sexta-feira, 30 de junho de 2017

Destes dias #10


Agitados! Tenho ido buscar a miúda (quase) sempre às 15h, e aproveito para passar um tempinho só com ela o que nos tem feito muito bem a ambas. 

Temos um parque infantil novinho em folha nas redondezas (e que falta fazia já, e fazem ainda mais pela cidade) e já lá fomos um par de vezes com os miúdos que têm delirado com aquilo. É mesmo fixe, se eu fosse miúda fazia o mesmo.

Depois das notícias chocantes do fogo em Pedrogão, a semana passada apanhámos um susto aqui ao lado, quase à nossa porta ardeu uma pequena zona de eucaliptos, mas graças à rápida atuação dos bombeiros não houve grandes perdas, para além da flora ardida. Valeu-nos o susto. Nunca eu tive visto um helicóptero a sobrevoar tão perto da minha cabeça. Foi este helicóptero que apareceu logo que conseguiu controlar o fogo. Vale-nos ter o mar tão perto.

Fomos a um concerto infantil com os miúdos. E foi uma seca. Os insufláveis ficaram por encher por razões de segurança (devido ao vento forte), houve uma avaria eléctrica que atrasou o início do espectáculo e as filas para os putos pintarem as caras eram abismais só com duas pessoas a trabalhar. Uma treta portantos. Saímos de lá todos birrentos, os adultos, os miúdos, enfim... 

Fomos ver o ballet de fim de ano (letivo) da filha de uma amiga à semelhança do ano anterior, não sabia muito bem como é que o meu pequeno se iria portar, mas correu às mil maravilhas. Os miúdos adoraram e eu também. Assistimos a tudo num camarote privado, num teatro lindíssimo. 

Tenho lido novamente, depois de várias semanas a negligenciar as leituras. Não leio mais de 4-5 páginas todos os dias, mas assim aos poucos vou avançando. 

O meu mais novo foi num passeio a uma quinta pedagógica com a escola, e parece que correu muito bem. Não teve medo de nada nem de ninguém e pelos vistos "aprontou" que se fartou.

Fiz e entreguei os convites dos anos dos miúdos, e parece que no mesmo dia um coleguinha dela também vai fazer a festa de aniversário. No dia do aniversário dela, levei-lhe o bolo que me pediu, e fui buscar o irmão mais cedo para juntos lhe cantar-mos os parabéns com os amiguinhos na escola. Depois, levei-os a ambos a ver o Gru - O Mal Disposto 3 que ela tinha pedido para ver. Adorou, e foi a primeira vez do pequeno no cinema. Até correu bem. 

terça-feira, 20 de junho de 2017

De coração pequenino


Eu, que deixei de ver telejornais há cerca de seis anos, sou sempre das últimas a ar das notícias. Isso aconteceu também com o incêndio de Pedrogão Grande. No sábado à noite fomos jantar com uns amigos e permanecemos sempre longe das redes sociais (onde geralmente acabo por acompanhar os acontecimentos mais falados da atualidade). O meu marido que se juntou a nós mais tarde, ainda comentou por alto, algo do género "lá para cima está um incêndio enorme"- Confesso que dei pouca importância. Todos os anos assistimos às mesmas situações, e a distância faz-se notar. Não o sentimos da mesma forma. 
Só no domingo à noite é que eu tive a noção do que estava efetivamente a acontecer, pois durante todo o dia também me mantive longe de redes sociais e notícias em geral. E fiquei com o meu coração pequenino! A não conseguir sequer imaginar o cenário. Tanta vida ceifada em tão pouco tempo! A força da natureza é avassaladora e impõe respeito. E a dor daqueles que ficam, os que perderam tudo, os que ainda lutam. A coragem dos nossos bombeiros, tão pouco respeitados e reconhecidos, que fazem de tudo em troco de praticamente nada. 
E deixamos de ter a ideia do "está longe", porque já diz o ditado que "longe da vista, longe do coração!", mas aqui não se aplica. Longe da vista, mas a quebrar o coração. A impotência de pouco se poder fazer para ajudar. Resta-nos fazer os possíveis, agradecer todas as ajudas que quem precisa tem recebido, e rezar, para que a tragédia não se repita, que Portugal pare de arder. Porque neste momento, a norte, a centro ou sul, somos todos portugueses e estamos todos a perder aqui. 

terça-feira, 13 de junho de 2017

Saber parar


Ultimamente tenho-me desviado um pouco do caminho que quero e gostaria de seguir. A sensação de me estar a tornar cada vez mais incapaz de atingir os meus objetivos e desejos está mais presente em mim. Principalmente no que toca àquilo que eu quero ser e fico tão aquém. 

Quero ser mais presente para os meus filhos, mas realmente presente para eles e não uma figura que está lá mas sempre, sempre tão atarefada, ou a pensar no seu próprio umbigo. Já fui essa mãe que tanto desejo voltar a ser, mas parece que o cansaço fala sempre, sempre mais alto. 

Alguns dos meus projetos pessoais estão em stand-by porque simplesmente não encontro a motivação em lado nenhum. 

Quero destralhar mais, mas olho para as áreas cá de casa que precisam de intervenção e nem sei muito bem por onde começar (hoje por acaso andei a destralhar brinquedos partidos ou com peças perdidas, curiosamente fartei-me de pensar na minha mãe e na impressão que lhe faz eu livrar-me dos brinquedos dos miúdos, mas isto daria outro post). 

Por vezes penso se não estarei a exigir demasiado de mim? Não. Acho que não. O meu problema tem sido mesmo pensar em fazer muita coisa, mas realizar efetivamente, tem sido bem pouco. Perco demasiado tempo a imaginar, a planear, a projetar e pouco a realmente fazer. 

Pode-se dizer que ando desleixada, não seria mentira. E no entanto, pesa-me mais do que nunca a carga desse desleixo. Principalmente quando chego ao fim do dia rebentada e nem sei bem porquê. Há mesmo muito tempo que não chegava ao fim do dia com tanto sono e tão pouca vontade de fazer seja o que for. De tal forma, que muitas vezes olho para o lado, ignoro toda e qualquer tarefa, mesmo que urgente, e abandono-me ao conforto dos meus lençóis. 

E o pior para mim, é ver como este estado se arrasta há tanto tempo. Tenho alturas em que parece que finalmente estou a emergir, a ser um pouco mais < e u > novamente, mas depressa noto como volto ao mesmo lugar num piscar de olhos. 

Felizmente, desta vez, este sentimento não anda de mãos dadas com a frustração. Apesar de tudo, parece que finalmente começo a entender que, embora já longa, está é uma fase menos boa, que se der ao corpo o descanso e o que ele precisa poderei melhorar. 

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Dentes


A miúda andava a queixar-se de que lhe doía a gengiva... "Aqui atrás do dente, mamã!". O dente era o pré-molar inferior direito. Ontem ao jantar queixou-se outra vez e joguei o dedo lá dentro. Senti uma pontinha e estranhei. Fomos espreitar com uma luz mais forte e não é que já tem o primeiro molar a nascer?! Na verdade está praticamente todo de fora. Tinha ideia que estes vinham bem mais tarde. Ainda nem lhe caiu nenhum dos dentes de leite (tem o primeiro a abanar mas pouco e já há um par de semanas) e já temos o 1º molar. 

domingo, 11 de junho de 2017

Praia precisa-se


Está tanto calor; temos a praia ao nosso lado e ainda não nos estreámos este ano (no sentido de vestir a roupa de praia, levar a toalhita e abancar por lá uns bons minutos, ou horas com os miúdos). 
Primeiro foi a mais velha com a varicela,evitámos a exposição ao sol devido às marcas na pele. Depois foi ele, também com a varicela, e agora, para além dele que ainda está muito marcado, eu e o meu amor achámos que estava na hora de uma nova tatuagem para mim e um retoque muito precisado na única dele. 

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Aniversários |Tema|



Apesar de hoje ser dia da criança, pensamos noutra festa por aqui. Dentro de sensivelmente um mês os meus miúdos fazem anos. Primeiro ela, e apenas uns dias depois ele. Vamos juntar as duas festas numa só, claro, e já começámos a pensar nela. Quem escolheu o tema foi a mais velha (que foi quem preferiu unir as festas também)... e escolheu o Panda porque o mano adora o Panda. 

Ainda não sei se vou fazer a festa em modo (Canal) Panda, ou simplesmente pegar nos pandas em geral como inspiração e ir por ai. Estou mais inclinada para a segunda opção. Tenho em mente basear-me no tema pedido por ela, mas de forma subtil. Fazer o bolo em forma do panda, convites, lembranças, mas se calhar deixo as comidas e tal de fora (dispenso a trabalheira). 

Depois, gostava de ver muita cor na mesa. A festa que mais gostei de anos passados foi a do arco-íris, por isso estou a ponderar misturar esse tema com o do panda e usar muita cor na mesa... nas comidas, nos talheres, pratos, etc. O que acham? 

Por enquanto ando em recolha de ideias, mas quero começar a tratar já de algumas coisas, o mais breve possível.