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domingo, 13 de maio de 2018

#Destralhar - pequenas vitórias


Há quase dois anos (setembro 2016) que retomámos as obras na outra casa, andaram lenta-lentamente mas foram avançando, ao contrário de todos os anos que ficaram completamente paradas. Agora, finalmente, vejo como a mudança se aproxima, não quero agoirar, mas se não for possível ainda este mês, do próximo não passara, e por isso, é urgente destralhar mais e mais. 

Há apenas uns dias, neste post, disse que já não tínhamos assim tantas coisas por destralhar, mas andei a pensar seriamente nisso. Será que não? Será que não consigo descobrir mais nada ao qual consiga dizer adeus sem ficar com remorsos? 

Ontem, já tarde, depois dos miúdos estarem a dormir há duas horas e eu ter visto dois episódios de uma série que acompanho, achei por bem tentar destralhar os meus livros. Afinal, estava sentada de sofá a olhar para alguns deles. Já tinha feito duas tentativas antes, mas os meus livros, valem mais do que ouro para mim e voltei a guardar tudo no sítio novamente. 

Ontem porém, consegui tirar por volta de 10-15, sinceramente não sei, não os contei e não quero ir mexer no saco para não ter tentações de os recuperar. Vou oferecê-los à minha irmã, e se não quiser todos vou doar à biblioteca. Isto é uma vitória muito grande para mim. Consegui desapegar-me de todos estes livros. 

Outra vitória foi ter enchido uma caixa de retalhos de tecidos que já não quero, que estão a mais. Pensei em deixá-los perto do contentor do lixo, mas imaginei-os espalhados pelo chão, sem uso, danificados, e mais tarde na lixeira. Assim que lá fui para o facebook e ofereci num dos grupos dois quais faço parte. Em menos de 5 minutos apareceu alguém da zona a dizer que os vinha buscar. É muito mais fácil destralhar assim. 

Ando a ponderar dar à mesma pessoa mais alguns materiais de costura que não tecidos, pois mostrou-se disponível para receber tudo o que eu já não quisesse e isso para mim é um incentivo. Passo o testemunho, e possivelmente a ela será bastante mais útil. Eu não fico com sentimentos de culpa por retirar as coisas que comprei de casa, e ela fica feliz. 

Para além dos livros e dos tecidos, tenho à porta de casa para deixar no contentor quando sair um biombo. Um biombo que me fez morrer de amores quando o vi na loja e tive de o comprar há uns anos. Que me foi tão útil durante o tempo que aqui morou, mas que começa a mostrar sinais da idade, e que não terá serventia na outra casa. Tirei também uma caixa com pequenos acessórios de decoração ultrapassados e que nada me dizem, uma almofada também ela ultrapassada, mais dois livros sobre gravidez e alguma roupa para uma amiga que está grávida neste momento, sapatos do meu filho, e um conjunto de talheres que me andava a irritar há uma eternidade. 

Já só vejo a hora de começar a montar móveis no outro lado e começar a organizar a casa para a mudança. Wish me luck!!!

6 comentários:

  1. Respostas
    1. Obrigado querida!
      É uma mudança lenta, conforme vou saindo de casa vou levando caixas para o carro e sempre que posso passo pela outra casa para as ir deixando. Faltam-me móveis pelo outro lado para poder ir logo arrumando.
      Vai aos pouquinhos como tudo na minha vida.
      lol
      beijinhos

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  2. Nós mudámo-nos para a nossa casa quando eu estava de 38 semanas LOL grávida do nosso Príncipe e foi um filme ahahahah tão cedo não quero uma mudança!

    Beijinhos,
    O meu reino da noite ~ facebook ~ bloglovin'

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    1. Já me mudei tantas vezes na vida. A última também estava grávida de 7 meses, da minha primeira filha. Ainda por cima na altura já estava de baixa por andar sempre com contrações. Sobrou para o marido, claro.
      beijinhos

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  3. Também me custa começar a destralhar mas o resultado é sempre tão bom! Se são coisas que já não usamos ou damos utilidade, só poluem o nosso espaço e podiam estar a ser úteis a alguém... Bom trabalho!

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    1. Isso é bem verdade, mas além disso, neste momento preciso mesmo de reduzir os nossos pertences por ir para uma casa bem mais pequena.

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