patrão do senhor tem o salário em atraso, por isso ele diz que enquanto não lhe pagar não vai trabalhar com ele, e entretanto vai avançando com a nossa obra. Melhor para nós, claro, e bom para ele também. 

Mas como já referi, fez com que tudo avançasse a uma velocidade que não esperávamos. 
Hoje diz-nos, comprem os bastidores, amanhã o pavimento, que vai começar a encher chão, e depois, os azulejos, não se esqueçam!

Passámos a semana a ver portas e bastidores. Pergunto-me se me vou descabelar na hora de as limpar, mas a verdade é que a casa é pequena e não tem a melhor iluminação num dos lados, por isso, e por grande influência desta onde minimalista que se anda a apoderar de mim (e também porque maridão sempre foi aférrimo do minimalismo na decoração) a nossa escolha recaiu nas portas brancas, para transportar mais a luz e deixar o ambiente mais leve. Se foi um erro, só o tempo o dirá. 

Comprámos as portas na quarta ou na quinta e segunda temos de ir trocar uma delas, porque apesar de as termos comprado segundo indicações do pedreiro, uma delas acabou por ser larga demais e temos de a trocar por uma mais estreita. 

O pavimento já o tínhamos escolhido há algum tempo atrás, quer dizer, já tínhamos andado a sondar e sabíamos muito bem o que queríamos encontrar. Esta semana foi só confirmar se ainda tinham o que tínhamos visto e o valor. 

Quanto aos azulejos para a casa de banho e para a cozinha, ainda não tínhamos muito bem a certeza daquilo que queríamos. Assim que fomos ver o que havia disponível até ao valor máximo por metro quadrado que achei adequado ao nosso orçamento. Depois de ver as cores, os tamanhos, etc, chegámos à conclusão que não queríamos nada muito elaborado e mais uma vez, em branco. 

 Concluí que gosto mesmo de azulejos de 25x50cm colocados na horizontal. E foi desse tamanho que escolhemos os azulejos para ambas as divisões. Para a casa de banho um branco com relevo mas sem frestas para não acumular porcaria, e para a cozinha um branco sujo que por acaso estava em promoção. Todos de primeira, claro! O chão será escuro (mais do que parece na foto), por isso não queríamos carregar demasiado nas paredes, mesmo porque teremos uma parede toda ela pintada com ardósia na cozinha! 


O que acham das nossas escolhas?