segunda-feira, 24 de julho de 2017

Destes Dias #11

Continuam as coisas agitadas por aqui... 

Tivemos a festa de fim de ano do mais novo... O meu filhote vestiu a pele de um leãozito e meteu toda a gente a rir. É tão palhacinho. 

Passei o fim de semana na concentração motard de faro (e andei ontem e hoje de ressaca sem sequer ter bebido álcool na última noite). Além de ter ficado afónica. Mas assim muito. Fiquei com vontade de tirar a carta e comprar uma mota. O meu filho ficou maluco com tantas motas e agora só quer o tio e a mota. Já a miúda lá perdeu o medo de montar e finalmente se estreou. 

O meu filhote está outra vez com febre. Nem com o verão a coisa melhorou. Bem, na verdade, não tem sido febre alta como de costume, mas pronto. 

A miúda só vai à escola quando não temos mesmo ninguém (pai!) que fique com ela, o que acontece dia sim dia não, mais ou menos. E mesmo assim só até eu sair às 13h. É que os miúdos só vêm televisão naquele prolongamento. Mas na falta de melhor, lá tem de ser. 

Julho já vai a caminho do fim e ainda não sei se o meu filho terá vaga para a nova escola ou não. Isso dá cabo dos nervos de qualquer um. 

Já a miúda não faz mais que desenhar e fazer fichas. Já desisti de fazer downloads de fichas da pré e passei a tirar fichas de primária porque ela já as despachava em 5 segundos. 

Em Setembro, em principio a piquena vai para uma escola de dança, e num destes dias assistimos a um arraial organizado por eles, para que ela visse o espetaculo (no mesmo dia caiu-lhe o primeiro dente). 

domingo, 23 de julho de 2017

Vale a pena partilhar #5


Antes de mais, peço desculpa pelo último post que publiquei (e que já foi novamente revertido a rascunho), foi por engano. Uso-o como registo de posts que quero ler com mais atenção, ou ideias que achei engraçadas para experimentar.

Enfim... isso lembrou-me que há muito tempo que não partilho algumas das boas ideias que vou encontrando por ai... Assim que, cá vão algumas que estão neste rascunho há uma eternidade.

Não costumo usar discos desmaquilhantes, sou daquela espécie de preguiçosas, que optam pela toalhita para tirar os restos de maquilhagem nas raras vezes que a uso. Mas adorei esta ideia das meninas do Simplifica e quero mesmo experimentar.

Ora aqui está um post bastante interessante e que vai de acordo com aquilo que eu acho sobre ter-se uma vida minimalista. 

Ideias tão fofas que encontrei numa pesquisa para a festa dos miúdos.

Ideias maravilhosas para poupar na cozinha.

Os meus miúdos vão partilhar um quarto muito mais pequeno que o atual quando mudarmos para a outra casa. Tenho andado a reunir ideias de como aproveitar de forma eficaz o pouco espaço que temos. Adorei esta.

Estou a precisar de uma coisa milagrosa destas para as juntas dos azulejos da minha casa de banho.

Estão sem ideias para coisas a fazer com os miúdos no verão? Vejam estas do blogue Um Mundo a Três.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Fazes-me falta


Sem exagero nenhum, posso dizer-vos que havia ANOS desde que ouvi falar (e muito bem, por sinal) de Inês Pedrosa e fiquei cheia de vontade de ler algo da autora. 

Não aconteceu até agora. Terminei de ler o "Fazes-me falta" no passado sábado, dia 8. Quando o tinha começado? No fim de Abril, logo a seguir ao anterior. Levei algum tempo a enrolar e não foi por falta de interesse no livro. Foi bastante interessante até, mas não o suficiente para me manter acordada até mais tarde do que o que eu aguentaria, como acontece quando estou mesmo empolgada na leitura. 

O livro é escrito a duas vozes, um homem mais velho, e uma mulher mais jovem. Ela morre precocemente, e nós "ouvimos" o que um tem a dizer ao outro, do que ficou da amizade excepcional que os ligava e separava ao mesmo tempo. 

Já estou a ler outro, e para já bastante entusiasmada (agarrada)... mais, só quando terminar. 

sábado, 15 de julho de 2017

Posers


Parámos ao lado de um colégio privado e enquanto o marido foi fazer o que tinha a fazer, eu esperei por ele no carro. Os miúdos do colégio deveriam de estar a sair da festa de fim d'ano ou algo assim porque traziam os seus diplomas com eles. 

Reparei numas pessoas que estavam à porta. Três adultos que falavam distraidamente entre eles e duas meninas, de uns 8 anos talvez, ambas com os seus diplomas em mão. Vi depois a mãe de uma a tirar foto à filha, que lançou um sorriso aberto ao telemóvel. Não lhe bastou e tiveram que tirar mais uma foto, uma foto em que constava a menina com o diploma, as também fizeram questão de incluir o nome do colégio. 

Enquanto assistia à cena, pensava para mim: "e a seguir vamos publicar a foto no facebook, ali com a escola que a criança frequenta e tudo escarrapachado!". E nem de propósito, assim que disparou a foto, a mãe passou o telemóvel à miúda, desinteressadamente e continuou a conversa. A miúda agarrou-se a ele e ficou para lá a mexer muito concentrada. 

A outra miúda pediu que lhe tirassem uma foto igual. Pousou super sorridente e feliz, e assim, mas mesmo assim que a foto foi disparada a sua expressão alterou de tal forma que me fez confusão. Ficou tão mas tão séria. O diploma já não importava, a foto, a foto é que era importante. 

Faz-me confusão esta ordem de prioridades e falsas alegrias que, até as crianças, procuram partilhar com os outros... 

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Três Homens Num Barco



Já vos tinha dito como eu gostava de ler mais em 2017. Abrandei o ritmo quando comecei, em Março, a ler Três Homens Num Barco de Jerome K. Jerome. O livro foi-me oferecido por uma amiga e eu não tinha ideia das gargalhadas que ele ainda me faria soltar. 

Acima de tudo, este é um livro divertido. Juro que cheguei a gargalhar, literalmente em algumas passagens. O meu marido até me olhava de lado, tipo "pronto! a gaja passou-se de vez!".

Três amigos e um cão, decidem fazer uma viagem de barco pelo rio, mas digamos que nenhum deles é grande expert nas artes de navegação. As suas peripécias são mais que muitas e mantêm-nos entretidos e curiosos pelo que virá a seguir. 

Terminei este livro no fim de Abril, mas nunca mais me lembrei de vir aqui fazer esta publicação. Hoje foi o dia e em breve publicarei também sobre o livro que li a seguir. 

E as vossas leituras? Como andam? 

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Um amor que sufoca



Quando fazes biquinho (pela enesíma vez!) ao teu filho mais novo, e te derretes quando ele já sabe o que isso é e te vai dar um beijo. Dizes-lhe "ti amo" como sempre, e ele responde "ti amo" também. 

Encheu-me assim daquele amor, aquele sentimento das mães, que nos sobe à garganta e até parece que nos sufoca de tão grande que é. Mas é bom. É feliz!

sábado, 8 de julho de 2017

#Destralhar


Acontece-me todos os anos. Depois das festas dos anos dos miúdos - que por sinal coincide sempre com fins de escolinhas e mais festas e tal e coiso - a minha casa acaba invariavelmente ainda mais caótica que o normal. Demoro a colocar tudo em ordem, confesso. Deixo tudo fora do lugar com esta minha mania de fazer com as mãozitas que tenho tudo o que uma festa precisa. Então tudo - ou quase vá - o resto fica ao seu abandono. 
E depois são as prendas que entram. Sacos para aqui e para ali, papel de embrulho, embalagens de cartão e mais plástico. Brinquedos novos espalhados, juntam-se com os velhos que ainda não foram retirados e guardados/doados. A minha sala não parece um infantário, porque esses tendem a ser organizadinhos, parece mais um templo de putos loucos varridos dos miolos. 

E eu deixo. Depois, começo a achar que já é demais, que fazer um pouco todos os dias não está a ser o suficiente, que tudo volta a ficar de pernas para o ar mais depressa do que eu consigo ir organizando. E depois... ah... depois dá-me os vipes! Mete-os a dormir cedo e só paro quando o corpo não aguenta mais. 

Ontem à noite foi assim. Destralhei cozinha, corredor, casa de banho, dispensa. E soube-me tão bem meter uma série de coisas em sacos e caixas para tirar cá de casa e voltar a ver pequenas espaços vazios novamente, desimpedidos da tralha que lhes vou arrimando aos poucos. 

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Destes dias #10


Agitados! Tenho ido buscar a miúda (quase) sempre às 15h, e aproveito para passar um tempinho só com ela o que nos tem feito muito bem a ambas. 

Temos um parque infantil novinho em folha nas redondezas (e que falta fazia já, e fazem ainda mais pela cidade) e já lá fomos um par de vezes com os miúdos que têm delirado com aquilo. É mesmo fixe, se eu fosse miúda fazia o mesmo.

Depois das notícias chocantes do fogo em Pedrogão, a semana passada apanhámos um susto aqui ao lado, quase à nossa porta ardeu uma pequena zona de eucaliptos, mas graças à rápida atuação dos bombeiros não houve grandes perdas, para além da flora ardida. Valeu-nos o susto. Nunca eu tive visto um helicóptero a sobrevoar tão perto da minha cabeça. Foi este helicóptero que apareceu logo que conseguiu controlar o fogo. Vale-nos ter o mar tão perto.

Fomos a um concerto infantil com os miúdos. E foi uma seca. Os insufláveis ficaram por encher por razões de segurança (devido ao vento forte), houve uma avaria eléctrica que atrasou o início do espectáculo e as filas para os putos pintarem as caras eram abismais só com duas pessoas a trabalhar. Uma treta portantos. Saímos de lá todos birrentos, os adultos, os miúdos, enfim... 

Fomos ver o ballet de fim de ano (letivo) da filha de uma amiga à semelhança do ano anterior, não sabia muito bem como é que o meu pequeno se iria portar, mas correu às mil maravilhas. Os miúdos adoraram e eu também. Assistimos a tudo num camarote privado, num teatro lindíssimo. 

Tenho lido novamente, depois de várias semanas a negligenciar as leituras. Não leio mais de 4-5 páginas todos os dias, mas assim aos poucos vou avançando. 

O meu mais novo foi num passeio a uma quinta pedagógica com a escola, e parece que correu muito bem. Não teve medo de nada nem de ninguém e pelos vistos "aprontou" que se fartou.

Fiz e entreguei os convites dos anos dos miúdos, e parece que no mesmo dia um coleguinha dela também vai fazer a festa de aniversário. No dia do aniversário dela, levei-lhe o bolo que me pediu, e fui buscar o irmão mais cedo para juntos lhe cantar-mos os parabéns com os amiguinhos na escola. Depois, levei-os a ambos a ver o Gru - O Mal Disposto 3 que ela tinha pedido para ver. Adorou, e foi a primeira vez do pequeno no cinema. Até correu bem. 

terça-feira, 20 de junho de 2017

De coração pequenino


Eu, que deixei de ver telejornais há cerca de seis anos, sou sempre das últimas a ar das notícias. Isso aconteceu também com o incêndio de Pedrogão Grande. No sábado à noite fomos jantar com uns amigos e permanecemos sempre longe das redes sociais (onde geralmente acabo por acompanhar os acontecimentos mais falados da atualidade). O meu marido que se juntou a nós mais tarde, ainda comentou por alto, algo do género "lá para cima está um incêndio enorme"- Confesso que dei pouca importância. Todos os anos assistimos às mesmas situações, e a distância faz-se notar. Não o sentimos da mesma forma. 
Só no domingo à noite é que eu tive a noção do que estava efetivamente a acontecer, pois durante todo o dia também me mantive longe de redes sociais e notícias em geral. E fiquei com o meu coração pequenino! A não conseguir sequer imaginar o cenário. Tanta vida ceifada em tão pouco tempo! A força da natureza é avassaladora e impõe respeito. E a dor daqueles que ficam, os que perderam tudo, os que ainda lutam. A coragem dos nossos bombeiros, tão pouco respeitados e reconhecidos, que fazem de tudo em troco de praticamente nada. 
E deixamos de ter a ideia do "está longe", porque já diz o ditado que "longe da vista, longe do coração!", mas aqui não se aplica. Longe da vista, mas a quebrar o coração. A impotência de pouco se poder fazer para ajudar. Resta-nos fazer os possíveis, agradecer todas as ajudas que quem precisa tem recebido, e rezar, para que a tragédia não se repita, que Portugal pare de arder. Porque neste momento, a norte, a centro ou sul, somos todos portugueses e estamos todos a perder aqui. 

terça-feira, 13 de junho de 2017

Saber parar


Ultimamente tenho-me desviado um pouco do caminho que quero e gostaria de seguir. A sensação de me estar a tornar cada vez mais incapaz de atingir os meus objetivos e desejos está mais presente em mim. Principalmente no que toca àquilo que eu quero ser e fico tão aquém. 

Quero ser mais presente para os meus filhos, mas realmente presente para eles e não uma figura que está lá mas sempre, sempre tão atarefada, ou a pensar no seu próprio umbigo. Já fui essa mãe que tanto desejo voltar a ser, mas parece que o cansaço fala sempre, sempre mais alto. 

Alguns dos meus projetos pessoais estão em stand-by porque simplesmente não encontro a motivação em lado nenhum. 

Quero destralhar mais, mas olho para as áreas cá de casa que precisam de intervenção e nem sei muito bem por onde começar (hoje por acaso andei a destralhar brinquedos partidos ou com peças perdidas, curiosamente fartei-me de pensar na minha mãe e na impressão que lhe faz eu livrar-me dos brinquedos dos miúdos, mas isto daria outro post). 

Por vezes penso se não estarei a exigir demasiado de mim? Não. Acho que não. O meu problema tem sido mesmo pensar em fazer muita coisa, mas realizar efetivamente, tem sido bem pouco. Perco demasiado tempo a imaginar, a planear, a projetar e pouco a realmente fazer. 

Pode-se dizer que ando desleixada, não seria mentira. E no entanto, pesa-me mais do que nunca a carga desse desleixo. Principalmente quando chego ao fim do dia rebentada e nem sei bem porquê. Há mesmo muito tempo que não chegava ao fim do dia com tanto sono e tão pouca vontade de fazer seja o que for. De tal forma, que muitas vezes olho para o lado, ignoro toda e qualquer tarefa, mesmo que urgente, e abandono-me ao conforto dos meus lençóis. 

E o pior para mim, é ver como este estado se arrasta há tanto tempo. Tenho alturas em que parece que finalmente estou a emergir, a ser um pouco mais < e u > novamente, mas depressa noto como volto ao mesmo lugar num piscar de olhos. 

Felizmente, desta vez, este sentimento não anda de mãos dadas com a frustração. Apesar de tudo, parece que finalmente começo a entender que, embora já longa, está é uma fase menos boa, que se der ao corpo o descanso e o que ele precisa poderei melhorar. 

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Dentes


A miúda andava a queixar-se de que lhe doía a gengiva... "Aqui atrás do dente, mamã!". O dente era o pré-molar inferior direito. Ontem ao jantar queixou-se outra vez e joguei o dedo lá dentro. Senti uma pontinha e estranhei. Fomos espreitar com uma luz mais forte e não é que já tem o primeiro molar a nascer?! Na verdade está praticamente todo de fora. Tinha ideia que estes vinham bem mais tarde. Ainda nem lhe caiu nenhum dos dentes de leite (tem o primeiro a abanar mas pouco e já há um par de semanas) e já temos o 1º molar. 

domingo, 11 de junho de 2017

Praia precisa-se


Está tanto calor; temos a praia ao nosso lado e ainda não nos estreámos este ano (no sentido de vestir a roupa de praia, levar a toalhita e abancar por lá uns bons minutos, ou horas com os miúdos). 
Primeiro foi a mais velha com a varicela,evitámos a exposição ao sol devido às marcas na pele. Depois foi ele, também com a varicela, e agora, para além dele que ainda está muito marcado, eu e o meu amor achámos que estava na hora de uma nova tatuagem para mim e um retoque muito precisado na única dele. 

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Aniversários |Tema|



Apesar de hoje ser dia da criança, pensamos noutra festa por aqui. Dentro de sensivelmente um mês os meus miúdos fazem anos. Primeiro ela, e apenas uns dias depois ele. Vamos juntar as duas festas numa só, claro, e já começámos a pensar nela. Quem escolheu o tema foi a mais velha (que foi quem preferiu unir as festas também)... e escolheu o Panda porque o mano adora o Panda. 

Ainda não sei se vou fazer a festa em modo (Canal) Panda, ou simplesmente pegar nos pandas em geral como inspiração e ir por ai. Estou mais inclinada para a segunda opção. Tenho em mente basear-me no tema pedido por ela, mas de forma subtil. Fazer o bolo em forma do panda, convites, lembranças, mas se calhar deixo as comidas e tal de fora (dispenso a trabalheira). 

Depois, gostava de ver muita cor na mesa. A festa que mais gostei de anos passados foi a do arco-íris, por isso estou a ponderar misturar esse tema com o do panda e usar muita cor na mesa... nas comidas, nos talheres, pratos, etc. O que acham? 

Por enquanto ando em recolha de ideias, mas quero começar a tratar já de algumas coisas, o mais breve possível. 

terça-feira, 30 de maio de 2017

Destes Dias #9

Não tenho dado novidades ultimamente, para além do relatório que publiquei ontem sobre o andamento do desfralde do mais novo. No entanto nestas últimas semanas houve muito mais. 

Vejamos... a minha cozinha chegou finalmente. Depois de um mês de atraso em relação ao que me disseram. Há uma semana que está parcialmente montada. Ia encomendar a pedra na segunda passada, mas o pequeno ficou com febre e nada feito. Na terça lá fui, e apesar do senhor ter dito que me ligava no dia seguinte para ir tirar as medidas, só na quinta quando lá fui outra vez é que o fez. Diz que esta semana estará pronta. Depois, faltam os acabamentos e fica pronta. Estou apaixonada pela minha cozinha. Ainda é mais bonita do que imaginei e tem tantoooo espaço de arrumação. 

A minha filhota teve varicela e ficou toda uma semana em casa. Portou-se tão bem, apesar da comichão, coçou-se muito pouco e as marcas já começam a desaparecer. 

Levei-a a visitar o primeiro infantário onde andou e foi uma alegria pois as, então, melhores amigas ainda lá estão. A educadora também é a mesma e ficaram todas muito felizes. Saiu de lá com o convite de passar uma manhã com elas.

A minha sobrinha-neta passou cá uma noite (é apenas um ano mais nova que a minha filha) pela primeira vez. A miúda até se porta bem, mas não come quase nada, e além disso, sofre de encoprese e volta e meia tem a cueca suja, e nem diz que tem. Temos de andar sempre em cima dela, a chatear e pior a limpar. É cansativo, no mínimo. 

Fomos visitar os avós e é sempre uma festa para os miúdos. Em casa dá avó têm imenso espaço na rua para correr, ao contrário do que acontece por aqui. Ficam sempre estafaditos e a parecerem uns ciganitos.

Deu-me a pancadinha! Marquei a 6ª tatuagem!!! 

O trabalho também corre muito bem. Há uma semana fomos, a minha colega e eu, a uma formação com o Dr. Gareth Zeal e adorámos. Aumentar o nosso conhecimento com quem sabe, é sempre muito gratificante.

E para acabar, a piolha tem o primeiro dente a abanar. E está eufórica com isso. 

sábado, 27 de maio de 2017

Desfralde #2


Isto do tempo e da sua velocidade é cada vez mais impressionante. Digo-o agora perplexa com a quantidade de dias que passaram sem vos vir cá dar novidades. 
Continuamos em modo desfralde. E não me posso queixar muito. Há duas semanas que na escolinha começaram a tirar a fralda na hora da sesta e na maior parte dos dias corre bem. Cá em casa também acompanhei o processo (se bem que ele em casa fazia sempre xixi na fralda da sesta). Correu bem. 

Durante várias noites, a fralda permaneceu seca até se levantar. E ontem, pela primeira vez deitei-o sem fralda à noite também. Posso dizer que comecei oficialmente o desfralde noturno. Não fez xixi a noite toda. Ainda o levantei uma vez para o sentar no bacio, mas não fez nada. Alguns minutos depois pediu xixi, sentei-o novamente e disse "já está", mas não estava nada. Voltou a dormir e quando o pai saiu de casa, perto das 7h30, continuava sequinho. Pouco tempo depois chorou por mim, estava todo molhado. 

Ele aguenta imenso tempo sem fazer xixi. E continua sem pedir, temos de ser nós a sentá-lo quando nos lembramos. O número dois corre bem. Não tem qualquer medo de o fazer, não prende... enfim, só não faz todos os dias, é mais dia sim dia não, mas faz e anda bem. 

Podemos sair com ele à vontade, até aqui nunca teve nenhum descuido fora de casa e isto que por vezes estamos fora de casa durante algumas horas. Não gosta de sanita em casa, mas dormiu em casa da tia uma noite e preferiu-a ao bacio. 

No geral, acho que está a correr tudo muito bem. Os descuidos, têm sido uns dois por semana, nada mal. Se continuarmos assim, daqui a nada temos um menino completamente desfraldado. 

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Desfralde #1

Os filhos são sempre diferentes, e o que nos corre bem com um, pode não correr bem com outro. Isto para dizer que entrámos no desfralde do segundo. A primeira estava mais do que desfraldada com a mesma idade, pois o dela foi logo a seguir ao (2º) aniversário. Ele está a um par de meses de fazer 3 anos. Mas como disse lá em cima, eles são diferentes, e ela sempre foi mas desenvolvida do que ele. Com dois já se expressava muito bem, ele mal dizia uma palavra, como é que me poderia pedir para fazer xixi? 
Esperámos portanto, e agora apanhámos o comboio da escolinha. A educadora falou-nos em começar o desfralde em Maio, e eu joguei-me a ele. No feriado, dia 1, iniciamos cá por casa com o nosso. No caso da mana também foi diferente aqui. Ela estava em casa comigo e o desfralde foi responsabilidade minha. Estive lá em cada progresso. 

E isto digo-o para entenderem a minha frustração quando apenas ao 6º dia de desfralde eu vi o meu filho fazer o primeiro xixi no bacio. 

daqui

O primeiro dia de desfralde foi sempre perna abaixo. 

No segundo, já na escola correu tudo bem, fez os seus xixis na sanita, chegado a casa deve ter feito uns 6 ou 7 xixis, todos na roupa, com um nº dois pelo meio. 

No terceiro, correu bem na escola, mas fez muito menos xixis, na escola e mesmo em casa, foi só um perna abaixo. Nada de nº 2. Teve um descuido na escolinha. 

Ao quarto a coisa já não correu tão bem. Ao que parece chorava por mim, e chorava mesmo desconsolado. Acha a educadora que estava com cólicas, pois a certo ponto acabou por fazer na roupa. Mais tarde chorou novamente, ela meteu-o na sanita e fez mais um pouco. Depois passou e ficou bem disposto. Em casa, o xixi foi novamente perna abaixo. 

Ao quinto dia, correu bem na escola. Como eu estive fora foi o pai buscá-lo à escola e já em casa, fez o primeiro xixi no bacio. Eu não vi. Comigo, em casa ou na escolinha antes de o deixar na sala, nada de nada. E eu a começar a ficar um bocadinho frustrada. 

Ao sexto dia, fim de semana, e finalmente sento-o no bacio pela manhã e oiço o xixizito a sair pela primeira vez. Fiz uma festa claro. Mas faz muito pouco durante todo o dia, apesar de o sentar várias vezes. E ele até aceita se sentar e fica algum tempo, mas não faz. Depois da sesta (coloco fralda ainda para dormir) acordou sequinho, por isso fui logo sentá-lo e voilá, o segundo xixi. Ainda fez mais um neste dia.

Ontem, sétimo dia só fez um xixi no bacio. O da manhã. Depois fez na fralda do soninho e numa fralda cueca que colocámos porque iamos ficar algum tempo fora de casa. Não pediu quando fez. Nunca pede. Depois só na fralda da noite.

Hoje, ao levantar, bacio com ele e lá saiu o xixizito. Quando o deixei na escolinha, sentou-se mas não fez nada. 

Faz-me confusão ele fazer tão pouco durante o dia. Dá-me a sensação que anda a prender o nº 2 e como tal acaba por prender o xixi também. E não pede ainda. No primeiro dia, quando se sentiu molhado choramingou e parecia assustado. Com o nº 2 que fez em casa no chão ficou mesmo em stress. Quando se sente molhado ora me avisa dizendo que sujou, ora continua como está. 

Inicialmente, nos 2-3 primeiros dias talvez, pedia-me para lhe colocar a fralda. Agora já não o faz, e acho isso positivo. Mas gostava de o ouvir pedir xixi. Parece que não lhe interessa muito. Como sempre, anda sempre muito na dele e só nos ouve quando lhe interessa. Ou como diz a educadora dele, parece que não nos está a ligar nenhuma, ou a ouvir mesmo, mas a informação vai lá ficando e quando menos esperamos, é obra dele surpreendernos com algo que achamos que não sabe/consegue/quer fazer.

A ver vamos, como corre daqui para a frente. 

sábado, 6 de maio de 2017

Destes Dias #8


Não fui para lado nenhum, mas estive de férias do trabalho. Não fiz grande coisa... por um lado soube-me a pouco e passou depressa. Por outro, já tenho vontade de voltar. Parece mentira, mas é verdade. 

Entretanto, nestes dias:

Nasceu mais uma prima, ainda não a fui visitar, mas estou cheia de vontade de o fazer, pois é filha da minha prima irmã mais chegada. Conheci também, pessoalmente, o filhote de uma outra prima irmã, o miúdo é lindo e já tem 14 meses, mas não moramos perto e ainda só o conhecia de fotos. Como ontem tirei o dia para o passar com a minha irmã, acabámos por ir para os lados deles e por acaso encontrámos a avó e o miúdo. 

Neste dia que passei com a minha irmã fomos às compras. Tenho costurado muito mais, a tentar tapar as lacunas nos roupeiros dos miúdos (principalmente da mais velha que deu um pulo de uma semana para a outra), ainda assim não chego a tudo e acabei por ir comprar mais umas peças. 

E o acontecimento do mês cá por casa, é o início do desfralde do mais novo. Comecei no feriado, dia um, e só hoje ao sexto dia o vi fazer um xixi no bacio. Até aqui, comigo foi sempre perna abaixo. Mas hei-de fazer outro post sobre isso. 

Acabei de ler mais um livro e comecei outro do qual estou a gostar muito, mas mais uma vez isso é assunto para outra altura. 

Estou fula com a Conforama, então não é que a minha cozinha ainda não chegou, nem dizem nada, nem respondem ao e-mail que lhes mandei? Já lá fui, mas só têm uma pessoa a tratar das cozinhas e nem sempre está. Os outros não sabem responder. Que mau atendimento, caramba! 

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Histórias que tocam



Como não costumo ver os canais nacionais, ando sempre alienada e a reportagem da TVI sobre o Telmo tinha-me passado ao lado. Até hoje. Por algum motivo liguei o computador mas também a tv e uma vez que não tinha nada para ver coloquei na tv. Estavam a dar as notícias (coisa que também nunca vejo) e falaram sobre o livro "Pés Alados", a biografia do Telmo. Falaram na história tocante do Telmo mas não aprofundaram e fiquei curiosa. Daí até ver a reportagem online, que consiste em duas partes foi uns segundo. O que dizer? Chorei que nem uma madalena arrependida, mas também sorri, e acreditei que apesar da maldade do mundo, há pessoas realmente extraordinárias que merecem tudo o que de bom lhes acontece na vida e mais. Fiquei cheia de vontade de ler tudinho e apesar de me ter comprometido comigo mesma a ler todos os livros que tinha por ler antes de comprar novos, vou abrir uma exceção e assim que o encontrar vem para casa comigo. 

domingo, 16 de abril de 2017

Destes Dias #7


Dizia eu há uns dias que os miúdos estavam bem... não se pode falar, não é? Desde a passada quinta feira que o meu pequenino está doente. Como sempre começamos por tentar combater a febre com os homeopáticos, o que neste miúdo parece sempre não resultar. Se na irmã ao segundo dia já ela está boa, com ele acabamos sempre por desistir. Depois da visita da praxe ao pediatra (costumamos ir a um hospital privado, e somos imediatamente atendidos - felizmente não precisamos ir para o público esperar horas sem fim e sair de lá ainda piores do que entrámos), saímos de lá com prescrição de antibiótico para uma adenoidite. Coitadito do meu piolhito, isto anda mesmo mal de passar. Além disso está com uma conjuntivite. Todo entupido portantos

Entretanto o calor chegou e isto mais parece verão com toda a gente de calção e manga curta e até a fazer praia. Nós fomos lá em passeio também. Os miúdos estranharam ver tanta gente, estão habituados àquilo vazio. Mas lá encontraram um cantinho para brincar na areia. 

Este fim de semana, mais precisamente hoje, encontrei-me com uma amiga da blogosfera e nossas respetivas famílias. Os miúdos brincaram no parque e nos insufláveis e nós trocamos dois dedos de conversa. 

Logo depois, a mais velha e o pai foram ao circo. Eu já não vou há anos, não fosse o pequenino estar a arder em febre outra vez e acho que teríamos ido todos. 

Esta semana li mais, e mais teria lido senão fosse impedida de o fazer mais vezes pelo meu pequenino, que só quer colinho nos seus piques de febre alta. E haverá algum sítio melhor que o colinho de mãe nestes momentos? 

Voltei também a costurar, para mim, o que me deu grande alegria. E o melhor é que ainda estou com vontade de continuar a fazê-lo, o que é mesmo muito bom, visto essa vontade ter andado tão fraquinha nos últimos tempos. Tenho uma peça por terminar de costurar, uma com o tecido cortadinho e pronto para costurar, outra com o molde pronto (em papel) e outro à espera de imprimir... Vamos ver se a vontade não se vai e fica tudo por acabar. 

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Destes Dias #6

Os miúdos estão bem. Agora; porque a mais velha andou ai uns dias com febre, dor de garganta, de barriga, de cabeça, enfim. Conseguimos evitar médicos e antibióticos e com a homeopatia fomos lá. 

Entretanto foram ambos com a tia e os primos passar o fim de semana em casa dos avós (meus pais). 

Este fim de semana, levei-os a um dia aberto num dos centros hípicos aqui da zona. Tinham demonstrações de cavalos, mas também de aves (araras, mocho, falcão e águia). Tirámos fotos a segurar as araras. Ofereceram medalhas aos miúdos, o que os levou ao delírio total. O meu pequenino fartou-se de segurar a dele, mostrar o cavalo e dizer "cavalho", e ainda havia um insuflável e pinturas faciais. 

Também este fim de semana, eu, namorido e cunhado andámos armados em pintores e tratámos de metade da casa, que é como quem diz que pintámos a cozinha e a sala. Primário e uma de mão de tinta e acho que ficou perfeito. Quis priorizar a cozinha porque já não deve demorar muito até os meus móveis chegarem. 

Enquanto nós pintavamos a minha filhota safou-se bem e foi ao cinema com a prima mais velha e a filhota desta, que é apenas um ano mais novo que a minha. Já o pequenino andou a dar cabo do juízo da tia e da avó (paternas), e depois da prima (materna) para acabar a massacrar o pai quando já só eu permanecia na casa em limpezas. 

Abriu um IKEA novo e acabei por lá ir espreitar sem esperar. A patroa foi com a filha mais velha e a mãe e convidaram-me a ir também. Ainda me ofereceram o almoço e duas molduras tipo caixa para um projeto que comentei ter em mente para o quarto dos miúdos.  

Num destes dias a pipoca dormiu em casa das primas a pedido da pequenina. O meu mais novo levou todos os "mimos de filho único" que raramente tem... 

Comprei uns saltos altos novos para esta primavera/verão, e estou apaixonada por eles. 

As andorinhas voltaram. As papoilas alegram o meu caminho para o trabalho todos os dias. Os miúdos estão de férias e temos saído com eles pelas tardes para andarem de trotinete e bicicleta. 

Não li nem uma página do atual livro nesta última semana. Apesar de ter pegado no livro um par de vezes, acabou por aparecer sempre outra coisa para me distrair da minha intenção. 

Sem planear, e apenas porque olhei para o velho puxa-sacos que tenho na casa de banho, decidi fazer num instante, um novo, um pouco mais pequeno e dentro das cores que usarei na outra casa. Foi coisa pequena, mas o suficiente para ter aquela sensação boa de ter criado algo. 

domingo, 2 de abril de 2017

Vale a Pena Partilhar #4


Há quem se queixe de cabelo fino, deslavadinho, enfim... já eu queixo-me do contrário. Numa conversa com uma cliente ficou a ideia de uma máscara caseira para domar cabeleiras fortes e volumosas, sem jeitos como a minha. Depois disso lá me pus a pesquisar um bocadinho e encontrei esta aqui. Ainda não experimentei, mas estou com fé que resulte. 

Já vos tinha dito que a Anabela era presença assídua aqui nesta rubrica, e cá está ela outra vez. Se estão a pensar fazer uma bela de uma limpeza de Primavera, vejam as suas dicas

Para quem tem filhotes e quer fazer com eles fichas, trabalhos, desenhos e tal, relacionados com a Páscoa, espreitem aqui. Eu fiquei com o desejo de fazer alguns com os meus filhos, agora só me falta arranjar a disposição que tem sido o mais difícil. 

A casa que estamos a construir é bem mais pequena que esta, mas vou ter um closet no meu quarto - que não tenho agora. Não é grande, mas é um closet, por isso adorei as ideias no video da Rafaela. 

quinta-feira, 30 de março de 2017

Alerta: Homens, isto não vos interessa para nada


Já ouviram falar do copo menstrual? Eu já, há uns bons longos anos para dizer a verdade. Na altura sabia que existiam e mais ou menos como funcionavam, mas também sabia que não eram fáceis de encontrar nem muito baratos. 

Uns anos para a frente, e quando volto a trabalhar o ano passado, descubro que temos disponíveis na nossa loja. Voltei a "lembrar-me" dele e a vontade de o experimentar foi crescendo, crescendo, crescendo... 

Há uns 2-3 meses comprei finalmente o meu. Na verdade, custou-me 0€, por isso nem posso dizer que o tenha comprado. Na verdade, o nosso fornecedor teve uma promoção de um dos seus sabonetes líquidos íntimos, e vinha com a oferta do copo. Na loja temos apenas o copo por cerca de 20€ ou então o sabonete liquido + o copo por cerca de 7-8€. 

Claro que fui pela segunda opção, mesmo porque o sabonete é um produto que já tinha experimentado e que até gosto, e fiquei assim com o copo como oferta. Ainda deixei passar um período com falta de "coragem" de o usar. 


Só depois de o adquirir é que pensei na minha uretra descaída e se o seu uso seria confortável para mim. Nada como experimentar, e há sensivelmente um mês quando tive o meu último periodo, lá o esterilizei e experimentei. 

A primeira vez foi estranha e de certeza que ficou mal posto porque o sentia e tive perdas de sangue. Na segunda a coisa correu melhor e nem uma gota de sangue escapou. Acho que com o tempo me vou adaptar perfeitamente a este novo método. 

Curiosamente na mesma altura que pensei em contar-vos sobre a minha experiência (bem curta por enquanto) com o copo, surgiu o blog Simplifica, onde precisamente um dos seus primeiros posts foi dedicado ao copo menstrual. Elas explicam tudo muito bem por lá, e a experiência no seu uso é maior que a minha, por isso, se têm também alguma curiosidade, aconselho-vos vivamente a passarem aqui para lerem mais. 

Eu só vejo vantagens na utilização do copo. Sem cheiros, sem medo de estar a perder e a sujar, sem trocas constantes, muito mais económico, mais ecológico, sem riscos para a mulher, enfim... Vão lá ler mais e digam-me de vossa justiça!

terça-feira, 28 de março de 2017

... esse maldito cancro ...


Neste fim de semana fui ver o filme a Bela e o Monstro com a minha filha e os primos. E era sobre isso que vinha escrever aqui hoje. Mas não será sobre isso. Soube ontem que faleceu o marido de uma amiga, penso que nem 40 anos tinha ainda. A porra do cancro! E ela que está à espera do segundo filho. Sinto-me tão revoltada com estas injustiças da vida. Ele era um tatuador, um grande artista! Um pai dedicado a quem lhe foi retirada a oportunidade de viver o tempo suficiente para conhecer o segundo filho, ainda por nascer. O filho nunca vai saber o que é ter um pai, e o mais velho, com quase 6 anos... será que se vai lembrar verdadeiramente do pai daqui a alguns anos? Será que só o recordará pelas memórias que serão partilhadas com ele? E quando o pequenino nascer? Será que ela será forte? Ela é forte! Mas, será nesse momento? Entre a alegria de ver o filho nascer e a tristeza de saber que o pai não estará ao seu lado? É que... não falta muito, será tudo tão recente, tudo tão ao mesmo tempo, sem tempo de digerir. 
Gostava de estar por perto, poder ajudar de alguma forma, mas separam-nos quase um país inteiro, o único que posso fazer é pensar nela, e desejar fortemente que se consiga erguer, que se agarre aos filhos, que eles a mantenham sã e tenha muita gente à volta dela, sempre, porque tenho a certeza que vai precisar!!!

segunda-feira, 27 de março de 2017

Coisas que eu adoro #1


Ninguém me paga para isto, que fique claro! Este blog não está à venda (não critico quem o faça, tá?, só quero deixar claro que o que partilho aqui, é porque gosto mesmo!). 

Enfim...

Isto tudo para vos falar de uma das lojas que desperta em força o meu lado consumista. Já sei que dei a minha opinião há algum tempo sobre o consumismo e eu, a minha opinião mantêm-se. Mas confesso que quando entro na Tiger, se torna quase impossível conter a vontade de trazer isto, e aquilo e mais aquela coisinha e olha isto que giro, e que ideia espetacular. 

É verdade. Gosto de coisinhas, gosto do estilo da loja, gosto da sua oferta, gosto mesmo muito, e fico como uma criança em euforia. O único problema é que a Tiger mais perto de mim fica a cerca de 50km daqui e para umas bandas às quais não vou com frequência... and that sucks! Depois tenho mais três, todas a cerca de 100 km daqui. Isso resulta em muitas poucas visitas a essa loja que tanto adoro. 

Não consigo entrar lá e sair de mãos a abanar. Não consigo! Trago sempre qualquer coisinha... ou várias! É que ainda por cima, para além da fofice toda junta, os preços são muito convidativos. Fiquei louca há poucos dias quando soube que está para abrir uma a uns meros 25 kms daqui. 

domingo, 26 de março de 2017

Vale a pena partilhar #3


A Anabela será sempre presença assídua nestas minhas partilhas pelo simples facto de partlhar ela própria, frequentemente, imensas coisas de interesse. Desta vez foram 10 simples passos para se manter organizado. Neste caso, eu até diria que são mais para manter arrumado mais do que organizado, já que são coisas diferentes. Acho que vou colocar a lista num sítio bem visível para todos cá em casa. 

Eu não me consigo organizar sem papel e caneta. Gosto de escrever à mão, fazer as minhas listas para tudo e mais alguma coisa, mas para quem procurar algo mais prático podem espreitar este post do Simplifica. 

Ando com umas ideias para o quarto dos miúdos, e quando fiz uma pesquisa pelo google deparei-me com este canal do youtube. Ficou super impressionada com a habilidade desta rapariga, que por sinal, é portuguesa. Mesmo que não pensem fazer nada do que ela vos mostra, só de a ver fazer vale a pena. 

Fiquei cheia de vontade de experimentar esta receita de brownies feitos com tofu. Alias aproveitem e espreitem todo o blog, descobri-o há pouquíssimo tempo. 


quinta-feira, 23 de março de 2017

Livros III


Ter colocado todos os livros que ainda tenho em casa por ler em pilha na minha mesa de cabeceira surtiu efeito imediato. Logo após - e por após digo no dia seguinte - a ter terminado o Décimo Terceiro Conto de Diana Setterfield, olhei para a pilha de livros e meditei por dois segundos. No dia seguinte ia passar o dia todo longe, e agarrei o que me pareceu mais leve de ler: O Homem que Sabe Pensar de James Allen. 

Desconhecia-o, foi oferta de uma querida amiga e li-o de uma ponta à outra durante a sesta do meu pequenino. Não me tivessem distraído tanto com perguntas e conversas que claramente não me apetecia ter naquele momento, e mais rápido ainda teria sido. 

É um livro sobre o auto conhecimento e o verdadeiro poder do nosso pensamento e vontade. Vai de encontro ao que penso, mas por diversas vezes o senti um bocadinho repetitivo. No entanto, é repleto de bons conselhos e trechos que realmente me inspiraram. Uma leitura leve portanto, mas que dá aquela forcinha para nos sentirmos melhores ou para pelo menos, sabermos que podemos sempre fazer melhor. 

No dia a seguir a ter lido este livro que vos falo, comecei logo outro. Não tenho lido diariamente, mas na maior parte dos dias sim, e isso tem sido motivação que baste para continuar a cultivar de novo esse hábito que tanto bem me faz. 

E por ai? Lê-se? 

terça-feira, 21 de março de 2017

A maior dificuldade!

daqui

A minha maior dúvida quando penso em mudar de casa é: Onde vou guardar as minhas coisas? E por minhas coisas estou a falar de todo o material referente aos meus hobbies. Eu sou fã incondicional do DIY desde que me lembro de ser gente, por isso, tenho uma série de ferramentas que não lembram a ninguém. 

Para além disso, a costura é parte considerável na minha vidinha, e eu tenho todo um quarto dedicado só a ela, com mesa de corte, mesa para as máquinas, manequins (sim, plural) roupeiro cheio de tecidos, linhas, fitas, fechos, e tanto, tanto mais! 

Muitas vezes, penso em dar tudo, livrar-me sem dó nem piedade de tudo isto, ficar só mesmo com aquilo que me toca mesmo muito, mas depois, na hora de executar tal tarefa, sinto-me completamente incapaz de o fazer. Não consigo, simplesmente. Neste aspecto sou um bocadinho mais "Marie Kondo" e menos "minimalista". Essas coisas dão-me alegria, por isso quero-as na minha vida.

Sei que jamais vou usar todo o material que tenho, e talvez um dia até consiga desfazer-me de tudo, mas ainda não é a altura de o fazer. Entretanto, parto a cabeça a pensar, e estudar soluções para guardar estas coisas todas quando me mudar. 

sábado, 18 de março de 2017

Vale a pena partilhar #2


Desde que deixei de ver televisão - quer dizer, os canais normais - que deixei de estar em cima dos acontecimentos, últimas notícias, etc. É através das redes sociais e dos vossos blogs que me atualizo quando algo acontece. E foi assim que vi esta notícia. Realmente, há quem não tenha escrúpulos nenhuns e se aproveite da boa vontade dos outros. Vale a pena deixar aqui o alerta para quem ainda não tenha visto. 

Conhecem o novo blog Simplifica? Já sigo os blogs pessoais de duas das suas fundadoras há algum tempo, e esta nova colaboração promete. 

Adoro cestos, caixas, e toda a parafernália que pode ser usada na organização das nossas casas. Assim sendo, é óbvio que não podia ficar indiferente a este video. Ela usa piso emborrachado, mas acho que me safo bem com EVA. O que acham?

Eu que gosto tanto de comprar em segunda mão, fiquei muito contente por ter descoberto esta semana, este site, onde nada se compra ou vende: troca-se. Cada vez mais consciente do lixo que produzimos e quantas mais formas existirem para evitar comprar novo e contribuir para a produção em massa, melhor. 

quinta-feira, 16 de março de 2017

Hoje: zangada com o clima


Depois de uns dias jeitosos e bem quentinhos, apanhar com o frio que veio a seguir e toda esta chuva veio dar cabo dos meus planos e do meu bom humor. Ok, de certa forma só. 

Pfff... se não estivesse o vento que esteve no fim de semana passado, nem tivesse vindo a chuva a seguir, já teria o isolamento do telhado feito e este fim de semana dedicava-me às pinturas da minha casa. 

Assim, fico a chuchar no dedo e frustrada de não poder avançar com tal tarefa. O que é certo é que tem de ser feito antes do dia em que a cozinha chega. É que parecendo que não, um mês passa muito depressa. 

domingo, 12 de março de 2017

Livros II

Já aqui vos tinha dito como gosto de ler. Da leitora ávida que fui em tempos, e de quem guardo grande saudade. Em 2016 quis voltar a ganhar o hábito de ler com frequência, e no geral a coisa nem correu tão mal assim. Ficou muito aquém daquilo que eu lia por exemplo há uma década atrás, mas nessa altura não existiam filhos e o meu tempo livre, pertencia-me de facto todo a mim e só a mim. 

As minhas escolhas e o que faço com ele (o tempo) hoje em dia estão mais condicionadas, mas em tudo e para tudo na vida, sempre achei que quando se quer muito fazer/ser/ter, consegue-se sempre. Sei que muitas vezes temos que sacrificar umas coisas em prol de outras, mas se prestarmos atenção, se conseguirmos ver bem, a vida tem espaço para tudo, não tem de ser tudo vivido e sentido ao mesmo tempo, como tanto cremos hoje em dia que tem de ser. 

Anyways... 

Para este ano quis ainda mais leituras, mas até aqui ainda não ganhei o ritmo que procurava. Ora vejamos, li 4 livros o ano passado, e comecei um quinto em Novembro que nunca cheguei a terminar. Não teve aquela chispa em mim e foi ficando de lado meio esquecido à espera de uma oportunidade ou de ser esquecido de vez. Toquei-lhe umas duas vezes na verdade, talvez todos aqueles erros me tenham demovido mesmo antes de entrar no enredo. 

Não interessa. Pelo meio andei a ler "Alegria" de Marie Kondo. Tanto se fala e se escreve desta guru da organização que tive de o comprar quando o vi. Infelizmente não cheguei a encontrar o 1º dela antes e comecei mesmo por este. Ainda não irei partilhar a minha opinião sobre ele porque ainda não o terminei, mas tenho umas coisas a dizer. 

No passado 25 de Fevereiro, sabendo que iria passar umas boas horas num comboio, peguei num livro que adquiri o ano passado. Deixei de comprar livros compulsivamente há vários anos, quando fiquei em casa com a minha filha e decidi cortar drasticamente em gastos desnecessários. Livros, infelizmente eram um deles porque ainda tinha uma boa quantidade deles que nunca tinha lido. Lembro-me que este foi um dos primeiros que comprei quando voltei a trabalhar. Um mimo que eu merecia. 


O livro em questão é "O décimo terceiro conto" de Diane Setterfield, quem eu desconhecia por completo. Mas peguei nele, no meio de tantos outros e chamou-me à atenção...

O Décimo Terceiro Conto narra o encontro de duas mulheres: Margaret, jovem, filha de um alfarrabista, biógrafa amadora, e Vida Winter, escritora famosa, que, sentindo aproximar-se o final dos seus dias, convida a primeira para escrever a sua biografia. Na sua casa de campo, a escritora decide contar a verdadeira história da sua vida, revelando um passado misterioso e cheio de segredos. As duas vão partilhar vivências profundas, resgatando velhas memórias e confrontando-se com fantasmas há muito adormecidos. Sem que pudessem inicialmente prever, acabam por entrelaçar as suas vidas de forma tão intensa, que o resultado não poderia ser outro que não uma inesquecível história de amor, amizade e solidão.

Trouxe-o comigo, em Agosto de 2016 - tenho sempre a mania de escrever o ano em que adquiro os meus livros - e só agora o li, ou já o li, depende da perspectiva. É que também tenho por cá alguns que esperam a vez há (se não) quase uma década. Não interessa! Acabei de o ler hoje, e há muito que não lia um livro tão bom. Prendeu-me do inicio ao fim. Bem escrito, cativante, cheio de surpresas. Fiquei presa às vidas dos seus personagens, e foi-me muito difícil, muito mesmo, ter de o pousar para me dedicar a coisas enfadonhas como comer, esvaziar a bexiga, ou dormir...

tal qual!

Quando terminei de o ler, fiquei satisfeita. Que fim! Enquanto o lia só pensava, que belo livro para se fazer um filme e quando terminei e pesquisei, plim, lá está ele. Existe mesmo um filme baseado nele que eu quero ver. Já está na lista!

Além de me ter dado imensa vontade de ler mais... mais... mais... Tanto que percorri a casa, e juntei todos (creio!) os livros que me restam que ainda não li. São 12. Se conseguir ler um por mês dá para um ano. mas eu não quero ler só um por mês. Quero ler mais do que isso. Tenho-os a todos na minha mesa de cabeceira, empilhados de forma aleatória, para me motivar a ir baixando a pilha. 

Esta semana consegui ler todas as noites e gostava de manter o hábito. Ajudou ter mudado de técnica na hora de adormecer os miúdos (correção: o miúdo mais chato e resistente ao sono, que fica com urticaria quando está na cama dele e só faz saltitar para fora). Pretendo carregar o livro que estiver a ler comigo sempre, como fazia antigamente, e aproveitar todo e qualquer tempo morto para ler. Até ponderei arranjar uma mochila... ah ah ah... a pergunta que se faz é: faço-a* ou compro-a? 

E vocês, que andam a ler?! 

*a costura tem andado paradinha paradinha... aqui um bom exemplo de que não dá para se fazer tudo ao mesmo tempo, mas que, quando se quer muito, vai-se fazendo!

quarta-feira, 8 de março de 2017

Afinal, o que é isso da felicidade estar nas pequenas coisas?



Muito se ouve dizer por ai que a felicidade está nas pequenas coisas, nos detalhes. Mas poucas são as vezes em que conseguimos reconhecer esses momentos até eles terem passado. Hoje foi um dia bom. Se foi por ter sido o dia da mulher? Não. Se não fosse o vizinho do lado (no trabalho) a nos desejar um feliz dia, ou a rosa craft que a minha filha me ofereceu, e que fizeram na sala dela, eu nem teria dado por ter sido dia da mulher. 

Não. A felicidade hoje esteve mascarada de pequenos apontamentos no meu dia. Saí da cama mais cedo que o normal, enviei o e-mail que me esqueci de enviar na noite anterior e que martelava na minha cabeça. Despachei-me a mim e aos miúdos a tempo e horas, com calma, ajudou terem acordado, eles também, muito bem dispostos. Cheguei ao trabalho a horas. Preguei um susto à minha colega e fartamos-nos de rir as duas. Logo ali de manhã. 

A manhã correu bem no trabalho. Tenho a felicidade de ter uma colega com quem me dou bem, com quem posso conversar descontraidamente, que trabalhamos em conjunto, e nunca uma contra a outra. Gosto de lá estar, é um facto. 

Fui buscar a princesa mais cedo. Fomos lanchar com as primas (mãe - grávida - e filha pouco mais velha que a minha). O pai juntou-se a nós numa saída adiantada do trabalho que não esperávamos. Antes de ir buscar o mais novo, deu tempo de passearmos um bocadinho com a mana, comeu um gelado enquanto nos sentámos os três num banco de jardim, conversou connosco, só ela, como antes dele nascer. 

Fomos buscá-lo, estava bem disposto, não tivemos grandes birras. Visitámos os avós no campo e a casa em construção. O srº da cozinha foi lá tirar as medidas. As coisas vão avançando... pasito a pasito como diz a letra da canção que a minha filha trauteia nos últimos dias. 

O pai voltou ao trabalho, eu fiquei em casa com os miúdos. Sempre bem dispostos, sem birras, sem traumas e dramas. Limpei o fogão a fundo, andei a ignorá-lo nos últimos dias. Coloquei as poucas peças por lavar na máquina da loiça. Enchi a máquina da roupa com lençóis. E enquanto executava estas tarefas, pensava no bem que me sentia neste dia. 

Tive noção que os últimos dias têm corrido melhor, porque me tenho esforçado um pouco mais para isso. Os últimos eventos dos meus dias, têm-me feito bem, e assim tudo se torna mais fácil. Agora vou estender os lençóis e deitar os miúdos, vou-lhes ler uma estória, enchê-los de beijos e agradecer pelos pequenos gestos, pela simplicidade e grandeza dos nossos dias. 

sábado, 4 de março de 2017

Destes Dias #5

As minhas semanas não costumam ter grandes eventos. Os dias passam-se invariavelmente na mesma linha, no entanto, os últimos dias, semana, foram um tanto ou quanto remexidos. 

🙆
Para começar, fui até Lisboa (fui e vim no mesmo dia), e estive com amigas com quem há muito queria estar. Foi cansativo sim, mas soube tão bem... a fuga à rotina, estar com elas, falar de assuntos que temos em comum - eu que falo tanto, na verdade ouvi mais do que falei, nesta fase em que me sinto tão pouco produtiva, ouvi-las falar sobre os seus planos e ideias soube-me pela vida, acreditem!

🙆 💃
Na véspera de Carnaval, voltei a sair com as miúdas do costume, todas mascaradas, e mais uma vez foi até ao bar fechar. Temos fotos deliciosas onde estamos sempre a gargalhar. Desde a primeira vez que fomos a este bar, decidi sair todos os meses nem que fosse uma noite só com elas. Faz maravilhas pelo meu humor, e bem preciso. Isso foi em Janeiro, e com o extra do Carnaval, já lá vão 3 noites sempre de muita diversão. 

🙆
No domingo de Carnaval não fomos a nenhum desfile, como é costume, mas ainda assim vestimos os dois miúdos, que estavam aflitos, e fomos com eles até ao parque onde tirei fotos para captar o momento. Ao desfile fomos na terça à tarde. 

🙆 
Encomendámos a cozinha. Nem acredito. Ainda têm de lá ir tirar medidas, e depois chegará dentro de 4 a 6 semanas. Até lá, tenho que me dedicar a pintar a casa por dentro, esperemos que a chuva não seja para durar. 

🙆 
Finalmente contratámos uma empresa de condomínio para o prédio, e toda a gente se entendeu. Claro que a ovelha negra tinha que se opor a certas coisas, mas acabou tudo bem. Só faltaram duas ou três pessoas e a maioria estava de acordo com tudo, o que é raro neste edifício. Finalmente temos alguém a fazer a limpeza, e acabaram-se as discussões do "ah, mas agora não limpo porque sou sempre eu e o da frente está-se nas tintas"... 

🙆 👧
Fui às compras. Não sou rapariga de me perder em lojas. Geralmente nem tenho muita paciência, mas tenho andado com vontade de me mimar um bocadinho. Num dia, entrámos (família toda) numa loja só porque era nova, e eu já a conhecia de um outro sítio há anos, mas que pelas redondezas não havia. Entrei à procura de blusas quentes para mim, saí de lá com uma de verão e uma mais primaveril, umas calças para o pai, mais umas para o filho e umas leggings para a filha. Todos quiseram qualquer coisa. Noutro dia, entrei em duas lojas. Comprei um soutien para mim, e na outra, apesar de procurar roupa para mim, comprei 4 peças (que descobri em casa mais tarde, que na verdade eram 6, já que duas eram um conjunto de peças sobrepostas) todas para a miúda. 

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Destralhando - roupa

Começo este post por vos mostrar o trabalhinho final do fim de semana. Todos estes sacos saem de casa ainda hoje ou no máximo amanhã! Que sensação boa ver espaços vazios onde em tempos não cabia mais nada. 

Aqui
já tinha dito como a roupa é das coisas que mais dores de cabeça me dá cá em casa, talvez por isso, há vários anos que ganhei o hábito de volta e meia destralhar a roupa da malta (minha e dos miúdos - a do namorido só mesmo quando muda a estação e o "obrigo" a livrar-se do que já não está capaz). 

Não há muito tempo, dei uma geral na minha roupa e tirei muita coisa, até contei as peças que ficaram e tudo, para ter noção. No entanto, pouco tempo depois ainda consegui livrar-me de mais algumas peças que não combinavam com nada, e calças de ganga porque tinha-as em excesso. 

Mas, é como vos digo, eu ando mesmo sempre a tirar coisas, e cada vez mais. Assim que me apercebo que não visto algo há muito tempo (nem é preciso seguir a regra de um ano inteiro), vai logo para o saco das doações. E este fim de semana, sem estar a contar com isso, comecei por ir guardar a roupa dobrada que tinha lavado e quando dei por mim, já tinha mudado uma série de coisas de sítio e já tinha mais umas peças de lado para dar. 

Collants, todos numa caixa de sapatos, enrolados e à vista. 

Consegui organizar melhor o meu guarda fatos, poupando espaço e deixando as coisas mais visíveis. Não tirei fotos a tudo, apenas aos meus collants, que tirei da gaveta da minha mesa de cabeceira e que consegui enfiar numa caixa bem mais pequena, só por ter arrumado os mesmos em rolinhos, além de que ficaram todos visíveis. Adorei! Como a caixa é fechada, escrevi o que continha lá dentro na frente, e aproveito o espaço na prateleira com a caixa dos pijamas e camisolas interiores por cima. 


Como os tirei de uma das duas gavetas que tinha, fiquei com uma livre e pude arrumar também, de forma mais eficaz, o resto da minha roupa interior, que estava toda desorganizada e "ao molhe" numa só gaveta. Numa coloquei os soutiens de um lado e para as cuecas arranjei uma caixinha e arrumei-as em rolinhos também (o que eu já faço com as da minha filha há muito tempo - poupa imenso espaço e mais uma vez, ficam todas à vista). Atrás da caixa coloquei a touca da piscina e as minhas ligas, e em frente à caixa, coloquei luvas e outros sem par. 


Na gaveta mais baixa, coloquei as minhas meias que agora respiram muito melhor. Costumavam estar todas apertadinhas. Gostei tanto de ter feito isto, e agora ter tudo à vista. Fácil de escolher e de arrumar também. 


Estive mesmo inspirada este fim de semana. É que não me bastou ter atacado a minha própria roupa, ainda dei conta da quantidade monstruosa de roupa dos miúdos. Comecei por dar uma espreitadela na roupa que têm neste momento a uso (faço-o quase que semanalmente), e quando algo está estragado ou a ficar pequeno, sai logo, ainda assim, acho que têm mais do que precisam, mas se mantenho a maior parte delas é porque gosto mesmo e custa-me a dar antes de deixarem de servir. No entanto, tento dar uso a tudo, para não ser só tralha acumulada. Quando vestem determinada peça tiro da pilha #1, na hora de voltar ao sítio coloco na pilha #2, assim, vou usando tudo. 


Os dois sacos da foto de cima - assim não parecem - são enormes, e no fim, ficaram cheios com roupa que não servirá tão cedo ao meu filho. Felizmente temos a sorte de ter uma vizinha com um filho da idade da minha mais velha, por isso dá-me a roupa do miúdo para o meu mais novo. Mas é tanta, tanta, tanta, que cada vez que ela me dá (sempre sacos XXL e mais do que um de cada vez), eu faço uma grande seleção e muita dou mesmo que sirva ao meu filhote. É que é mesmo muita. Ainda assim, sobra sempre mais do que ele precisa, e só na altura em que tiro novamente para ver se lhe serve, é que faço outra seleção. Por vezes existem peças que quando guardei achei piada, mas que agora olho para elas e não gosto mesmo nada. Ou quando me apercebo por exemplo, ao tirar tudo o que serve para a próxima estação, que tem peças semelhantes que não fazem falta. Por exemplo, casacos acolchoados quentes, de 2/3 anos encontrei só desta vez uns 6 ou 7. Claro que doei alguns deles, mantendo apenas um vermelho, um castanho e um azul. 


Na primeira foto, ficaram as caixas/saco com as roupas que separei: Verão 2017 e Inverno 2017/2018. O saco tem as roupas para o Verão dela. Algumas que vêm do ano passado e que não estou certa que ainda lhe sirvam, e outras que vieram da prima. A primeira caixa da foto, tem as roupas para o próximo inverno dela, é a mais pequena. Mais perto da data, terei de fazer um inventário com as que sobrarem deste ano, e essas para ver se preciso e o que precisamos adquirir (ou não!). As caixas do meio são as dele. Verão em cima, e inverno em baixo. Na segunda foto, mostro sacos e caixas de arrumação que ficaram livres depois da purga. 

Antes de começar a destralhar, tinhamos o saco transparente cheio acima, e este vazio da última foto, arrumados na parte de baixo do roupeiro deles. As caixas das fraldas em cima de uma estante, uma das caixas de arrumação debaixo da cama dela. O saco grande com padrão e os de supermercado, estavam na arrecadação (que ficou praticamente vazia!!! Yay!), já a outra caixa, estava no meu quarto. Agora, cabe tudo no quarto deles, na parte de baixo do roupeiro e em cima da estante. 

E mais, consegui ainda tirar uma manta que já estava a ficar velha e que nunca usamos, umas cortinas laranja que não acho particularmente piada e que também estavam guardadas há imenso tempo, uma bolsa minha e um sobretudo do maridão com o qual ele já não se identifica (com o consentimento dele, claro!). 

Sinto-me bem mais leve. 
✌ 😉 ✌

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Cozinha: O projecto



Dizem que não há amor como o primeiro e eu tenho de concordar. 

Aproveitando a tarde em que o marido saiu mais cedo, pedi-lhe para irmos "namorar" outra vez, algumas das cozinhas que tínhamos visto anteriormente. Quanto mais olhava para elas, mais tinha a certeza que aquela, a tal, a primeira que olhei e disse "gosto mesmo desta" era mesmo  a q u i l o  que eu queria. 

Ainda andámos balançados entre essa e uma outra, mas os dois pendíamos mais para a mesma. A tal. Não foi tarde, nem foi cedo, a rapariga estava livre, não precisámos esperar para marcar e saímos da loja com o projecto e orçamento para a nossa cozinha. 

Até dói só de olhar, e nem sequer tem electrodomésticos incluídos. Mas é aquilo que queremos, ou que eu quero vá, que apesar de eu lhe ir pedindo opinião e ele dar, a escolha esteve sempre na minha mão. o único que ainda levámos ali a "discutir" um bocadinho foi a cor. 

Ele gostou mais da que está em exposição, que a rapariga chamou de "visão", e eu fiquei toda empolgada quando vi que também havia em branco. Claro, que fomos pela minha escolha, porque coisas de casa e decoração e tal e coiso, é comigo, segundo ele. Ele, diz, só olha ao valor para concordar ou discordar dos meus gostos...ahahahaha

Podem ver o projecto em cima. As únicas coisas que serão diferentes são, a cuba, que eu quero redonda e sem escorredor, e os dois últimos modelos altos do desenho, que será apenas um com a mesma largura. 

No fim a rapariga deu-me os parabéns por ter levado um rascunho tão detalhado das medidas não só das paredes, mas de todos os pontos chave, como saída para exaustor, canalização, essas tretas todinhas. Acreditam porém, que não tinha comigo o meu bloquinho onde aponto tudo, e onde tinha as medidas reais das paredes. Sei que uma tem quase 4m, e a outra deve ter uns 2,50m e por ai fizemos o orçamento, mas não é preciso. 

Disse-me também que tinha feito boas escolhas na disposição e que a cozinha que tinha ficava bastante funcional até. Não lhe disse que levo a estudar cozinhas e disposições há anos. Acham que devia? Sei o que quero, mas coloquei e tirei muitas outras opções da mesa no longo percurso que levámos até aqui. 

E agora, só para quem tal como eu, adora estas coisas... 

Estou encantada com a cozinha. Apetece-me mesmo ir já lá amanhã encomendar a coisa. Mas não! Tenho de me conter. Apesar do orçamento incluir a pedra para a bancada, ainda gostava de pedir orçamento para a mesma noutro sítio. E depois de ver qual me agrada mais, estou pronta para dar o passo seguinte na casinha.